Връщане към портала Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (селекциониране)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
Този документ не е достъпен за справка на Вашия език и Ви се предлага на един от горепосочените езици

 Показалец 
 Пълен текст 
Debates
Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014 - Estrasburgo Edição revista

Condições de entrada e de residência de nacionais de países terceiros (debate)
MPphoto
 

  João Ferreira (GUE/NGL). - Senhor Presidente, defendemos, evidentemente, a possibilidade de residentes de países terceiros poderem entrar, residir e trabalhar na União Europeia. Defendemos que o possam fazer com condições de dignidade, que hoje são negadas a muitos deles. Mas esta proposta relativa às condições de entrada e de residência para efeitos de investigação e de estudos é bem reveladora do caráter seletivo das políticas de imigração da União Europeia.

Fica bem patente qual o seu objetivo: compensar a escassez e a fuga de cérebros que atinge vários países, inseparável da desqualificação das condições de prestação de trabalho científico e dos obstáculos crescentes no acesso ao conhecimento e à formação avançada; compensar esta fuga com a atração de cérebros de países terceiros; atrair força de trabalho qualificada, de acordo com as necessidades de algumas das principais potências, compensando a fuga com uma fuga de sentido inverso à qual estão associadas as mesmíssimas consequências perniciosas. Entretanto, para os outros, continua a vigorar a Europa Fortaleza, que criminaliza a imigração e os migrantes.

 
Правна информация - Политика за поверителност