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Quinta-feira, 6 de Fevereiro de 2014 - Estrasburgo Edição revista

Um quadro para as políticas de clima e de energia em 2030 (A7-0047/2014 - Anne Delvaux, Konrad Szymański)
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. - Este relatório debruça-se sobre o quadro de políticas de clima e de energia na UE até 2030, tema propício à habitual retórica – a necessidade de criação de emprego e de recuperação económica, uma transição para um modelo de crescimento sustentável, etc. – e às habituais contradições. São avançadas novas metas cujos objetivos passam por reduzir as emissões de gases de efeito de estufa (GEE) em 40% (tendo como referência as emissões registadas em 1990) e por assegurar uma quota de 27% para as energias renováveis. Muitos verberaram a falta de ambição destes objetivos. De facto, em face da arrebatada retórica climática a que a UE nos habituou, esperar-se-ia mais. Mas as metas numéricas valem o que valem, sendo fundamental aferir o caminho para as atingir, os métodos, instrumentos e critérios utilizados. Aqui, a UE deixou claro, há muito, o caminho e este relatório insiste nele: o mercado do carbono – que a realidade veio confirmar ser, para além de ineficaz, perverso. Aqui, o que importa e o que prevalece é o business as usual... Defendemos metas ambiciosas no domínio da redução de GEE e da transição para tecnologias hipocarbónicas, mas não partilhamos da apologia do capitalismo verde, que mais uma vez é feita neste relatório.

 
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