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Odabrani dokument : A7-0013/2014

Podneseni tekstovi :

A7-0013/2014

Rasprave :

Glasovanja :

PV 16/01/2014 - 8.2
Objašnjenja glasovanja

Doneseni tekstovi :

P7_TA(2014)0034

Rasprave
Četvrtak, 16. siječnja 2014. - Strasbourg Revidirano izdanje

9.3. Odobravanje Francuskoj da primijeni snižene stope određenih neizravnih poreza na „tradicionalni” rum proizveden u Guadeloupeu, Francuskoj Gijani, Martiniqueu i Réunionu (A7-0013/2014 - Danuta Maria Hübner)
  

A szavazáshoz fűzött írásbeli indokolások

 
  
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  Luís Paulo Alves (S&D), por escrito. Aprovo o presente relatório, tendo em consideração que as autoridades francesas solicitaram o alargamento do âmbito de aplicação da Decisão do Conselho de modo a abranger o imposto sobre bebidas alcoólicas relativamente aos seus territórios ultramarinos. Considero ser válida a intenção de permitir a aplicação de uma taxa inferior ao rum tradicional produzido nas quatro regiões ultraperiféricas francesas que beneficie a economia local da região. Manifesto-me a favor desta iniciativa e da proposta da Comissão, que permite que a França aplique, durante o período de 2014-2020, uma taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo e uma VSS até 50 % das respetivas taxas mínimas. Sou a favor igualmente da proposta feita à França para elaborar um relatório intercalar dirigido à Comissão Europeia até 31 de julho de 2017. Considero importante que a França faça uma avaliação global do impacto da concessão do benefício fiscal concedido. É importante fazer um balanço em 2017 para determinar se ainda existe interesse em continuar a aplicação desta medida. Por outro lado, deve-se averiguar se esta medida por si só é suficiente para apoiar a competitividade da cadeia de valor da cana-açúcar-rum na Guadalupe, na Guiana Francesa, na Martinica e na Reunião.

 
  
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  Sophie Auconie (PPE), par écrit. – Simple formalité fiscale, j'ai voté en faveur de ce texte. Il permet à la France d'appliquer un taux réduit concernant certaines taxes indirectes sur le rhum "traditionnel" produit en Guadeloupe, en Guyane française, en Martinique et à la Réunion.

 
  
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  Elena Băsescu (PPE), în scris. − Am votat în favoarea acestui raport, deoarece reducerea accizei pentru romul tradițional, produs în departamentele franceze de peste mări, va diminua dezavantajul concurențial al acestor zone. Vorbim despre zone insulare, îndepărtate, cu o suprafață redusă, relief și climă dificile. Aceste zone sunt, de cele mai multe ori, dependente economic de un număr limitat de produse, cum este cazul de față – romul din zahăr de trestie.

Așadar, reducerea de până la 50 % sub nivelul național normal al accizei la alcool pentru aceste produse specifice va reprezenta o compensație, dar și un sprijin adus lanțului competitiv al valorii romului tradițional acestor zone. În plus, este vorba despre un demers important realizat în sprijinul obiectivului UE de stimulare a economiilor din regiunile ultraperiferice.

 
  
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  Fabrizio Bertot (PPE), per iscritto. − Ho approvato questa proposta insieme ai miei colleghi del PPE, per aiuntare i dipartimenti francesi d'oltremare, che sono svantaggiati per via della loro grande distanza, dell'insularità, della superficie ridotta, delle difficili condizioni topografiche e climatiche e della dipendenza economica da alcuni prodotti, in particolare la catena di valore canna-zucchero-rum, fattori la cui persistenza e il cui cumulo recano grave danno al loro sviluppo. La Commissione europea, per agevolare la ripresa economica di tali aree ha proposto di consentire alla Francia, per il periodo 2014-2020, di applicare un'aliquota di accisa e di VSS ridotta fino al 50% delle rispettive aliquote normali, senza tuttavia che la riduzione cumulata dell'accisa e della VSS sia superiore al 50% dell'aliquota totale per l'alcole stabilita in applicazione dell'articolo 3 della direttiva 92/84/CE.

 
  
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  Mara Bizzotto (EFD), per iscritto. − Non ho inteso sostenere col mio voto la relazione Hubner nella quale si richiede l'autorizzazione per la Francia ad applicare aliquote ridotte per alcune accise sul rum "tradizionale" prodotto in Guadalupa, Guyana francese e Martinica, in quanto ritengo che il periodo proposto si deroga sia troppo lungo e rischi di creare distorsioni sul mercato.

 
  
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  Philippe Boulland (PPE), par écrit. – J'ai voté pour le rapport de Mme Huebner donnant autorisation à la France d'appliquer un taux réduit concernant certaines taxes indirectes sur le rhum "traditionnel" produit en Guadeloupe, en Guyane française, en Martinique et à La Réunion. Cela permettra de soutenir ce produit local créateur de nombreuses richesses et notamment gustatives

 
  
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  Alain Cadec (PPE), par écrit. – Je me félicite de l'adoption du rapport Hübner appliquant un taux réduit sur certaines taxes pour le rhum "traditionnel" produit en Guadeloupe, en Guyane française, en Martinique et à la Réunion. Étant donné l'étroitesse du marché local et les inconvénients dus à l'éloignement, les distilleries des départements d'outre-mer ne peuvent développer leurs activités que si elles bénéficient d'un accès suffisant au marché de la France métropolitaine, principal partenaire commercial. Par l'adoption du rapport, l'Union européenne promeut la prospérité économique de l'ensemble de ses territoires, ainsi que de ses acteurs économiques.

 
  
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  Lara Comi (PPE), per iscritto. − Resto piuttosto perplessa ogni volta che si parla di "deroga", di "eccezione" o di termini simili. In questo caso, in particolare, si tratta di accordare delle condizioni preferenziali ad un prodotto agricolo (in francese si parla proprio di rum "agricolo", letteralmente, perché è prodotto direttamente a partire dalla canna da zucchero e non dalla melassa, che è lo scarto della produzione dello zucchero, come quello cosiddetto industriale). E tali condizioni sarebbero giustificate solo dalla distanza che i territori di produzione hanno rispetto al resto del Paese di cui fanno parte. Ebbene, a me non sembra sufficiente. Tuttavia, considerando che si tratta di regioni circondate da Paesi in via di sviluppo, faccio delle più ampie considerazioni geopolitiche e penso che valga la pena prendere in considerazione l'idea di mostrare ai Paesi circostanti quanto benessere l'UE può garantire. E quindi ho votato a favore, confidando nella relazione che la Francia dovrà presentare durante la prossima legislatura come un momento per fare una riflessione seria sull'opportunità di tenere in vita tale forma di assistenzialismo.

 
  
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  Marielle de Sarnez (ALDE), par écrit. – Les régions ultrapériphériques, telles que la Guadeloupe, la Martinique et la Réunion, sont un atout incontestable pour l'Europe. Cependant, elles sont victimes de leur éloignement vis-à-vis des métropoles européennes. Et subissent, en conséquence, la concurrence de pays voisins, qui exportent des marchandises similaires, mais dont les normes de productions sont moins contraignantes que les normes sociales et environnementales imposées aux producteurs européens. Pour cette raison, il est tout à fait justifié que les producteurs de ces régions bénéficient d'aides pour rééquilibrer la concurrence et leur permettre d'écouler leurs produits sur le marché intérieur.

 
  
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  Tamás Deutsch (PPE), írásban. − A jelentés célja a francia tengerentúli területek termelőit kompenzálni azon hátrányokért, melyek távolságuk, kis méretük, földrajzi adottságaik, nehéz éghajlati viszonyaik, néhány terméktől való gazdasági függőségük miatt érik őket. Ennek következtében derogációt kaptak bizonyos francia tengerentúli területek, mely kedvezmény 2013. december 31-én lejárt. A tengerentúli régiók gazdaságának serkentése érdekében született az a döntés, hogy a derogációt újabb hét esztendőre lehetővé tegyék, és ezáltal engedélyezzék a Guadeloupe, Francia Guyana, Martinique területén előállított hagyományos rumra vonatkozó egyes közvetett adók csökkentett mértékű alkalmazását.

 
  
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  Diogo Feio (PPE), por escrito. Desde dezembro de 2011 que o rum tradicional produzido nos departamentos franceses ultramarinos beneficia de uma derrogação especial que permite ter uma taxa reduzida no imposto especial sobre o consumo. Contudo, esta derrogação terminou no final de dezembro de 2013. No entanto, a Comissão Europeia, a pedido do Governo francês, e por considerar que se encontram reunidos os prossupostos mínimos, propôs que esta derrogação seja novamente aplicada no período 2014-2020.

 
  
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. Esta medida tem por objetivo compensar os produtores dos departamentos franceses ultramarinos pela desvantagem concorrencial com que se deparam, provocada pela persistência e conjugação de fatores tais como o afastamento, a insularidade, a pequena dimensão, a topografia e o clima difíceis. São ainda condições determinantes, que restringem fortemente o seu desenvolvimento, a sua dependência económica em relação a um número reduzido de produtos, nomeadamente a cadeia de valor cana-açúcar-rum. A presente proposta solicita a prorrogação da aplicação, por mais 7 anos, da Decisão 2007/659/CE, que autoriza a França a aplicar, no seu território metropolitano e em relação ao rum tradicional produzido nos departamentos franceses ultramarinos, uma taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo, que pode ser inferior à taxa mínima do imposto especial sobre o consumo, mas que não pode ser inferior em mais de 50 % à taxa nacional normal do imposto especial sobre o consumo de álcool. A taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo é limitada a um contingente anual de 120 000 hl de álcool puro. As autoridades francesas solicitaram ainda o alargamento do âmbito de aplicação da Decisão do Conselho, de modo a abranger também o imposto sobre bebidas alcoólicas. São medidas justificadas, pelo que votámos favoravelmente.

 
  
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  Elisabetta Gardini (PPE), per iscritto. − Non ho nulla in contrario nel sostenere un territorio e una produzione tipica a patto che non produca distorsioni al mercato interno dell’Unione Europea. Partiamo da questo presupposto il vantaggio fiscale che stiamo applicando al rum francese di Guadalupa, Guyana, Martinica e Riunione non deve penalizzare altri produttori che giustamente si sentirebbero in posizione subalterna. Detto questo se il contributo continua a essere proporzionato alle esigenze di quei territori e sostiene adeguatamente la loro economia non posso oppormi a questo tipo di aiuto.

 
  
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  Marian Harkin (ALDE), in writing. − I supported this proposal because I believe we need to look at the specific situation of islands and overseas departments. The Commission has investigated and deemed it proportionate. There are no other Member States producing rum and the competition with other alcohols is very limited. The reduction of certain indirect taxes will help producers to deal with higher shipping costs and will allow producers of traditional rum an opportunity to access European markets. After all, that is what the EU is about, free trade and I believe this outcome promotes free trade.

 
  
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  Juozas Imbrasas (EFD), raštu. − Pritariau pasiūlymui, kadangi šios priemonės paskirtis – atlyginti Prancūzijos užjūrio departamentų gamintojams už nepalankią konkurencinę padėtį, kurią lemia jų atokumas, izoliuotumas, mažumas, sudėtingos topografinės ir klimato sąlygos ir ekonominė priklausomybė nuo kelių produktų, ypač nuo cukraus, cukranendrių ir romo vertės grandinės, nes šių veiksnių pastovumas ir derinys labai riboja šių regionų vystymąsi. Komisija siūlo 2014–2020 m. leisti Prancūzijai taikyti iki 50 proc. atitinkamų standartinių tarifų sumažintus akcizo ir VSS tarifus, tačiau bendras akcizo ir VSS sumažinimas neturėtų viršyti 50 proc. viso Direktyvos 92/84/EEB 3 straipsnyje alkoholiui nustatyto tarifo. Tokiu būdu siekiama skatinti atokiausių regionų ekonomiką.

 
  
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  Philippe Juvin (PPE), par écrit. – J'ai soutenu le rapport de ma collègue Danuta Maria Hübner concernant l'autorisation donnée à la France d'appliquer un taux réduit concernant certaines taxes indirectes sur le rhum "traditionnel" produit en Guadeloupe, en Guyane française, en Martinique et à La Réunion. Ces dispositions préférentielles, qui sont prolongées pour la période 2014-2020, se justifient par le contexte géographique et l'étroitesse du marché local pour ce type de production traditionnelle. Ce texte a été très largement adopté avec 455 voix pour, 94 voix contre et 22 abstentions, ce dont je me félicite.

 
  
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  Béla Kovács (NI), írásban. − Tizenéve minden hazai üzlet polcán meg lehetett találni a Puertorico rumot, amely 60%-os volt. Lehetőséget adva az átlag városi munkásembernek, hogy reggel egy féldecivel indítva fertőtleníthesse a gyomrát, beleit. Vidéken ezt mindig is tudták: nem több mint fél deci jó erős pálinka reggelre az egészség alapja. Mostanra van EU-s szabályozás, csak a 40%-os az elfogadható. Ami viszont már nem fertőtlenít. Itt is nyert a gyógyszer-lobbi. A jelentés elősegíti a hagyományos trópusi rum importját. Kérdés, hogy felvizezik-e utólag ezt is. Igaz már nem sok jelentősége van, hisz nem maradt munkahely, és munkáskéz is alig van. Magyarország és az EU is egyre jobban teljesít.

 
  
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  George Lyon (ALDE), in writing. − Today I voted against the report which authorises France to apply a reduced rate for certain indirect taxes on ‘traditionalʼ rum produced in some of its overseas territories. I believe that this legislation distorts the principle of the single market and gives an unfair advantage to these products over, for example, Scotch whisky imports to France.

 
  
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  David Martin (S&D), in writing. − I voted against these proposals because I believe the French tax break is discriminatory. Firstly, against other rum producers and in particular rum from the Caribbean region. Most rum-producing Caribbean nations are developing countries and are being put at a further disadvantage. As rapporteur for the Cariforum Economic Partnership Agreement and Chair of the Cariforum Delegation I could not support the French position. Secondly, the tax break discriminates against other spirits, including Scotch whisky which also has to compete with tax-reduced FOD rum in the French market.

 
  
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  Véronique Mathieu Houillon (PPE), par écrit. – J’ai voté en faveur du rapport qui autorise la France à appliquer au rhum « traditionnel » produit en Guadeloupe, en Guyane française, en Martinique et à la Réunion, et vendu sur le territoire de la France métropolitaine, un taux d’accise réduit qui peut être inférieur au taux minimal d’accise fixé par la directive européenne. Je me félicite de l’adoption de ce texte en réponse à la demande des autorités françaises et qui maintient une période de dérogation de 7 ans allant jusqu’à décembre 2020. Cette mesure est importante pour soutenir l’activité des distilleries locales d’outre-mer, qui ne peuvent pas développer leurs activités, sans un accès suffisant au marché de la France métropolitaine.

 
  
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  Nuno Melo (PPE), por escrito. A Decisão 2007/659/CE do Conselho, de 9 de outubro de 2007, autoriza a França a aplicar, no território da França metropolitana e em relação ao rum tradicional produzido nos departamentos franceses ultramarinos, uma taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo, que pode ser inferior à taxa mínima do imposto especial sobre o consumo prevista na Diretiva 92/84/CEE do Conselho, mas que não pode ser inferior em mais de 50 % à taxa nacional normal do imposto especial sobre o consumo de álcool. Esta medida visa compensar os produtores dos departamentos franceses ultramarinos pela desvantagem concorrencial com que se deparam, provocada pela persistência e conjugação de fatores tais como o afastamento, a insularidade, a pequena dimensão, a topografia e o clima difíceis, além da sua dependência económica em relação a um número reduzido de produtos, nomeadamente a cadeia de valor cana-açúcar-rum, que restringem fortemente o seu desenvolvimento. Com esta proposta, prorrogaremos esta autorização por mais sete anos. Por considerar justo esta redução, pois contribui para ajudar as regiões periféricas, dei o meu voto favorável.

 
  
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  Jean-Luc Mélenchon (GUE/NGL), par écrit. – Ce rapport prolonge jusqu’en 2020 le régime fiscal préférentiel dont bénéficient les rhums produits dans les départements français d’outre-mer (Guyane, Martinique, Guadeloupe, Réunion). Justifiée pour tenir compte de leur éloignement, de leur insularité et de leurs difficultés de production, cette réduction des taxes sur l’alcool a expiré fin 2013. Je déplore qu’en raison des lenteurs de la Commission et d’absurdes pressions britanniques, ce régime n’ait pas pu être prolongé avant, alors que les demandes nécessaires ont été déposées par la France il y a près d’un an. Cela a exposé ces productions de rhum françaises à de graves dangers commerciaux alors qu’elles sont un atout pour l’Europe et la qualité des spiritueux proposés à ses habitants. Je juge d’ailleurs parfaitement inutile la référence à l’évaluation de la compétitivité qui est ajoutée par ce rapport pour justifier à l’avenir le maintien de ce régime fiscal. Celui-ci devrait au contraire être pérennisé afin de garantir durablement des conditions de production décentes dans la filière canne-sucre-rhum. Je vote donc pour ce rapport, en demandant à la Commission de le mettre en œuvre au plus vite.

 
  
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  Willy Meyer (GUE/NGL), por escrito. − He votado a favor del presente informe ya que trata de compensar los mayores costes de los productores de ron tradicional situados en los departamentos franceses de ultramar de Guadalupe, la Guayana Francesa, Martinica y Reunión. La decisión que permitía la existencia de dichas excepciones en los gravámenes públicos franceses para estos productos dejó de estar vigente el pasado 31 de diciembre de 2013. Este informe propone que se prorroguen las mismas condiciones de importación de estos productos tradicionales. Se trata de una decisión que permite el desarrollo de la industria del ron tradicional en las citadas regiones, permitiendo efectos económicos positivos en la economía de dichos territorios. Por todo esto es por lo que he decidido votar a favor del presente informe.

 
  
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  James Nicholson (ECR), in writing. − I voted against the renewal of France’s ability to apply a reduced rate of indirect taxes on rum from France’s Overseas Departments (FOD) for a number of reasons. Firstly, I am concerned by how standard parliamentary procedure has been circumvented for this report. The Committee on Regional Development was not given adequate time to scrutinise the proposals, with insufficient time to submit amendments. Secondly, the proposals could allow France to apply a lower rate of health tax on rum from FOD, which given health concerns linked to excessive consumption of alcohol would appear to undermine the EU’s own health strategies. Thirdly, the proposals distort the market by allowing rum from FOD a tax break worth around EUR 1 billion over a seven year period. The Commission’s economic assessment places the cost of the ‘ultra-peripheral’ dimension to FOD at around EUR 340 per hectolitre, with the proposed tax break nearly trebling this to EUR 945 per hectolitre. Overall, the proposals represent an excessive economic benefit to an already successful sector, unfairly distorting the marketplace and disadvantaging local producers like Bushmills Irish Whiskey of County Antrim in my constituency, who are reliant on an even playing field to remain competitive.

 
  
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  Franz Obermayr (NI), schriftlich. Die Erzeuger aus den französischen überseeischen Departements haben aufgrund verschiedener Standortfaktoren Wettbewerbsnachteile: Abgelegenheit, Insellage, geringe Größe, schwierige Relief- und Klimabedingungen und wirtschaftliche Abhängigkeit von einigen wenigen Erzeugnissen wie insbesondere der Zuckerrohr-Zucker-Rum-Wertschöpfungskette. Um diese Nachteile auszugleichen, soll es Frankreich möglich sein, auf in seinen überseeischen Departements hergestellten und im französischen Mutterland verkauften „traditionellen“ Rum einen ermäßigten Verbrauchsteuersatz anzuwenden. Daher habe ich für den gegenständlichen Bericht gestimmt.

 
  
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  Younous Omarjee (GUE/NGL), par écrit. – Ce rapport propose de prolonger jusqu’en 2020 les taux réduits de taxe dont bénéficie la France pour les rhums produits dans ses départements d’outre-mer et destinés à être commercialisés en métropole. Ce régime préférentiel avait en effet expiré à la fin de l’année 2013.

J’ai voté en faveur de cette dérogation qui permet de continuer à soutenir la production de rhum et les planteurs de canne à sucre.

 
  
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  Maria do Céu Patrão Neves (PPE), por escrito. Votei favoravelmente a prorrogação do prazo da derrogação fiscal que autoriza a França a aplicar, no território da França metropolitana e em relação ao rum tradicional produzido nos departamentos franceses ultramarinos, uma taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo que pode ser inferior à taxa mínima do imposto especial sobre o consumo prevista na Diretiva 92/84/CEE do Conselho, mas que não pode ser inferior em mais de 50 % à taxa nacional normal do imposto especial sobre o consumo de álcool. A taxa reduzida do imposto especial sobre o consumo é limitada a um contingente anual de 120 000 hl de álcool puro. Este regime é uma pretensão comum às regiões ultraperiféricas com vista ao crescimento económico e ao aumento de emprego.

 
  
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  Tonino Picula (S&D), napisan. − Podržavam prijedlog odluke Vijeća o odobravanju Francuskoj da primijeni snižene stope određenih neizravnih poreza na „tradicionalni” rum proizveden u Guadeloupeu, Francuskoj Gijani, Martiniqueu i Réunionu, te podržavam izmjenu te odluke. Smatram da se gospodarstvenicima prekooceanskih područja Europske unije treba pružiti povoljan položaj kod pristupa tržištu EU s “tradicionalnim” rumom jer čak 71% vlastite proizvodnje plasiraju na francusko tržište. Njihov gospodarski potencijal temelji se na potpuno različitim gospodarskim prilikama od onih na europskom teritoriju, stoga smatram da je potrebno djelovati solidarno i produžiti razdoblje u kojem će se primjenjivati snižene stope trošarina na “tradicionalni” rum.

 
  
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  Crescenzio Rivellini (PPE), per iscritto. − La Francia è autorizzata ad applicare al rum "tradizionale" prodotto nei suoi dipartimenti d'oltremare e commercializzato nel territorio continentale, un'accisa di aliquota ridotta a compensazione dello svantaggio concorrenziale causato ai produttori dei dipartimenti francesi d'oltremare (DOM) dalla loro grande distanza, dalle difficili condizioni topografiche e climatiche e dalla dipendenza economica da alcuni prodotti della catena canna-zucchero-rum. Il 12 marzo 2013 le autorità francesi hanno chiesto alla Commissione di presentare una proposta di decisione del Consiglio che proroghi la riduzione, alle stesse condizioni, per altri sette anni. La Commissione, con relazione dell’on. Hübner, ha proposto in Parlamento di consentire alla Francia, per il periodo 2014-2020, di applicare un'aliquota di accisa ridotta, purché la Francia rediga entro il 31 luglio 2017 una relazione intermedia al fine di valutare se le ragioni che giustificano la concessione della deroga fiscale valgano ancora e se il vantaggio fiscale accordato continui a essere proporzionato, al contrario potrebbe essere introdotta una progressiva eliminazione fino al termine del periodo. Considerata l'urgenza di tale misura ed il proposito di stimolare e tutelare l'economia tradizionale di regioni ultra-periferiche non vedo motivo per opporre il mio voto contrario.

 
  
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  Raül Romeva i Rueda (Verts/ALE), in writing. − In favour. Until now, we have not been greatly convinced about the need to apply a reduced rate of excise duty as we have never seen an assessment of the impact a derogation like this has and whether the intended objectives (promotion of local markets) have been achieved or at least tackled. However, we have always supported such proposals (for the French outermost regions, for Madeira, for the Canary Islands) and voted in favour because of the local factor. In the aforementioned Council decision, there are, however, two new elements: the extension of the scope to the VSS which seriously weakens the health-risk aspect of the scheme; and the obligation for France to present a mid-term report on the measures, which is a very useful tool and meets our desire to know more about the impact of such derogations. We welcome greatly the introduction of a mid-term report, including analysis of the implementation and impact of the measures, as we do see the need for further assessment of the schemeʼs effectiveness.

 
  
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  Sergio Paolo Francesco Silvestris (PPE), per iscritto. − La Francia gode di una deroga, valida fino al 31 dicembre 2013, che le permette di applicare al rum "tradizionale" prodotto nei suoi dipartimenti d'oltremare e commercializzato nel territorio della Francia continentale, un'accisa di aliquota ridotta, che può essere inferiore all'aliquota minima dell'accisa stabilita dal diritto comunitario. Ritengo che la questione sia piuttosto urgente da un punto di vista temporale e inoltre ha ripercussioni socioeconomiche non indifferenti sulle realtà locali delle regioni ultraperiferiche, dal momento che l'obiettivo della misura è compensare lo svantaggio concorrenziale causato a tali regioni loro grande distanza, dalla superficie ridotta e dalle condizioni topografiche e climatiche, nonché dalla dipendenza delle loro economie dalla catena di valore canna-zucchero-rum.

Appoggio questa proroga perché ho particolarmente a cuore il bene dei piccoli produttori locali e anche perché una garanzia a eventuali pratiche anticoncorrenziali è offerta dalla relazione di valutazione intermedia che la Francia dovrà redigere entro il 31 luglio 2017. La relazione permetterà di valutare se le ragioni che giustificano tale regime fiscale siano ancora valide e dare informazioni sui costi di commercializzazione, permettendo, se del caso, la progressiva eliminazione della deroga.

 
  
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  Kay Swinburne (ECR), in writing. − This Treaty provision (being considered here in the context of a proposal to extend the conditions which authorise France to apply a reduced rate of excise duty to ‘traditional’ rum produced in its overseas departments and sold on the French mainland) grants an unfair advantage to the three Member States concerned, even though all Member States have their own peripheral regions and yet cannot benefit from such exemptions. For this reason, I could not support this report.

 
  
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  Marc Tarabella (S&D), par écrit. – J'ai approuvé le texte. La Commission propose que, pour la période 2014-2020, la France soit autorisée à appliquer un taux réduit d'accise et de VSS pouvant atteindre jusqu'à 50 % des taux respectifs normaux, mais que la réduction cumulée du droit d'accise et de la VSS ne soit pas supérieure à 50 % du taux plein sur l'alcool fixé.

Il est également proposé que la France rédige un rapport à mi-parcours à transmettre à la Commission le 31 juillet 2017 au plus tard, pour que celle-ci soit en mesure d'établir si les raisons ayant justifié l'octroi de la dérogation fiscale sont toujours d'actualité et si l'avantage fiscal octroyé par la France reste proportionné et suffisant pour soutenir la compétitivité de la chaîne de valeur canne-sucre-rhum en Guadeloupe, en Guyane française, en Martinique et à La Réunion.

Ce rapport devrait également fournir des informations sur les "frais de commercialisation". Au cas où les informations fournies montreraient que la dérogation fiscale n'est plus – partiellement ou entièrement – justifiée, ou que d'autres mesures seraient plus appropriées pour des raisons de compétitivité, mais aussi au regard de sa dimension internationale, un processus de suppression progressive pourrait être introduit jusqu'à la fin de la période concernée.

 
  
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  Nuno Teixeira (PPE), por escrito. A Decisão 2007/659/CE autoriza a França a aplicar, ao rum tradicional produzido nos departamentos franceses ultramarinos, uma taxa reduzida do imposto especial sobre o consume que pode ser inferior à prevista na Diretiva 92/84/CE do Conselho, limitada a um contingente anual de 120 000 hl de álcool puro, com término a 31 de dezembro de 2013. Este documento pede uma prorrogação desta Diretiva para o período de 2014-2020 e solicita que a França elabore um relatório intercalar dirigido à Comissão Europeia até 31 de julho de 2017, para que as razões para esta concessão possam ser avaliadas. O principal objetivo desta medida é compensar os produtores da Guadalupe, Guiana Francesa, Martinica e da Reunião pela desvantagem concorrencial com que se deparam, provocada pela insularidade, pequena dimensão, topografia e clima difícil. Sendo oriundo de uma região ultraperiférica, tenho consciência de como esta medida pode estimular a economia destas regiões, motivo que me levou a aprovar este relatório.

 
  
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  Silvia-Adriana Ţicău (S&D), în scris. − Am votat pentru propunerea de decizie de autorizare a Franței să aplice o rată redusă a anumitor taxe indirecte pentru romul „tradițional” produs în Guadelupa, în Guyana Franceză, în Martinica și în Réunion. Decizia autorizează Franța să aplice, pe teritoriul Franței metropolitane, pentru romul „tradițional” produs în departamentele franceze de peste mări, un nivel redus al accizei, care poate fi inferior ratei minime a accizei stabilite prin Directiva 92/84/CEE, dar care nu poate scădea cu mai mult de 50 % sub nivelul național normal al accizei la alcool. Reducerea accizei este limitată la un contingent anual de 120 000 de hectolitri de alcool pur. Această derogare expiră la 31 decembrie 2013. Scopul acestei măsuri este de a oferi o compensație producătorilor din departamentele franceze de peste mări pentru dezavantajele concurențiale induse de depărtare, insularitate, suprafața redusă, relieful și clima dificile, dependența economică de un număr redus de produse, în special lanțul valorii romului din zahăr de trestie, factori a căror persistență și combinare dăunează grav dezvoltării acestora. Franța trebuie să prezinte Comisiei un raport, până la 31 iulie 2017, astfel încât să se poată aprecia dacă motivele care au justificat acordarea unei rate reduse continuă să existe.

 
  
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  Ruža Tomašić (ECR), napisan. − Članak 349. ovlašćuje Španjolsku, Francusku i Portugal da imaju snižene stope određenih neizravnih poreza na proizvode proizvedene u drugim državama članicama, koje su određene posebnim specifikacijama. Takve povlastice su bile uvedene na temelju percipiranih stalnih poteškoća koje su utjecale na ekonomske i društvene uvjete tih najudaljenijih regija. Izglasane povlastice trajale su od 2007. godine do kraja 2013. godine. Europska komisija je predložila da se takve privilegije nastave od 2014. do 2020. godine kako bi se pomoglo posebnim državama unutar Europske unije.

Glasat ću protiv ovog prijedloga jer smatram da bi tri države članice imale nepravednu prednost. Veći dio zemalja ima periferne regije, ali nemaju pravo na privilegiju da koristite sniženu stopu poreza.

 
  
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  Iva Zanicchi (PPE), per iscritto. − Le norme vigenti autorizzano la Francia ad applicare al rum tradizionale prodotto nei suoi dipartimenti d'oltremare e venduti in Francia continentale una riduzione d'imposta delle accise, che può essere inferiore all'aliquota di accisa minima fissata dalla direttiva 92/84, ma non più del 50% dell'aliquota nazionale standard sull'alcool. Tale deroga è scaduta il 31 dicembre 2013 e per questo motivo le autorità transalpine hanno chiesto alla Commissione di presentare una proposta di decisione del Consiglio, che estende alle stesse condizioni la deroga fino al 31 dicembre 2020. Pertanto ho espresso il mio voto favorevole.

 
  
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  Inês Cristina Zuber (GUE/NGL), por escrito. Esta medida tem por objetivo compensar os produtores dos departamentos franceses ultramarinos pela desvantagem concorrencial com que se deparam, provocada pela persistência e conjugação de fatores tais como o afastamento, a insularidade, a pequena dimensão, a topografia e o clima difíceis. São ainda condições determinantes que restringem fortemente o seu desenvolvimento, a sua dependência económica em relação a um número reduzido de produtos, nomeadamente a cadeia de valor cana-açúcar-rum. Votámos favoravelmente.

 
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