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Debates
Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014 - Estrasburgo Edição revista

Serviços de transporte ferroviário de passageiros - Normalização de contas das empresas de caminho de ferro - Agência Ferroviária da União Europeia - Espaço ferroviário europeu único - Segurança ferroviária - Interoperabilidade do sistema ferroviário (continuação do debate)
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  João Ferreira (GUE/NGL), por escrito. No momento em que decorre no plenário do Parlamento Europeu o debate sobre o 4.º pacote de liberalização ferroviária, milhares de trabalhadores do sector, de vários países, manifestam-se contra os intentos deste pacote e denunciam as nefastas consequências dos três pacotes legislativos que o precederam. Lutam contra a liberalização e privatização deste sector estratégico, contra a proclamada abertura dos mercados nacionais aos operadores privados, processo com consequências desastrosas em diversos países. Se dúvidas houvesse, a realidade está aí para fazer prova: perda de passageiros e de quota de transporte, encerramento de linhas ferroviárias, descalabro das contas das empresas, aumento da precariedade laboral, degradação de infraestruturas, ameaças à segurança de trabalhadores e utentes, degradação dos serviços, aumento dos preços. Não contentes com isto, é este caminho que querem agora aprofundar. O objetivo do espaço único que proclamam é entregar aos monopólios do sector (sobretudo alemães e franceses) aquilo que estes ainda não conseguiram abocanhar. Desferir a estocada final no serviço público de transporte ferroviário. Terão de contar com a luta determinada dos trabalhadores e das populações! O transporte ferroviário tem um carácter estratégico, por razões de natureza económica, social, energética e ambiental – razão pela qual se impõem a propriedade e a gestão públicas do mesmo.

 
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