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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013 - Estrasburgo Edição revista

As relações do Parlamento Europeu com as instituições que representam os governos nacionais (A7-0336/2013 - Alain Lamassoure)
MPphoto
 
 

  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Este relatório resulta sobretudo da má consciência do Parlamento Europeu, que, vociferando contra o poder (exagerado e ilegítimo, dizem) do Conselho Europeu, verberando aquilo a que chamam o método intergovernamental e defendendo descabeladamente o papel do Parlamento, a codecisão e o método comunitário, sempre, mas sempre, acaba por aceitar e reproduzir as posições do Conselho Europeu, mesmo aquelas que antes criticara. É o próprio Parlamento que se diminui e descredibiliza, como ficou claro com todo o processo de aprovação do Quadro Financeiro Plurianual 2014-2020, em que o Parlamento acatou de forma obediente o que antes dissera jamais aceitar. Não é de estranhar, já que o Parlamento reproduz, por um lado, as desigualdades entre Estados que existem no Conselho e, por outro lado, as maiorias que existem nos governos dos Estados-Membros. Só esta repetida e fastidiosa farsa era desnecessária. Agora, em cenário pré-eleitoral e para eleitor ver, avançam-se com mais umas quantas recomendações para reforçar o papel do Parlamento. Enfim, a habitual prova de vida. Inútil e inconsequente. Para além de tudo isto, evidentemente rejeitamos toda a abordagem federalista subjacente a este relatório. Por isso votámos contra.

 
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