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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

Relatório de progresso 2013 relativo à Albânia (B7-0556/2013)
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Esta resolução não é muito diferente de outras sobre países candidatos à adesão, nem é substancialmente diferente do texto aprovado relativamente a 2012. Todos os textos têm uma matriz comum: transbordam de ingerência e de imposição do modelo político, económico e social que corresponde aos interesses das grandes potências e dos monopólios da UE. A implementação do acervo comunitário continua a ser o cavalo de Tróia da UE, que exige a sua transposição integral por estes países. A sua aplicação conduziu (e conduz de forma cada vez mais acelerada) à destruição de parte muito significativa dos setores produtivos nacionais dos países que aderiram à UE, abrindo caminho à entrada e ao domínio dos monopólios das grandes potências. Mantém-se nesta resolução a defesa do caminho de privatização ou desmantelamento de serviços públicos fundamentais, ou à destruição de milhares de PME e pequenos e médios agricultores e a destruição de milhões de postos de trabalho. Nesta resolução pouco ou nada é referido relativamente aos impactos e consequências socioeconómicas da aplicação do acervo comunitário. Uma vez mais reiteramos a defesa da soberania e da independência da Albânia, bem como do direito do seu povo a decidir - livre de qualquer ingerência ou pressão externa - se deseja ou não aderir à UE.

 
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