Tagasi Europarli portaali

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (valitud)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
See dokument ei ole Teie keeles kättesaadav ja pakutakse Teile keelteribalt mõned muus keeles.

 Märksõnaregister 
 Terviktekst 
Debates
Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

Preparação para o Conselho Europeu (19-20 de dezembro de 2013) (B7-0560/2013, B7-0565/2013, B7-0566/2013, B7-0584/2013)
MPphoto
 
 

  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Se alguém tinha dúvidas sobre a cumplicidade da maioria do Parlamento Europeu – direita e social-democracia – com o rumo de destruição de direitos e conquistas democráticas, nomeadamente no plano laboral, social e político; de ataque à soberania nacional e de imposição de um comando neocolonial sobre países soberanos e os seus povos, esta resolução vem uma vez mais deixar clara essa responsabilidade. O texto aprovado demonstra que a crise do capitalismo se agudiza e com ela a crise da UE e a ofensiva militarista do imperialismo. A crise expõe os limites e contradições do sistema e da própria UE. Militarização das relações internacionais, divisão internacional de zonas de influência, instrumentalização da ONU, promoção da guerra, ocupação e neocolonialismo, com o objetivo principal de controlar o acesso e garantir o domínio de recursos naturais cada vez mais escassos, particularmente energéticos, mercados e vias estratégicas – são realidades presentes nesta resolução. Indissociável do aprofundamento do neoliberalismo e do federalismo, a próxima reunião do Conselho Europeu dará seguimento à plena assimilação pela UE do novo conceito estratégico da NATO, decidido em Lisboa, em 2010, assim confirmando a UE como o pilar europeu desta organização criminosa. São desenvolvimentos que comportam uma enorme ameaça para a paz e a segurança na Europa e no mundo.

 
Õigusteave - Privaatsuspoliitika