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 Texto íntegro 
Debates
Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2014 - Estrasburgo Edição revista

Situação no Sudão do Sul (RCB7-0018/2014, B7-0018/2014, B7-0019/2014, B7-0020/2014, B7-0021/2014, B7-0022/2014, B7-0032/2014)
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. A realização do referendo que conduziu o Sudão do Sul à independência fazia parte do Acordo de Paz assinado em 2005, após uma guerra civil de mais de 20 anos, e incluía ainda compromissos como a formação imediata de um governo autónomo no Sul, a repartição em partes iguais das receitas do petróleo e a definição da linha de fronteira. A recusa do Sul em compensar o Norte pela perda das receitas do petróleo reacendeu o conflito. O que motivou esta resolução não foi, desta vez, o conflito militar entre Norte e Sul mas entre fações dentro do partido do governo no Sul. A situação acaba por não ser muito diferente: luta pelo poder político e económico interno e pelas relações com o imperialismo e os seus aliados. No centro da disputa estão os 6700 milhões de barris de petróleo que se calcula serem as reservas do Sul. Mas o país tem muitas mais riquezas e potencialidades. Tem vários minérios (ouro, prata, zinco e crómio), recursos hídricos importantes e uma riquíssima biodiversidade. Pela nossa parte, apelamos a um cessar-fogo imediato entre as partes, ao diálogo com vista ao estabelecimento de uma solução política pacífica e ao restabelecimento da paz. Assim como à rejeição do intervencionismo externo de cariz imperialista.

 
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