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Debates
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2016 - Estrasburgo Edição revista
1. Abertura do período de sessões
 2. Composição dos grupos políticos: Ver Acta
 3. Debates sobre casos de violação dos direitos humanos, da democracia e do Estado de direito (comunicação das propostas de resolução apresentadas): ver Ata
 4. Necessidade de uma política de reindustrialização europeia à luz dos recentes casos Caterpillar e Alstom (propostas de resolução apresentadas): Ver Acta
 5. Preparação da reunião do Conselho Europeu de 20 e 21 de outubro de 2016 (debate)
 6. Declaração da Presidência
 7. Encerramento do procedimento de levantamento da imunidade: Ver Acta
 8. Período de votação
  8.1. Adesão do Peru à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças (A8-0267/2016 - Angel Dzhambazki) (votação)
  8.2. Adesão do Cazaquistão à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças (A8-0268/2016 - Angel Dzhambazki) (votação)
  8.3. Adesão da República da Coreia à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças (A8-0266/2016 - Angel Dzhambazki) (votação)
  8.4. Objetivos globais e compromissos da UE em matéria de nutrição e segurança alimentar no mundo (B8-1042/2016) (votação)
  8.5. Procuradoria Europeia e Eurojust (B8-1054/2016) (votação)
  8.6. Necessidade de uma política de reindustrialização europeia à luz dos recentes casos Caterpillar e Alstom (RC-B8-1051/2016, B8-1051/2016, B8-1052/2016, B8-1053/2016, B8-1055/2016, B8-1056/2016, B8-1057/2016, B8-1058/2016) (votação)
 9. Declarações de voto
  9.1. Adesão do Peru à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças (A8-0267/2016 - Angel Dzhambazki)
  9.2. Adesão do Cazaquistão à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças (A8-0268/2016 - Angel Dzhambazki)
  9.3. Adesão da República da Coreia à Convenção da Haia de 1980 sobre os Aspetos Civis do Rapto Internacional de Crianças (A8-0266/2016 - Angel Dzhambazki)
  9.4. Objetivos globais e compromissos da UE em matéria de nutrição e segurança alimentar no mundo (B8-1042/2016)
  9.5. Procuradoria Europeia e Eurojust (B8-1054/2016)
  9.6. Necessidade de uma política de reindustrialização europeia à luz dos recentes casos Caterpillar e Alstom (RC-B8-1051/2016, B8-1051/2016, B8-1052/2016, B8-1053/2016, B8-1055/2016, B8-1056/2016, B8-1057/2016, B8-1058/2016)
 10. Correcções e intenções de voto: Ver Acta
 11. Aprovação da acta da sessão anterior
 12. Situação na Síria (debate)
 13. Comunicação da Presidência
 14. Situação na Síria (continuação do debate)
 15. Processo de paz na Colômbia (debate)
 16. Situação na República Democrática do Congo (debate)
 17. Direitos das mulheres na Polónia (debate)
 18. Composição das comissões e das delegações: ver Ata
 19. Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas de 2016, em Marraquexe, Marrocos (COP 22) (debate)
 20. Acordo Interinstitucional sobre o Registo de Transparência (debate)
 21. Aplicação do Regulamento relativo aos materiais e objetos destinados a entrar em contacto com os alimentos (debate)
 22. Medidas de execução (artigo 106.º do Regimento): Ver Acta
 23. Atos delegados (artigo 105.º, n.º 6, do Regimento): Ver Acta
 24. Transferências de dotações: ver Ata
 25. Entrega de documentos: ver Ata
 26. Ordem do dia da próxima sessão: Ver Ata
 27. Encerramento da sessão


  

VORSITZ: MARTIN SCHULZ
Präsident

 
1. Abertura do período de sessões
Vídeo das intervenções
 

(Die Sitzung wird um 9.05 Uhr eröffnet.)

 

2. Composição dos grupos políticos: Ver Acta
Vídeo das intervenções

3. Debates sobre casos de violação dos direitos humanos, da democracia e do Estado de direito (comunicação das propostas de resolução apresentadas): ver Ata

4. Necessidade de uma política de reindustrialização europeia à luz dos recentes casos Caterpillar e Alstom (propostas de resolução apresentadas): Ver Acta

5. Preparação da reunião do Conselho Europeu de 20 e 21 de outubro de 2016 (debate)
Vídeo das intervenções
 

Der Präsident. – Als nächster Punkt der Tagesordnung folgt die Aussprache über die Erklärungen des Rates und der Kommission zur Vorbereitung der Tagung des Europäischen Rates (20./21. Oktober 2016) (2016/2771(RSP)).

 
  
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  Ivan Korčok, President-in-Office of the Council. – Mr President, I would like to thank everyone for giving me this opportunity to present, on behalf of the Council, the agenda of the upcoming European Council. I shall try to be short and structured. There are three points on the agenda of the upcoming European Council: migration, trade and Russia.

First on migration. The European Council will start and have the discussion within the framework which was given and agreed back in Bratislava. It is given by an agreement that, first of all, we should never allow the return of uncontrolled flows and should bring down the numbers of irregular migrants; secondly, we should ensure full control of external borders; and thirdly – extremely important – should reach consensus on a long-term migration policy.

In more detail, I believe that there are two tracks. One is our constant attention to the developments on the ground, where I would like to mention Bulgaria: I am happy to say, and I am confident, that Member States will be able to assist Bulgaria in its efforts to protect external borders. Secondly, and more importantly, I believe the core of the debate will be about where we stand with our work and what progress has been made when it comes to the building blocks that we have agreed on in order to manage the challenge of migration.

First of all, when it comes to the protection of external borders, I recall that it is tomorrow that the European Border and Coast Guard will enter into force. It will be inaugurated in Bulgaria, and I would like to say that the Slovak Presidency considers it to be its most important work in the remaining months to make the European Border Coast Guard operational. This House and the Council have agreed to the agreement speedily and very quickly, so legally it is in place as of tomorrow, but everyone knows that in order for the European Border Coast Guard to be deployed we need its operational capability. But in order to successfully manage the challenge of migration, we need to look beyond our borders, which means that we have to come back to the agreement that we came to in June in the European Council to engage more actively with the partners outside of the European Union. I recall that we have agreed on migration compacts, and the European Council will certainly review in detail where we stand with this very important building block.

Lastly, on the external dimension: there will be an opportunity to review the implementation of the EU-Turkey statement.

On the second point – trade – I see a two-track approach to this debate. First, we need to have a broad political discussion about the future of our trade policy. On the one hand, I think everyone in this House would agree that trade without any doubt is a major source of growth. At the same time, I believe that, if we have a global ambition as a European Union, we need to use trade in order to exert our influence globally. This is an indispensable instrument in our hands. At the same time – and this must be part of a political debate – we need to reflect on how the broad public perceives the trade policy, which we are trying – as I said – to use in our own interests. This will be the political dimension of the discussion about trade, but at the same time, equally important will be the discussion about the respective trade relations that we have and aspects connected to it. I mention here China and, of course, we are aware that we are approaching the deadline of mid—December, by when we have to take a decision on whether to recognise China as a market economy, while at the same time we have clearly—defined interests, bearing in mind the anti-subsidy and anti-dumping dimensions of relations with China. At the same time, it is very important to review where we stand on TTIP, and I hope that we will finally have a very good outcome when it comes to the finalisation of our efforts to conclude an agreement with Canada. Of course, there is the issue of trade defence instruments: this is absolutely part of our efforts when we want to arrange trade in the way I have described.

Lastly, there will be a strategic overall political debate about Russia. That is what I wanted to say at the beginning, and I am ready to respond to your questions if there is interest on your side.

 
  
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  Jean-Claude Juncker, président de la Commission. – Monsieur le Président, Mesdames et Messieurs, dans le discours sur l'état de l'Union que je vous ai présenté il y a quelques semaines, nous avons proposé, en tant que Commission, un programme d'actions concrètes que nous voudrions voir adoptées par les colégislateurs dans le courant de l'année. Nous devrons absolument avoir pour ambition de ressouder l'Union européenne et, pour ce faire, il faudra que nous adoptions les textes législatifs qui sont pendants.

Deux jours après le discours sur l'état de l'Union, je me suis rendu, comme les autres collègues du Conseil européen, sauf une, à Bratislava où nous avons pu constater que les chefs d'État ou de gouvernement réunis sur place ont salué le discours sur l'état de l'Union. J'attire votre attention sur le fait que c'est la première fois que les membres du Conseil européen saluent un discours du président de la Commission. Auparavant, ils n'en prenaient même pas note. Le progrès ne saurait être arrêté.

(Réaction de M. Verhofstadt)

Je voudrais que le Conseil européen salue tous les discours que je fais devant vous, surtout lorsqu'ils sont reçus avec autant de bienveillance, comme ce fut le cas pour le dernier.

À Bratislava, nous avons adopté une feuille de route qui porte le nom de cette belle ville slovaque, mais cette déclaration de Bratislava est restée en dessous de mes attentes parce qu'insuffisamment concrète. Nous avions, en tant que Commission, proposé un calendrier qui aurait obligé les uns et les autres à le respecter. Cependant, la déclaration de Bratislava constitue une bonne plateforme pour nous permettre d'avancer. La présidence slovaque, son premier ministre, ont excellé dans l'art de réunir les points de vue des uns et des autres, ce dont il convient de se féliciter.

Nous avons pour devoir interinstitutionnel, à la suite de l'accord interinstitutionnel, de nous mettre d'accord sur un programme de travail entre les trois institutions avant la fin de l'année. Je voudrais que nous le fassions rapidement. Mais cet accord interinstitutionnel, cette idée de voir les trois institutions unir leurs forces pour nous mettre d'accord sur un programme, est un réel progrès.

Je voudrais que le Conseil européen, qui va se réunir à Bruxelles dans le courant de ce mois, puisse se mettre d'accord sur des résultats concrets. Nous n'avons pas besoin de poèmes, nous n'avons pas besoin de déclaration solennelle, il faudra que nous adoptions un programme qui nous permettra d'avancer. Cela est surtout vrai pour toutes les propositions que la Commission a présentées en relation avec l'union numérique européenne. Nous avons présenté une trentaine d'initiatives et je voudrais que le Conseil et le Parlement puissent les adopter avant le début de l'été, puisque les propositions que nous avons mises sur la table me paraissent être le maximum de ce qu'on pourra faire. C'est vrai pour le marché des télécommunications, pour la réforme des droits d'auteur et pour l'organisation du spectre radioélectrique.

Ces décisions sont absolument nécessaires pour que nous puissions avancer en matière d'Europe numérique. Ce sera un débat difficile et je voudrais que le Conseil européen décide, lui-même, si nous laissons aux différents ministres le soin de régler le spectre radioélectrique. Je crains que nous n'y arrivions pas. Laissez-moi vous donner l'exemple de l'Allemagne: dans ce pays, au moins dix-huit ministres sont compétents pour organiser le réseau radioélectrique. Par conséquent, il faudra que les chefs, eux-mêmes, prennent les décisions qui me paraissent être importantes.

Pour ce qui est de la migration, le Conseil européen ou le quasi-Conseil européen de Bratislava a décidé qu'il faudra – c'est vrai pour la migration et pour les autres domaines d'action de l'Union européenne – que nous appliquions les décisions prises. Comme le peuple hongrois s'est prononcé dans le même sens, je ne vois pas de difficultés insurmontables pour appliquer les décisions que, d'ores et déjà, nous avons prises.

En ce qui concerne le régime après Dublin, dont le Conseil et le Parlement sont en train de discuter, il faudra voir dans quelle mesure nous arriverons à créer une intersection entre les points de vue des uns et des autres. J'ai évoqué – mais je ne fais pas mienne – l'expression de "solidarité flexible". Je voudrais que nous trouvions un accord qui se distingue par sa dimension de solidarité.

La Bulgarie – puisqu'aujourd'hui il y sera inauguré les mécanismes du contrôle des frontières extérieures et des côtes – peut compter sur nous. Nous avons fait savoir au gouvernement bulgare que nous allions mettre à disposition 108 millions d'euros pour aider ce pays. Il nous faudra y envoyer 130 fonctionnaires supplémentaires et nous devons faire en sorte que la Bulgarie puisse acheter 50 véhicules qui permettront aux Bulgares de mieux contrôler leurs frontières.

L'arrangement avec la Turquie fonctionne. Il y a un an, en octobre 2015, 10 000 réfugiés arrivaient en Grèce chaque jour. Aujourd'hui, ce nombre de réfugiés est tombé à 85, ce qui prouve à l'évidence…

(Réaction de M. Lamberts)

– l'Italie, Monsieur Lamberts, n'a pas de frontière commune avec la Turquie, si vous me permettez cette petite indication géographique – nous avons conclu avec la Turquie un accord qui fonctionne, ce qui ne revient pas à dire que tout fonctionne en Turquie, évidemment.

Wir haben das Wort gegeben, dass wir uns in Sachen Flüchtlinge auch mit der Ursachenbekämpfung beschäftigen müssen. Deshalb lege ich großen Wert darauf, dass die Investitionsoffensive für Afrika so bald wie möglich Gestalt annimmt. Es wird möglich sein, durch diesen EFSI, der sich in Richtung Afrika bewegen wird, 44 Mrd. EUR an Investitionen vor Ort in Afrika zu mobilisieren. Wenn dann die Mitgliedstaaten dementsprechend ihren Beitrag leisten, könnten wir 88 Milliarden in Afrika investieren. Anstatt Menschen aufs Meer zu schicken, ist es ratsamer, den Menschen durch ökonomisch zu rechtfertigende Investitionen zu helfen.

We have an issue as far as trade is concerned. I am not a blind free trader, but I know that trade is essential. EUR 1 billion more trade with the outside world leads to the creation of 14 000 jobs.

I give you an example: we have concluded a trade agreement with South Korea. The total amount of the exchanges with South Korea is EUR 15 billion. Thanks to this agreement with South Korea, we created in Europe 210 000 jobs. So trade is not neutral, trade is a job-creator, and we have to make sure that the agreement with Canada will enter into force after a certain number of months.

We will have a summit with Canada later this month; I am in ongoing discussions with the Canadian Prime Minister today and tomorrow. I think that we will reach a final agreement, which will take on board – in a specific declaration – the concerns of all the Member States.

I was grateful to the President of the Council when he mentioned trade-defence instruments, because trade-defence instruments are of huge importance. We have to make sure that the proposals that the Commission tabled – back in 2013, the Barroso Commission – will be adopted by the Council of Ministers.

The fact is that in the Council of Ministers you have 12 Member States in favour of enhancing, strengthening the trade-defence instruments, and you have a group of 12 Member States who do not like the idea. They have to find an agreement amongst themselves, because you cannot explain to the public opinion – and mainly to those who are working – that we are opening the way for trade agreements with other nations without reinforcing the instruments we have to defend our industry, and mainly our steel industry.

 
  
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  Manfred Weber, im Namen der PPE-Fraktion. – Herr Präsident, Herr Ratspräsident, Herr Kommissionspräsident, liebe Kolleginnen und Kollegen! Vor drei Wochen hat Jean—Claude Juncker seine State of the Union-Rede gehalten, und sie hat geprägt. Sie hat den pragmatischen Ansatz, dass Europa liefern muss auf die Agenda gesetzt. Das wurde dann in Bratislava weiter vollzogen, und dazu möchte ich Jean—Claude Juncker gratulieren und danken – für diese Führungskraft. Europa liefert! In den letzten Tagen hat mich eine Nachrichtenmeldung am meisten gefreut, dass Marianne Thyssen verkündet hat, dass seit 2014 1,4 Millionen Jugendliche in Europa dank der Jobgarantie einen Job gefunden haben – einen festen Arbeitsplatz. 1,4 Millionen seit 2014, die Jugendarbeitslosigkeit konnte auf 19 Prozent reduziert werden. Europa liefert also – wir sollten über Erfolge auch reden.

Der kommende Rat wird sich mit vielen Fragen beschäftigen. Ich möchte unterstreichen, dass meine Fraktion für eine schnelle Ratifizierung des CETA ist, so wie es der Kommissionspräsident beschrieben hat, und dass wir auch bei der flexiblen Solidarität an seiner Seite stehen und jetzt diesen gordischen Knoten durchschlagen müssen. Ich will aber heute vor allem auf zwei Schwerpunkte eingehen:

Der Erste ist der Brexit. Theresa May wird das erste Mal da sein. Wir hatten als Europäische Union Cameron ein großes Angebot gemacht. Das wurde abgewiesen, und jetzt brauchen wir Klarheit. Wir haben beim Tory-Parteitag gelernt, dass nächstes Frühjahr der Antrag gestellt werden muss. Das ist gut, weil dann bis 2019, vor den Europawahlen, die Sache geklärt werden kann. Aber ich möchte auch Klarheit schaffen, dass für uns als EVP-Fraktion bei diesen Gesprächen die vier Grundfreiheiten Europas nicht zur Debatte stehen. Es kann nicht sein, dass Lastwagen die Grenzen überschreiten, aber die Bürger an diesen Grenzen aufgehalten werden.

(Beifall)

Die Strategie von Nigel Farage – er ist ja heute nicht einmal mehr da, Gott sei Dank, würde ich fast sagen – hat dazu geführt, dass Großbritannien heute nicht mehr zweitstärkste Volkswirtschaft der Europäischen Union ist, sondern drittstärkste Volkswirtschaft, weil das britische Pfund über 10 Prozent an Wert verloren hat und die Ratingagenturen Großbritannien um zwei Stufen herabgestuft haben. Nigel Farage ist sehr teuer für die Briten, dass muss man festhalten.

Was mich am meisten umtreibt, ist die Arroganz, die wir leider Gottes auch von Teilen der britischen Regierung erleben. Ich möchte darauf verweisen, dass sich in Bratislava 27 Staats- und Regierungschefs verabredet haben, in der Verteidigungspolitik Europas voranzumarschieren und mehr zu tun. Eine Woche später fand der Verteidigungsministerrat statt, und da stellt sich der britische Verteidigungsminister hin und sagt: Solange wir Briten Mitglied sind, werden wir jede Initiative zur Verstärkung dieser Zusammenarbeit blockieren! Liebe Kolleginnen und Kollegen, das ist ein arrogantes Verhalten der britischen Regierung. Wenn man hinaus will, dann soll man bitte nicht die weitere Vertiefung der Europäischen Union blockieren.

Wir haben seit George III. wahrscheinlich keine Regierung, die weniger Plan hat, wie sie mit der Situation umgehen soll, und deswegen hoffe ich, dass Theresa May bald mit ganz konkreten Vorschlägen um die Ecke kommt.

Das Zweite, was ich ansprechen will, ist Syrien. Wir stehen fassungslos vor einer menschlichen Tragödie. Die Barbarei: 300 000 Menschen jetzt in Aleppo eingeschlossen, Zehntausende von Kindern, die dort unter Bombenterror leben müssen. Seit der Belagerung von Sarajevo sehen wir nicht mehr so viele menschliche Geiseln auf einmal in einer Stadt zusammengepfercht, und das Resultat sind immer mehr Flüchtlinge. Wer ist verantwortlich? Wir wissen das: Assad, der Massenmörder seines eigenen Volkes, und natürlich Putin, der bombardiert, der russisches Militär dort einsetzt. Ich möchte mal die Frage stellen: Wo sind eigentlich heute in Europa die Massendemonstrationen der Friedensbewegung, angesichts dieses Wahnsinns den Putin dort verursacht? Wenn die Amerikaner dort bombardieren würden, dann wären die Straßen in ganz Europa voll. Deswegen bitte ich, auch einmal klar den Finger in die Wunde zu legen, dass Putin das größte Problem ist und Russland verantwortlich ist für diese Entwicklung.

(Beifall)

Der Europäische Rat muss das aufgreifen und kritisieren, er muss die Humanität in den Mittelpunkt schieben, er muss Ideen liefern, wie wir den Menschen vor Ort helfen können. Aber politisch ist klar, dass das appeasement gescheitert ist. Appeasement in Richtung Russland ist gescheitert. Putin bombardiert heute mit bunkerbrechenden Waffen gegen Zivilisten, und jeder hier im Haus und jeder im Europäischen Rat muss verstehen, dass Putin so lange kein Partner sein kann, wie er glaubt, dass Waffen Politik machen können. Wir müssen versuchen, diesen Wahnsinn zu stoppen. Schließlich muss man sich auch einmal vergegenwärtigen, wer die Handlanger in Europa für Putin sind. Nigel Farage sagte: „Putin ist ein Staatsmann, den er am meisten bewundert“, und Marine Le Pen sagte: „Putin kann die christliche Zivilisation retten“. Das waren die Aussagen von den Rechtspopulisten in Europa. Bei Marine Le Pen kann ich es noch verstehen, weil sie von Putin finanziert wird – deswegen muss man zwischendurch auch positive Sachen über seine eigenen Geldgeber sagen. Aber wahre Patrioten, wahre Vertreter der europäischen Nationen, wahre Vertreter der europäischen Patrioten sind keine Handlanger von Putin, so wie Sie das sind.

Deswegen ist die Bitte an den Europäischen Rat, die humanitären Initiativen zu ergreifen, und ich würde sogar so weit gehen, dass der Europäische Rat auch Geschäftemacherei mit Putin aktuell in Frage stellen muss. Ich glaube nicht, dass ein Nord-Stream-II-Projekt aktuell in die Zeit passt, dass wir nicht mit Russland Geschäfte machen können in der Zeit, wo Russland in Aleppo Zivilisten bombardiert. Ich glaube, wir als EVP stehen zu dem Ansatz, dass wir Humanität praktizieren, und wir wollen den Handlangern von Putin in Europa die Stirn zeigen.

 
  
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  Gianni Pittella, a nome del gruppo S&D. – Signor Presidente, onorevoli colleghi, io considero Bratislava un'occasione perduta, al netto della considerazione, di cui mi compiaccio, che ha avuto il Presidente Juncker. Intanto, mentre Bratislava rimaneva silente, il Primo ministro inglese, la signora May, annuncia che la notifica del recesso britannico avverrà forse a marzo, prima doveva essere a settembre, poi a dicembre, forse a gennaio, ora forse a marzo, sempre forse. Nel frattempo, la cosa più grave è che annuncia che il Regno Unito ripudierà unilateralmente tutto il diritto derivato dalla legislazione europea, con danni gravissimi per i cittadini extra britannici che vivono nel Regno Unito.

Se il buongiorno si vede dal mattino, la signora May nei suoi rapporti con i partner europei non poteva iniziare peggio. Ma noi dobbiamo fare le cose nostre, quello che dobbiamo fare noi. Dobbiamo dare un segnale di cambiamento. Io confermo il mio apprezzamento sincero per la relazione sullo stato dell'Unione che il Presidente Juncker ha presentato in quest'Aula. Servono segnali che riguardano la vita dei cittadini. Sul piano economico bisogna aprire una stagione di politica espansiva. I bilanci nazionali per il 2017 siano ambiziosi, altrimenti l'Europa sprofonda di nuovo in recessione. Si faccia una politica industriale vera, perché l'Europa non può essere al servizio di multinazionali come la Caterpillar, senza patria, che ricattano i lavoratori e li licenziano dopo aver distribuito dividendi agli azionisti, come avviene in queste ore in Belgio e in Francia con Alstom. Si lotti contro l'evasione e la frode fiscale, che sono le principali nemiche, non di noi socialisti, ma di tutta l'Unione europea.

Per quanto riguarda l'immigrazione, quando si gioca con le paure si finisce col venirne travolti, come dimostrano le notizie giunte dall'Ungheria. Come un apprendista stregone, il referendum di Orban da tentato plebiscito è diventato la sua sconfessione. La sconfitta di Orban ci dice di andare avanti col sistema europeo di asilo e di immigrazione e, come ha ricordato il Presidente Juncker, di rimettere in agenda e di andare avanti sull'accordo di partnership con l'Africa, su commercio e sussidi.

Per quanto riguarda il commercio, signor Presidente del Consiglio, concordo sul fatto che il commercio è motore di crescita, ma noi dobbiamo evitare il dumping. Il commercio internazionale va bene ma senza dumping. Noi non possiamo ridurre gli standard di vita, di lavoro, sociali, ambientali e sanitari dei cittadini europei. Per noi questa è una condizione imprescindibile. Sono stati fatti passi avanti sul CETA, abbiamo e rimaniamo fortemente dubbiosi sul TTIP e confermiamo il nostro no alla concessione dello status di economia di mercato alla Cina.

Con riferimento alla Siria, ritengo che sia un crimine contro l'umanità. Non si possono bombardare ospedali e scuole e uccidere medici, giovani, ragazze, bambini e donne innocenti senza alcuna motivazione. Bisogna assolutamente pervenire a un immediato cessate il fuoco e consentire un immediato e incondizionato accesso agli aiuti umanitari.

 
  
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  Syed Kamall, on behalf of the ECR Group. – Mr President, let me start actually by responding to a couple of points that Gianni Pitella made. Gianni said that the British Government had decided to repeal all EU legislation. Actually what they have decided to do is to transpose, in simple terms, EU legislation to make it stable in UK law. When the UK leaves the EU then you can actually start unpicking the law that has been transposed from the EU into the UK. I would ask you to be factually correct in these debates, especially if we are going to have an atmosphere of good cooperation to get a deal that is good for the EU and the UK at the end.

Secondly, I have to say I do agree with you that Bratislava was a wasted opportunity because if the Bratislava Summit was supposed to show the EU united and reconnecting with the people, then surely it was nothing short of an own goal: EU leaders meeting in a fortress, taking a lunch on a private yacht, followed by the Italian Prime Minister pulling out of a press conference, frustrated that other leaders had failed to agree anything of substance. Perhaps the only difference between this summit and the others that have come before was that this time you could not really blame the UK for the failure to achieve any kind of agreement.

When I saw reports of something not going very far, going round in circles for fear of being grounded, I wondered if they were talking about the summit itself, but it turns out they were talking about the yacht on which the leaders had their lunch. So if we are to truly fix what is broken, if we are to truly offer answers where the public has questions, if we are to truly show strength where there is currently weakness, then the next summit must achieve real results. The leaders of EU countries must show that they can lead because at the moment all the leaders can see is EU leaders pursuing yesterday’s European project rather than addressing today’s concerns.

We all need answers to the big questions: solving the migrant and refugee crisis, encouraging businesses to create more jobs, tackling internal and external security threats. Yet what emerges from this Chamber? Politicians shouting ‘no’ to austerity, politicians proposing free interrail passes, politicians protesting against trade with the US, full of slogans but bereft of action. We need to show our citizens in all our countries that we understand their concerns.

So when our citizens ask for fair but controlled immigration, let us be tough on those that attempt to jump the queue over others applying through legal migration channels, but compassionate to those who deserve our shelter, returning those who are not fleeing persecution or war.

When citizens of all the countries worry about an increasingly arrogant Russia, let us use fewer carrots and more sticks, speaking out on behalf of those Member States that share a border with an increasingly intimidating neighbour, showing Russia that their actions do not come without consequences. As Manfred Weber said, we believe we should be tough and that sanctions should not be lifted until the Minsk Agreement is implemented.

When the citizens of all our countries worry about a lack of jobs, let us remove the red tape holding back entrepreneurs from creating those jobs. Let us sign a trade agreement that offers businesses in all our countries new opportunities. Let us send a clear signal that we are open to trade with Canada and then other countries.

With every summit, with every meeting, we edge closer and closer to the next elections. At best, the EU has a record that shows it ploughed on with more of the same; at worst, that it pushed on with policies that failed. But it is a situation that needs fixing. It is a situation that the ECR Group of MEPs from 18 countries believes can be fixed, if only we were to take a new direction. The results of referenda in Denmark, Netherlands, and the UK show all of us that it cannot be business as usual but neither does it mean that there is not business to be done. Where past summits have failed to meet expectations, let us hope the next summit offers all of us solutions.

 
  
 

Der Präsident. – Bevor ich das Wort jetzt dem Vorsitzenden der Fraktion der Liberalen, Herrn Verhofstadt, erteile, gestatten Sie mir eine kurze Bemerkung.

 
  
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  Guy Verhofstadt, on behalf of the ALDE Group. – Mr President, first of all I would like to say to Mr Kirkhope: good luck in the House of Lords. I am pretty sure that we shall have a good defender of the European Union in the House of Lords from now on.

Václav Havel, who was at that moment the Czech President, warned in a speech in this House, I think it was in 1994, that Europe could ‘fall into the hands of a cast of fools, fanatics, populists, demagogues, determined to promote the worst European traditions.’

Havel would have turned 80 today, but I think that his warning is more relevant than ever and I would say to you, President, and also to the President of the Commission, that the challenges of the next European Council are proof of that.

I have, in fact, the same priorities as Manfred Weber has already put on the table. I think you have to talk about the tragedy in Syria. I cannot imagine that you return to your capitals after this European Council without decisive action on what is happening in Aleppo and it will not be sufficient, only to say ‘we are going to liberate EUR 25 million in humanitarian aid’, because you know very well today that it is even impossible to transfer this aid to the poor people in Aleppo. You will need to do other things, more difficult decisions to take, on eventual sanctions against Putin and Assad and on eventually installing a no-fly zone above Aleppo. Otherwise, this tragedy will continue and that is, I think, the first priority we have for this European Council. I can only imagine a situation where you go back and say ‘yes, that is for Ms Mogherini and we have nothing to say about this.’

My second priority is, and that is another point that Manfred Weber did not mention but I will mention it, is finally fixing the cracks in our financial foundations. It is now eight years that we have been discussing this and that we have not definitely cleaned up the financial mess in Europe. That means two things: a fully-fledged Banking Union. We do not have that for the moment. Secondly, economic governance, which is far better than a stability pact – let us be honest – that is never applied, from Greece to Portugal. It is no better in the north of Europe. We have problems with Greek banks, Irish banks, Spanish banks, Portuguese banks, Italian banks, Cypriot banks, Belgian banks, Dutch banks and now it is Deutsche Bank that is on the brink, creating further uncertainty and prolonging, in fact, the credit crunch in Europe. I remind you that the US, immediately after the financial crisis, put USD 400 billion in their system. They cleaned up the banking sector and every penny has been paid back since they did that. What we are doing in Europe is still debating, in fact, a Banking Union, we are still debating an economic governance system, and my plea to the Presidency of the European Council is that finally, in the European Council, work be done, that the Five Presidents report be approved. It is a fundamental mistake, Mr President, to think that we can get rid of it. That is the second priority, in my opinion, for this European Council.

The third priority for the European Council is, I think, dealing in fact with the UK decision to leave the Union. I think it is impossible that you say nothing about it, and I think that you have to respond to the announcement by Prime Minister May. In my opinion, you have to say four simple things: first, no pre-negotiations – we can only start negotiations after the triggering of Article 50; secondly, negotiations need to be finished before the next European election – I cannot imagine that Mr Farage coming back to this Hemicycle; thirdly, the new EU relationship with the UK needs to be a close one, not only in our interest, but also in the interest – I should say – of the 48% of British citizens that have voted to remain, and let us not forget that; finally, whatever the new relationship will be, it can never infringe on our four fundamental freedoms.

My conclusion is clear: Europe and European values will never be up for negotiation.

 
  
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  Gabriele Zimmer, im Namen der GUE/NGL-Fraktion. – Herr Präsident, Herr Kommissionspräsident! Herr Juncker, ich hatte schon vor zwei Wochen oder vor drei Wochen den Eindruck, dass die Rede zur Lage der Union eher an den Rat gerichtet war als an uns als Parlamentarier. Ich glaube, Sie haben das heute indirekt auch bestätigt. Sie wollten den Rat dazu bringen, endlich zu verstehen, dass er sich auf gemeinsame, auf solidarische Grundlagen berufen, zu ihnen zurückkehren und damit aufhören muss, dass jeder sein eigenes Süppchen innerhalb des Rates, innerhalb der Europäischen Union kochen will.

Dass das gelungen ist, glaube ich nicht. Es wird sich nicht nur an der Frage zeigen, inwieweit die Europäische Union sich einig ist, eine militärische Kooperation zu vertiefen – was aus meiner Sicht der falsche Weg ist –, sondern es wird sich vor allem zu Beginn des nächsten Jahres zeigen, wenn es nämlich darum geht, dass anlässlich des 60. Jahrestages der Unterzeichnung der Verträge von Rom die Frage steht, ob die Europäische Union und vor allem die Mitgliedstaaten bereit sind, endlich zu einer sozialen Union zurückzukehren – nicht zurückzukehren, sondern sie endlich aufzubauen, endlich zu akzeptieren, dass es ohne sie keine Europäische Union geben wird, die eine Zukunft hat. Das ist der eine Punkt, den ich ansprechen möchte.

Dazu gehört auch, dass, wenn der Rat jetzt beispielsweise über die Fragen der Migration diskutieren will, auch darüber geredet werden muss, wie Mitgliedstaaten versuchen, genau diesen gleichen Verantwortungen auch für die Einhaltung der eigenen Werte auszuweichen und sie für sich neu zu interpretieren. Ich denke hier nur an das Referendum in Ungarn und die Ankündigung, dass Orbán das gescheiterte Referendum trotzdem umsetzen will. Dazu brauchen wir klare Aussagen auch des Rates.

Wir brauchen auch klare Aussagen, wie wir denn mit den Rechten von Frauen in Polen umgehen. Es kann ja wohl nicht sein – aber es zeichnet sich ganz klar ab –, dass eine Mehrheit im polnischen Sejm für ein totales Abtreibungsverbot stehen wird und das so entscheiden wird. Und wenn beispielsweise der Erzbischof Hoser von der Bioethik-Kommission des Episkopats erklärt, Abtreibung sei gleich Eugenik, dann zeigt das, in welche Richtung das geht. Hier ist auch die Europäische Union gefragt. Hier geht es nämlich um unsere Werte als Menschen, als Frauen insgesamt, und die gelten für alle und nicht nur in bestimmten Mitgliedstaaten der Europäischen Union.

Zum Handel: Ich möchte gern wissen, ob der Rat auch über das redet, was beispielsweise Herr Gabriel auf dem SPD-Kongress angedeutet hat, nämlich dass man nachverhandeln will, dass das beim CETA auch passiert. Oder was ist das für eine vorbehaltliche Zustimmung der SPD? Schließlich ist Herr Gabriel nicht nur SPD-Vorsitzender, sondern auch stellvertretender Bundeskanzler und Wirtschaftsminister in Deutschland. Was passiert da also jetzt?

Zu Russland: Die Sanktionen halte ich nach wie vor für falsch, und ich lasse mich deshalb trotzdem nicht in eine Reihe mit Putin stellen. Ich erkläre, dass die Bombenangriffe auf Aleppo ein Verbrechen sind, auch seitens Russlands, aber darüber hinaus gibt es weitere Verantwortliche. Und ich sage Ihnen nochmal: Bitte fallen Sie nicht auf die Taktik herein, Russland wieder zum Reich des Bösen zu erklären. Das hat uns noch nie etwas gebracht. Es hat uns noch nie etwas gebracht, wenn praktisch über Sanktionen, über Ausgrenzung, über diese Art von Politik wieder versucht wird, den Kalten Krieg zu mobilisieren und letztendlich wieder zu einem Wettrüsten zu kommen. Das ist die Angst, vor der wir stehen. Dazu haben wir uns zu verhalten, und da hat die Europäische Union auch eine besondere Verantwortung, genau jetzt nicht das Spiel im amerikanischen Wahlkampf zu übernehmen.

 
  
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  Philippe Lamberts, au nom du groupe Verts/ALE. – Monsieur le Président, comme la plupart d'entre nous, je n'ai jamais participé à un Conseil européen et je ne peux donc qu'imaginer à quoi pourrait ressembler celui qui va se tenir à Bruxelles en ce début d'automne 2016.

J'imagine 28 chefs d'État ou de gouvernement profondément secoués par les annonces de licenciements massifs à la Commerzbank, chez ING, chez Caterpillar, chez Alstom, surtout dans la perspective de cette nouvelle étude qui nous apprend que le taux d'emploi en équivalent temps plein en Europe plafonne à 75 % dans les pays qui affichent les meilleurs taux en Europe, pour tomber à 68 % en Allemagne ou à 53 % en Grèce. Je les imagine préoccupés par la lancinante progression des inégalités au sein de nos sociétés.

Je les imagine inquiets après une nouvelle année record pour les températures atmosphériques et, surtout, après un mois de septembre qui est le plus chaud dans l'histoire de l'humanité – en tout cas, depuis le début des relevés de températures.

Je les imagine horrifiés par les massacres perpétrés à Alep par l'armée d'Assad et par celle de Poutine, mais aussi par le décompte des morts en Méditerranée, qui risque de faire de cette année la plus meurtrière sur ce front-là. Comme je le disais, nous ne pouvons pas dire que l'accord UE—Turquie fonctionne.

Je les imagine réjouis d'apprendre que, si, avant l'été, un référendum a montré la progression des idées nationales populistes en Europe, un autre, après l'été, a montré qu'il restait au sein de nos sociétés des digues qui résistent. Mais pour combien de temps encore? Peut-être se rendent-ils compte que le pire n'est jamais sûr, pour autant que nous sachions nous ressaisir à temps.

Alors, j'imagine la tournure que pourrait prendre leur débat: ils pourraient se dire que, si le traité commercial avec le Canada peut profiter à quelques-unes de nos multinationales, cela pourrait bien être au prix de la perte nette de 200 000 emplois européens, d'une pression accrue sur nos agriculteurs, qui n'en peuvent déjà plus, et d'un nouvel accroissement du pouvoir des multinationales au détriment de la démocratie.

Sachant qu'une hausse des flux de commerce international va de pair avec une augmentation de notre empreinte écologique, ils pourraient conclure que, décidément, ce traité n'est pas la chose à faire. Ils pourraient décider qu'au lieu de cela, l'urgence est à l'accomplissement de notre marché intérieur encore bien imparfait, un marché où la concurrence fiscale et sociale céderait le pas à la coopération et à la convergence vers le haut.

Ils pourraient se mobiliser ensemble pour faire de l'investissement dans la transition énergétique le projet moteur de l'intégration européenne, car ils savent que c'est bon pour le climat, pour notre indépendance stratégique, pour notre balance des paiements, pour notre compétitivité industrielle et, évidemment, pour l'emploi.

Mais ils pourraient aussi se rendre compte qu'il y a urgence à repenser ensemble l'organisation du travail, notre fiscalité et notre sécurité sociale dans un monde où la révolution numérique libère toujours plus l'humanité du travail, et ce pour faire en sorte que les bénéfices de cette révolution industrielle ne soient pas confisqués par quelques-uns et ne laissent désormais personne au bord du chemin.

Ils pourraient arriver à la conclusion, Monsieur Korčok, que l'endiguement n'est pas la réponse aux défis migratoires, mais qu'une Europe riche est capable d'être une terre d'accueil et de refuge non seulement en préservant ses valeurs, mais en réalité pour leur être fidèle.

Chers collègues, tout cela est peut-être le fruit de mon imagination, mais je suis convaincu que, loin d'être un rêve, tout cela est possible à condition, bien sûr, de le vouloir. Cette volonté, chers collègues, était totalement absente à Bratislava et la question qui se pose donc est la suivante: cette volonté sera—t—elle présente à Bruxelles?

 
  
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  David Borrelli, a nome del gruppo EFDD. – Signor Presidente, onorevoli colleghi, la politica dei migranti è un tema strategico che, se gestito con superficialità, può diventare un elemento dirompente per il processo di unificazione europea. Occorre che le Istituzioni inviino un segnale concreto di attenzione, attenzione alla vita di queste persone disperate ma soprattutto alle preoccupazioni dei cittadini europei, che percepiscono chiaramente l'incapacità dei loro leader nell'affrontare un simile fenomeno, facendo nascere la paura.

La soluzione non può prescindere da tre capacità: coraggio, equilibrio e rapidità. Ci aspettiamo che il prossimo vertice arrivi almeno a ciò. Dovrà anche dare una risposta alle sfide sul piano della politica commerciale. Quello che sta accadendo con il TTIP, il CETA e ancora di più con il MES alla Cina ci fa capire che non è più il tempo per decisioni prese da pochi solo nell'interesse di precisi poteri nazionali ed economici. Una politica commerciale deve essere un bene comune e può esserlo se reca benefici a tutti, se accoglie i bisogni di tutti.

Tante volte ci siamo chiesti dov'è su queste cose la capacità strategica del Consiglio, che non riesce a superare le sue divisioni interne sul rafforzamento degli strumenti di difesa commerciale e sulla tutela del "made in". Dov'è la capacità della Commissione di far valere l'esperienza e la forza negoziale di un'Europa che certo non è tra le ultime economie ed è sicuramente tra i modelli più avanzati di economia di mercato.

Oggi c'è il pericolo di mettere a rischio la nostra legislazione, le nostre imprese e i nostri lavoratori per l'incapacità di gestire dinamiche a livello globale non certo nuove né improvvise, il tutto condito dal fatto che spesso si è lavorato anche senza la necessaria trasparenza. Ma quando non si riesce in un compito si deve avere l'umiltà di chiedere collaborazione e questo vale anche per la Commissione europea. La trasparenza istituzionale non è un limite ma una forza per chi è capace di avere e condividere un progetto.

 
  
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  Marine Le Pen, au nom du groupe ENF. – Monsieur le Président, Mesdames et Messieurs, j'entends ici certains dénoncer le traité transatlantique dans les médias, telles les girouettes qui sentent le vent tourner, puisque les peuples ont compris la réalité de ce traité transatlantique. Cela ne vous empêche pas, dans le même temps, de faire passer discrètement, au mois d'octobre, son petit frère, à savoir le traité entre l'Union européenne et le Canada.

Cet accord qui, comme son grand frère, d'ailleurs, va mettre en place une justice privée d'exception pour que les multinationales puissent attaquer les États. C'est évidemment honteux, indéfendable et totalement contraire à nos principes. Alors même que nos éleveurs sont déjà à l'agonie, vous allez, de surcroît, accentuer les pressions sur eux en les mettant en concurrence avec des éleveurs canadiens produisant 30 à 40 % moins cher.

Sur la crise des migrants, votre propre office de statistiques, pardon Eurostat, annonce que 30 % seulement d'entre eux viennent de Syrie. En tirez-vous une conclusion? Non, absolument pas. La politique irresponsable que vous menez nous amène toujours plus de migrants économiques, et vous n'avez rien trouvé de mieux que de distribuer des cartes bleues que vous allez offrir aux demandeurs d'asile en Turquie, ce qui va évidemment créer à nouveau un appel d'air irrépressible. Au moment où les peuples vous expriment pourtant, par tous les moyens, qu'ils ne souhaitent pas accueillir de migrants, vous les leur imposez contre leur volonté – mais cela, j'allais dire, vous en avez l'habitude.

Enfin, vous avez tout fait pour faire tomber le gouvernement de la Syrie en livrant ce pays à une terrible guerre civile. Vous vous défaussez aujourd'hui en accusant la Russie, qui lutte contre l'État islamique, de tous les maux mais, je vous le dis très clairement, ceci ne cache pas votre responsabilité écrasante et celle des maîtres néoconservateurs américains de M. Weber qui, depuis l'Irak, ont jeté cette partie du monde dans un chaos absolument épouvantable.

Monsieur Juncker, vous êtes totalement déconnecté de la réalité. Totalement! Vous nous apprenez que vous prévoyez 88 milliards d'investissement en Afrique, quand l'Union européenne s'appauvrit à une vitesse vertigineuse. Vous parlez de création d'emplois, mais vous oubliez juste de parler des destructions d'emploi qui, aujourd'hui, sont évidemment beaucoup plus importantes. Vous nous expliquez que le référendum hongrois est une victoire pour l'Union européenne, parce qu'il y aurait eu un taux de participation inférieur à 50 % alors que 95 % des Hongrois, voire même peut-être 98 %, ont clairement dit qu'ils ne souhaitaient pas de migrants.

Je vous rappelle, Monsieur Juncker, tout de même que, si je suis votre analyse, alors les Hongrois ont décidé de ne pas entrer dans l'Union européenne, puisque le référendum sur l'adhésion à l'Union européenne avait recueilli moins de participation que celui sur les migrants.

Quant à M. Weber – je ne parle même pas de ses déclarations, je ne parle pas des attaques monomaniaques contre M. Farage ou contre moi-même, on en a l'habitude, on n'y fait même plus attention, en l'occurrence –, j'évoquerai ses mensonges désespérés pour nous expliquer que la Grande-Bretagne va mal, alors que l'intégralité des indicateurs économiques de la Grande-Bretagne démontre que, dans cet après-Brexit, elle se porte beaucoup mieux qu'avant le référendum et beaucoup mieux que l'intégralité de nos propres pays, en l'occurrence.

Alors, c'est parce que vous êtes déconnecté de cette réalité que les peuples vous fuient. Ils vous tournent le dos, ils veulent larguer les amarres. C'est le cas des Grecs, c'est le cas des Danois, des Polonais, des Hongrois, des Néerlandais, des Italiens qui, demain, voteront par référendum sur la Constitution, qui sera aussi un référendum pour ou contre l'Union européenne, et ce sera le cas, je le souhaite, le plus rapidement possible, évidemment, des Français.

 
  
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  Γεώργιος Επιτήδειος ( NI). – Κύριε Πρόεδρε, κατά την επικείμενη σύνοδο του Συμβουλίου, οι αρχηγοί των κρατών θα ασχοληθούν και πάλι με σοβαρά θέματα. Με βάση όμως τη μέχρι τώρα συμπεριφορά της Ευρωπαϊκής Ενώσεως γεννάται το ερώτημα: έχουν τη θέληση να ασχοληθούν με τα θέματα αυτά με τρόπο ο οποίος εξυπηρετεί τα συμφέροντα των λαών τους; Και αν ναι, έχουν τη δυνατότητα να το επιτύχουν; Έχει, παραδείγματος χάρη, η Ευρωπαϊκή Ένωση τη δυνατότητα να υποχρεώσει την Τουρκία να σταματήσει να στέλνει παράνομους μετανάστες στην Ελλάδα; Έχει τη δυνατότητα η Ευρωπαϊκή Ένωση να εφαρμόσει την ποσόστωση στην κατανομή των μεταναστών σε όλες τις χώρες της Ευρώπης, ώστε να πάψει η Ελλάδα να αποτελεί ένα χώρο συσσώρευσης εξαθλιωμένων και δύστυχων ανθρώπων; Έχει τη δυνατότητα Ευρωπαϊκή Ένωση να υποχρεώσει την Τουρκία να αναγνωρίσει την Κυπριακή Δημοκρατία και να πάψει να την εκβιάζει; Έχει τη δυνατότητα και τη θέληση η Ευρωπαϊκή Ένωση να εφαρμόσει μια εμπορική πολιτική που θα παραμερίσει τις πολυεθνικές εταιρείες και θα στηρίξει τις βιομηχανίες, τα αγροτικά και τα γεωργικά ευρωπαϊκά προϊόντα; Θα αποδεχτεί άραγε την καταστρεπτική για τα συμφέροντα της Ευρώπης συμφωνία ΤΤΙΡ; Και τέλος, έχει το πολιτικό θάρρος να αναθεωρήσει τις σχέσεις της με την Ρωσία και να αναθεωρήσει την πολιτική που εφάρμοζε μέχρι τώρα και που οδήγησε σε αδιέξοδο τις σχέσεις των δύο χωρών, εις βάρος των συμφερόντων και των δύο; Θα δούμε σε λίγες μέρες εάν τελικά θα πρυτανεύσει η λογική ή θα υπερισχύσουν οι εμμονές και οι ιδεοληψίες.

 
  
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  Herbert Reul (PPE). – Herr Präsident, Herr Kommissionspräsident, Herr Ratspräsident! In schwierigen Zeiten erwarten die Menschen von der Politik, dass sie Probleme löst. Da helfen keine Pläne, was so in 100 Jahren ist, da hilft aber auch nicht, was die letzten Redner gemacht haben: ewige Meckerei, wie schlimm die Lage ist, und das Problem immer noch zu vertiefen. Ich bin dem Kommissionspräsidenten extrem dankbar, dass er heute noch einmal konkrete Punkte benannt hat. Politik hat etwas damit zu tun, dass Politik auch konkrete Probleme löst. Und da kommt es jetzt darauf an, ob wir im Parlament – wir haben ja auch heute wieder 27 000 verschiedene Vorschläge gemacht – genau wie die Kommission oder wie der Rat es versucht, uns auf einige wenige zentrale Punkte konzentrieren und den Leuten durch politisches Handeln beweisen, dass wir sie gelöst kriegen. Zum Beispiel kann man bei der Flüchtlingsfrage darüber reden, was alles noch nicht geht. Man kann aber auch sagen. Das mit dem Türkei-Abkommen ist ja schon einmal ein toller Erfolg. Nicht Zehntausende sondern 86, das ist doch ein Fortschritt. Das heißt ja nicht, dass alles erledigt ist.

Und die Frage 2: Wie kann man dann in Europa zu einer Solidarität kommen, die heißt, jeder muss auch einige Flüchtlinge, einige Migranten aufnehmen? Vielleicht ist es auch richtig, wie der Kommissionspräsident gesagt hat, dass man da eine Flexibilität einbaut, damit alle mitgehen können. Wichtig ist aber, dass sich alle beteiligen an diesem Projekt.

Oder bei der Frage des Wachstums: Da nützt es doch nichts, hier über Industrie herumzumeckern, sondern da müssen konkrete Bedingungen gestaltet werden, damit Wachstum entstehen kann. Oder da muss man Ja sagen zu Handelsbeziehungen und Verträgen. Da kann man nicht ewig nur herummeckern, was da alles schiefläuft. Da muss man ganz konkret sagen: Wir machen das jetzt mal – beim CETA und auch bei anderen Verhandlungen. Ich fand den Hinweis, Herr Juncker, extrem hilfreich, was an Arbeitsplätzen entstanden ist durch das südkoreanische Handelsabkommen. So konkret ist Wirklichkeit, wenn es gemacht wird, und wenn nicht nur blöd herumgequatscht wird.

Dazu gehört für mich genauso die Frage, wie wir mit wirklichen Verletzungen von Menschenrechten oder dem Töten von Menschen in der Welt umgehen. Mich erbost zutiefst, dass es hier keinen Aufschrei gibt in diesem Laden über das, was da in Syrien passiert. Ich bin Manfred Weber und den anderen Kollegen sehr dankbar, dass sie das mal beim Namen genannt haben. Bei jedem Kram machen wir hier eine Gedenkminute. Da werden Hunderttausende abgeschlachtet, und wir sagen nicht, dass das so nicht weitergeht, und wir zeigen auch nicht den Russen die rote Karte. Was ist das denn für eine Moral, wenn man an dieser Stelle hier einfach so weitermacht, als wäre nichts passiert? Auch konkretes Handeln, Werte – davon kann man quatschen, oder konkrete Werte kann man konkret nachweisen, indem man auch handelt.

Ich erwarte mehr konkrete Handelspolitik und deshalb: Danke an den Kommissionspräsidenten.

 
  
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  Enrique Guerrero Salom (S&D). – Señor Presidente, al comienzo de su intervención, el señor Juncker subrayaba que, por primera vez, en Bratislava se ha celebrado el discurso del estado de la Unión; pues es importante que, a partir de ahora, no solamente se celebren los discursos, sino que se pongan en marcha las medidas propuestas por la Comisión.

Creo que, de Bratislava, lo poco salvable de la Declaración es el último punto. Ha llegado el momento de ejecutar aquello que ya hemos acordado. Eso es lo importante, porque lo que ha hecho el Consejo hasta ahora ha sido aprobar asuntos que posteriormente los Estados miembros han ignorado. Esto es mayormente importante en lo que se refiere a la emigración. Todo ha ido derivando hacia la seguridad; todo ha ido derivando hacia evitar que lleguen a nuestras costas o a nuestras fronteras los migrantes; todo ha ido derivado hacia asuntos que tienen que ver con cerrarnos hacia el exterior.

De acuerdo, hay que proteger las fronteras; de acuerdo, hay que dar una respuesta en los lugares de origen de donde se generan los refugiados y los migrantes para que no tengan que llegar a nuestras costas, pero tenemos que dar una respuesta interna, con solidaridad, con integración y con relocalización de aquellos que ya están con nosotros.

Respecto a la economía, hace mucho tiempo que el Consejo Europeo no se dedica a la cuestión económica, pero hace una semana alguien dijo que nos estamos habituando a un crecimiento demasiado bajo, por demasiado tiempo, en beneficio de demasiados pocos.

No estoy citando a nadie extraño: estoy citando a Christine Lagarde. Ayer, el Fondo Monetario Internacional señaló que nuestro crecimiento el próximo año será menor que el de este, y que el de este será menor que el del año anterior. Mientras no demos respuestas en creación de empleo, en crecimiento, en oportunidades a nuestros ciudadanos, absolutamente todas las crisis tendrán un fondo común: la insatisfacción respecto de los resultados que proporciona la Unión.

 
  
  

PRESIDENZA DELL'ON. ANTONIO TAJANI
Vicepresidente

 
  
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  Ryszard Czarnecki (ECR). – Panie Przewodniczący! Panie Przewodniczący Komisji! Myślę, że przewodniczący Kamall miał rację, mówiąc, że w relacjach z Rosją trzeba więcej kija niż marchewki, gdyż ta marchewka urosła do wielkiej marchwi, a kij stał się małym kijkiem. Musimy szanować nasze własne słowa i stanowisko. Po tym, gdy Rosja zagarnęła Krym i de facto część wschodniej Ukrainy, nic się nie zmieniło. A jeśli mamy być poważnym partnerem, to powinniśmy być konsekwentni, także w tej kwestii. Gdy chodzi o kwestie imigracji, ta sprawa nie powinna i nie może nas dzielić. Możemy mieć różne poglądy, ale wypracujmy wspólne kompromisowe stanowisko. Byłoby źle, gdyby chwilowa większość narzucała chwilowej mniejszości w tej kwestii jakieś decyzje. Przed tym bardzo przestrzegam, apeluję w tej kwestii o solidarne stanowisko.

 
  
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  Sophia in 't Veld (ALDE). – Mr President, the Council has increasingly become the bottleneck of European decision—making. We all understand, of course, that it is not easy to reach an agreement between 28 governments, but it is your duty to act and to move forward. Not only European citizens have a right to expect determination, courage and vision from the Council – so do the people in Aleppo. I find it very difficult to explain to people in Aleppo that Europe is not acting because of treaty restrictions, national sovereignty and national electoral considerations.

The Council said that we need to end the uncontrolled migration flows. Absolutely, but not by creating Fortress Europe, not by making shady deals with unsavoury regimes – of which we know there are more in the pipeline, and you call them statements rather than deals – nor by ignoring the explosive situation in Lebanon and Jordan, but by working speedily on the adoption of a fully—fledged Community asylum policy. The Commission proposals are on the table, and Parliament is ready to work speedily.

I would like to know if the Council is willing to work with Parliament to make sure that we have a package in place before the summer. You have shown urgency when it comes to passing security measures, and I would expect the same sense of urgency in adopting the asylum package.

 
  
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  Eleonora Forenza (GUE/NGL). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, lascia francamente sconcertati che in quest'Aula si possa definire l'accordo con la Turchia come un accordo che funziona. Noi valutiamo evidentemente il funzionamento di un accordo da quante persone non arrivano nell'Unione europea, senza chiederci che fine fanno quelle persone che, con ogni probabilità, avrebbero diritto a vedersi riconosciuto il diritto d'asilo. Noi non ci chiediamo che cosa fa il governo Erdogan quotidianamente con la repressione in Turchia e con la strage a danno delle donne e degli uomini curdi. Io credo che tutto questo sia vergognoso e noi non smetteremo di chiedere che vengano invece finanziati corridoi umanitari.

Veniamo alla politica commerciale. In quest'Aula eravamo in pochi a dire che il TTIP andava bloccato, mentre fuori da quest'Aula eravamo in molti a dire che il TTIP era pericoloso. Ora, finalmente, se ne dovrà rendere conto anche la Commissione europea. Ma cosa facciamo? Ratifichiamo la COP21 e poi invece ratifichiamo trattati come il CETA che contengono clausole sulla energy neutrality. Io trovo sia una grandissima contraddizione. Numerosi studi ormai dicono che il CETA comporterebbe la perdita di 200 000 posti di lavoro nella sola Europa. Allora bisogna fermare il TTIP, bisogna fermare il CETA, perché questa politica commerciale va soltanto a danno delle lavoratrici e dei lavoratori dell'Unione europea e non solo.

 
  
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  Reinhard Bütikofer (Verts/ALE). – Herr Präsident, Herr Kommissionspräsident, Herr Ratspräsident! Ich bin sehr einverstanden, Herr Juncker, wenn Sie sagen: Wir brauchen ein konkretes Programm. Wir haben ein konkretes Programm! Aber wenn ich dann Herrn Korčok höre, drängt sich mir auf: Er scheint keine Ahnung zu haben, was damit gemeint ist. Ich höre eine dröhnende, dreifache Leere: Orientierungslosigkeit, Ideenlosigkeit und Antriebslosigkeit.

Es liegt doch auf der Hand, dass wir, um den Bürgern der Europäischen Union wieder Vertrauen in diese Union zu geben, endlich tatsächlich diesen Schritt von der falschen Austeritätsorientierung zu einer Investitionsorientierung hinkriegen müssen, um den wir schon so lange ringen. Wir ringen seit zwei Jahren, seit Sie im Amt sind, Herr Präsident, um genau diesen Paradigmenwechsel. Das gehört mit zentral auf die Agenda unserer konkreten Programmatik. Und dazu gehört natürlich – Sie haben Recht –, die innere und äußere Sicherheit gemeinsam zu verstärken. Dazu gehört, weiter verlässlich vorzugehen gegen Steuerprivilegien und Steuerhinterziehung. Dazu gehört, dass wir uns nicht zufriedengeben, Herr Weber, mit 19 % Jugendarbeitslosigkeit. Und dazu gehört die Flüchtlingspolitik.

Das ist alles einfach zu beschreiben. Aber ich glaube, wir werden das nur hinkriegen, wenn wir in der Lage sind, die Leitidee, die Sie in Ihrer Rede zum State of the Union formuliert haben, tatsächlich mit ganzem Herzen anzunehmen, nämlich dass es um die Verteidigung des europäischen way of life geht. Den müssen wir nach innen und nach außen verteidigen. Das ist die gemeinsame Leitidee. Ihn nach innen zu verteidigen, heißt zum Beispiel, zur Verteidigung von Frauenrechten anzutreten, wo das in Polen notwendig ist. Und ihn nach außen zu verteidigen, heißt, Herr Weber, dass man jetzt nicht auf irgendwelche anderen Leute schimpft, sondern dass man gemeinsam dafür sorgt, dass wir nicht mit Nord Stream 2 Putin zusätzliches Geld in die Kasse schaufeln, mit dem er in Syrien weiter Krieg führen kann. Lassen Sie uns dieses Projekt Nord Stream 2 gemeinsam stoppen!

(Der Redner ist damit einverstanden, eine Frage nach dem Verfahren der „blauen Karte“ gemäß Artikel 162 Absatz 8 der Geschäftsordnung zu beantworten.)

 
  
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  Richard Sulík (ECR), Frage nach dem Verfahren der „blauen Karte“. – Herr Bütikofer! Sie beklagen die Austeritätspolitik, die man abschaffen sollte, und stattdessen wollen Sie Investitionen. Wir haben doch das Juncker-Paket: 315 Milliarden. Davon wurden bereits mehr als 100 Milliarden investiert. Und wir haben auch die südlichen Länder, die machen doch alle Schulden. Herr Juncker ist da sehr nachsichtig mit Spanien, Portugal, Frankreich – alle sind bei mehr als 3 % Defizit.

Meine Frage: Warum funktioniert das dann nicht? Was wollen Sie noch mehr investieren und weniger sparen?

 
  
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  Reinhard Bütikofer (Verts/ALE), Antwort auf eine Frage nach dem Verfahren der „blauen Karte“. – Ich glaube, Sie erliegen einem Missverständnis, Herr Kollege. Wenn ich von Investitionen rede, rede ich an erster Stelle gar nicht nur von öffentlichen Investitionen, sondern insbesondere auch von privaten Investitionen. Und wir müssen dafür sorgen, dass die Rahmenbedingungen vernünftig gesetzt werden, damit diese privaten Investitionen in den Umbau unserer europäischen Ökonomien in Richtung einer effizienten, ökologisch innovativen und insgesamt wettbewerbsfähigen Wirtschaft zustande kommen. Ich glaube, dass dafür die Rahmenbedingungen jetzt nicht in dreißig Sekunden beschrieben werden können, aber dass da noch manches fehlt. Ich habe ausdrücklich den Präsidenten für seine Initiative gelobt. Aber wenn man in die Mitgliedstaaten schaut, muss man doch feststellen, dass dort nach wie vor die Botschaft nicht angekommen ist. Berlin ist eine der Hauptstädte, die es nach wie vor nicht begriffen haben.

 
  
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  Rolandas Paksas (EFDD). – Pone pirmininke, tik keletas pastebėjimų. Pirmas – dėl migrantų. Šiandien akivaizdu, kad kvotų politikos Europos valstybių žmonės nepriima. Ir Vengrija, nepaisant to, kaip vertintume referendumo rezultatus, migrantų nepriims, kaip ir dalis kitų Europos Sąjungos valstybių. Ar Europos Parlamentas ir Vadovų Taryba suras drąsos pripažinti, kad kvotų politika patyrė absoliutų fiasko? Ar užteks ryžto suprasti, kad vienintelė efektyvi priemonė prieš migraciją ir su ja ateinančioms problemoms spręsti yra išorės sienų ir vidaus sienų kontrolė? Antra – dėl Amerikos ir Europos Sąjungos sutarties. Nei Prezidento pavardė, nei rinkimų kampanijos terminai negali būti pretekstu užsimerkti prieš sutartį, kuri Europos žmonėms atvers nesaugaus maisto, chemijos ir kitų produktų eksportą į jų valstybes. Raginimai spartinti derybas, kuriose šalių siekiai kol kas diametraliai priešingi ir dėl kurių į kompromisą neina nė viena šalis, yra dar vienas neatsakingas politikos pavyzdys, kurių šiandien turime apsčiai. Ir trečia – dėl ateities. Dialogas ir tiktai dialogas yra būtina sąlyga tolesnei Europos Sąjungos egzistencijai. Čia aš kalbu ne vien tiktai apie minėtą sutartį. Dialogas, o ne konfrontacija būtina ir po Vengrijos, ir po Didžiosios Britanijos referendumų. To dialogo ne mažiau reikia Amerikai ir Rusijai nutraukus derybas dėl galimo taikos proceso Sirijoje. Būtent dialogo iniciatorė šiuo aspektu turėtų tapti Europos Sąjunga, pabandydama abi puses susodinti prie trišalių ar keturšalių derybų stalo.

(Kalbėtoja sutinka atsakyti į pakėlus mėlynąją kortelę pateiktą klausimą (Darbo tvarkos taisyklių 162 straipsnio 8 dalis)

 
  
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  Liisa Jaakonsaari (S&D), sinisen kortin kysymys. – Te puhuitte maahanmuutosta, mutta yleensä sekoitetaan turvapaikkakriisi ja pakolaiskriisi ja Euroopan sisäinen vapaa liikkuvuus, jota itse pidän tärkeänä.

Oletteko valmis edistämään Euroopan sisäistä maahanmuuttoa esimerkiksi niin, että lähetettyjä työntekijöitä koskeva direktiivi saadaan voimaan eikä ihmisille tule sellaista tunnetta, että liikkuvuuden myötä myös työvoiman polkumyynti lisääntyy? Oletteko valmiita etsimään näitä lääkkeitä?

 
  
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  Rolandas Paksas (EFDD), atsakymas į pakėlus mėlynąją kortelę pateiktą klausimą. – Dėkui už klausimą. Be abejo, laisvas žmonių judėjimas yra viena iš keturių Europos sudėtinių laisvių ir aš manau, kad tai yra teigiama sąvoka, bet aš nematau ribos ir nematau galo, kad galima būtų priimti tuos dešimtis arba net daugiau milijonų žmonių iš kitų valstybių, kuriose mes nieko nedarome, kad kiltų ginkluoti konfliktai ir žmonės iš savo šalies turėtų bėgti.

 
  
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  Marcel de Graaff (ENF). – Op de agenda van de Europese Raad staat opnieuw het onderwerp migratie, en terecht. De migratie maakt de lidstaten kapot. Het vernietigt onze cultuur, onze welvaart en onze fysieke veiligheid.

Met de migratiestroom zijn duizenden jihadisten meegekomen. Deze soldaten van Allah wachten als slapende cellen op het sein om in de EU vernietigende aanslagen te plegen. Inmiddels is ook duidelijk dat deze terreureenheden over oorlogswapens beschikken.

De Europese Raad moet luisteren naar Viktor Orbán. Hij onderkent het gevaar en hij verdient onze volledige steun en navolging. Daarom moeten de EU en de lidstaten de volgende effectieve maatregelen nemen: Frontex moet stoppen als veerdienst om jihadisten en andere migranten op te halen in Noord-Afrika, de binnen- en buitengrenzen moeten volledig worden gesloten voor deze invasie en de binnengedrongen kolonisten moeten zonder pardon worden teruggestuurd.

 
  
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  Krisztina Morvai (NI). – Juncker Úr! Kedves kollegák! Mi is történt közjogi értelemben Magyarországon? A magyar kormány úgy döntött, megakadályozza, hogy az Európai Unió az országgyűlésünk felhatalmazása nélkül migránsokat telepítsen a hazánkba. Ezt keresztülvihette volna a jogalkotáson, minimális ellenzéki támogatással. Beiktatott egy „checks and balances”-t, egy hatalomkorlátozó elemet, egy népszavazást. És azt mondta, ha a nép mégis úgy gondolja, hogy az Európai Unió migrációs politikáját kívánja támogatni, akkor a jogszabályi kötelezettséget magára vállalva visszakozik és nem hozza meg az eredetileg elképzelt jogszabály-módosítást, alkotmánymódosítást. Itt lett volna jelentősége az érvényességi küszöbnek, ha tudni illik több, mint 50% elment volna, és többségében igent mond az Európai Unió migrációs politikájára, akkor a jogszabályok alapján köteles lett volna a magyar kormány tartózkodni az eredeti elképzelésétől.

De nem ez történt, hanem hatalmas politikai felhatalmazást kapott arra, hogy szembemenjenek Önökkel, úgyhogy szíveskedjenek ne félreérteni a helyzetet. Magyarország elindított egy olyan utat, ami meg fogja változtatni az Önök elképzeléseit, és Európa szabad és független marad, mert Magyarország szerető.

 
  
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  Janusz Lewandowski (PPE). – Panie Przewodniczący, panie i panowie ministrowie, komisarze! Zacznę od reakcji na słowa pani Le Pen, która powiedziała, iż Polska odwraca się od Unii Europejskiej. Jeśli ponad 80 % Polaków niezmiennie, stale i twardo opowiada się za Unią Europejską, to znaczy, że pani Le Pen (już nieobecna) oderwała się od rzeczywistości.

Każdy szczyt Unii Europejskiej w czasie odpływu wiary w sens bycia razem, kryzysu zaufania i powrotu lęku o przyszłość to jest zarówno szansa na odbudowę zaufania, jak i ryzyko ujawnienia i pogłębienia podziałów. Zatem jest to bardzo poważny egzamin odpowiedzialności europejskich liderów nie tylko za komunikat na kraj, który jest typowy: „Ile wywalczyłem, jak dzielnie walczyłem o narodowe interesy?”, ale także: „Jaką wspólną receptę europejską znalazłem na wspólne problemy, które przerastają możliwości pojedynczego kraju?” I chodzi o konkret, a nie o kolejne political announcements.

Agenda tego najbliższego szczytu doskonale ilustruje zarówno szansę, jak i pokusę ujawnienia różnic w takich dziedzinach jak migracja, handel, stosunki z Rosją. Oczywiście najtrudniejszym polem znalezienia europejskiego kompromisu jest migracja, bo tu są największe spustoszenia, tu najbardziej ksenofobia i populizm rządzą, zarządzają ludzkimi lękami i emocjami. Trzeba tutaj najbardziej konkretu, który buduje wspólne europejskie poczucie bezpieczeństwa. Na warsztacie są sprawy, które nie budzą żadnych kontrowersji: pomoc dla Bułgarii czy układy z krajami trzecimi, ale na przykład ten automatyczny system realokacji uchodźców to chyba nie jest droga do znalezienia wspólnego europejskiego rozwiązania.

Na koniec słowo o Rosji. To niestety, Szanowna Pani Zimmer, jest znowu imperium zła. Mówię to z żalem jako miłośnik muzyki i literatury rosyjskiej. Kogo nie przekonuje Donbas, Gruzja, Krym, tego powinna przekonać Syria.

 
  
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  Maria João Rodrigues (S&D). – Mr President, we know very well that the European Union needs a better roadmap, providing better European solutions. This Parliament was able to adopt a strategic resolution with a clear outline of these better European solutions. We also recognise that President Juncker, in his State of the Union speech, delivered a promising perspective on how to build up these better European solutions. Nevertheless, we have to say that the roadmap which was sketched out in the Bratislava summit was behind and below what is really needed.

We need to be clear on the scope of better European solutions. When it comes to migration, we need to have European borders and we need to go to the root of the problems, but we also need to host and distribute refugees. We cannot just ignore this: the problem is still there. Secondly, when it comes to trade, we do of course need to be open to trade, but we also need to protect our social standards. Most of all, when we put forward better European solutions to cope with the external challenges, we need to take care of the internal economic and social cohesion of Europe. This has to do with growth, jobs, investment and completing the economic and monetary union in such a way that we again have upward convergence. If we do not tackle this problem, we do not have the necessary conditions to move forward with citizens supporting the European Union. So I very much hope that you can use the next meetings of the European Council to put Europe on the right track regarding this better roadmap.

 
  
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  Ulrike Trebesius (ECR). – Herr Präsident! Wir werfen zurzeit alle möglichen Gruppen von Menschen in einen Topf und nennen sie Migranten. Dazu werden Bürgerkriegsflüchtlinge, Armutsmigranten, aber eben auch qualifizierte Arbeitnehmer gezählt. Wir brauchen dringend eine klare Abgrenzung dieser Begrifflichkeiten, die dann auch politisch angewandt werden müssen. Bei den Bürgerkriegsflüchtlingen muss Europa selbstverständlich helfen, aber nicht so, wie es aktuell geschieht. Die jungen Männer, die den Weg nach Europa geschafft haben, werden als Flüchtlinge anerkannt. Wäre es aber nicht menschlicher, wenn die EU sich um die wirklich Bedürftigen – Frauen, Kinder, Alte und Kranke – kümmern würde und nicht so sehr um die Menschen, die sich ihren Weg nach Europa entgegen den Gesetzen erkämpft haben?

Wir müssen einsehen, dass Russland die Assad-Regierung nicht fallen lassen wird. Es gibt auch keine moderaten Rebellen, die an einem demokratischen Nachkriegssyrien interessiert wären. Ein militärischer Sieg irgendeiner Seite gegen das Assad-Regime würde also auch keinen Fortschritt bringen. Es wäre sinnvoll, dass sich die EU auf ihre diplomatischen Traditionen besinnt, das Gespräch mit Russland nicht abreißen lässt und sich hier von Russland einen Vorschlag unterbreiten lässt, wie eine syrische Nachkriegsordnung aussehen könnte.

 
  
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  Pavel Telička (ALDE). – Mr President, I have a few points of reaction. The agenda for the European Council is right, but if we look at migration we will want to see what the progress really is, and next time we would like to listen to the evaluation of the progress and the timetable. I do not think we will be credible with common defence if we are not able to implement what we have decided and if we are not able to decide what the Commission has proposed, and that is of course still subject to debate. Second, on trade: yes to TTIP, yes to CETA, and – as Jean-Claude Juncker has said – yes to defence instruments. We need to upgrade those so yes, we need to be defensive on dumping steel, but there are solid arguments for CETA and TTIP to go ahead. Finally, on Russia: we will have a strategic debate. We would like to see a strategic debate, but I do not want to see the yellow card that has been mentioned. Too many yellow cards – Mr Putin does not understand yellow cards. We want to see a red card, and then, when he reflects, he may come back to the game again. But I think that we need to show that we have a clear conception, we have a clear strategy, and what is happening today in Syria is totally unacceptable in the civilised world.

 
  
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  Marina Albiol Guzmán (GUE/NGL). – Señor Presidente, la Comisión y el Consejo pretenden que el CETA, el Acuerdo que han negociado la Unión Europea y Canadá, entre en vigor y empiece a aplicarse antes de que se haya votado en cada uno de los Estados de la Unión Europea, es decir, primero disparan y luego preguntan.

El CETA, al igual que el TTIP, no es un tratado comercial, sino que es un tratado para alterar nuestra legislación, nuestros derechos laborales, los estándares sanitarios y medioambientales; que afectará gravemente al sector agrario, a las pequeñas y medianas empresas y que además establece un sistema de arbitraje que sitúa a las multinacionales por encima de los Parlamentos. Casi nada.

Frente a este asalto a la democracia y a nuestros derechos, a nosotras nos van a encontrar en esta Cámara diciendo «no» al CETA; pero, sobre todo, nos van a encontrar en las calles, organizadas en este otoño en resistencia.

 
  
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  Jordi Sebastià (Verts/ALE). – Señor Presidente, he oído al representante del Consejo decir que debemos reducir la cantidad de «migrantes irregulares», y ha utilizado esta expresión; y luego al señor Juncker decir que el acuerdo entre la Unión Europea y Turquía está funcionando.

¿Qué significa esto? Significa que las barreras físicas, las barreras policiales, las barreras legales que hemos puesto a los que intentan huir de la guerra, a los que intentan sobrevivir, están funcionando. Significa que Europa les ha abandonado; que no les reconoce como refugiados; que no les da el asilo, que es una de nuestras normas fundamentales. Esos no son los valores europeos que tanto nos llenan la boca, por los que yo estoy aquí y los que quiero defender.

He oído hablar también del comercio. Dice el representante del Consejo que el comercio siempre crea beneficios. ¿Beneficios a quién? Si no regulamos ese comercio, lo que crece, los beneficios, llegan a las cuentas bancarias que luego aparecen en los papeles de Panamá. El comercio se tiene que regular, y tenemos que tener las mismas condiciones.

Me ha gustado que el señor Juncker pida más apoyo a nuestra industria siderúrgica. Me gustaría que también se acordará de los productores agrícolas, aquellos que se enfrentan a los productos que vienen de otros países que no respetan nuestra legislación.

 
  
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  Peter Lundgren (EFDD). – Herr talman! Vi ser flyktingströmmar som inte minskar på något vis, och en stor del av orsaken till detta är ju situationen i Syrien. Vi ser ett alltmer aggressivt Ryssland, som tillsammans med Assad formligen bombat de demokratiska krafter som fanns till smulor. Med detta agerande lämnar man ju folket med endast två alternativ: att välja mellan Assad och Ryssland eller IS. Det är så klart det här Assad vill uppnå för att behålla makten i Syrien.

Ryssland anser sig agera i demokratins namn, men när man urskillningslöst lägger bombmattor över sjukhus och civilbefolkning, då är det inte i demokratins namn man agerar. Då är man en del av den terror som får människor att fly. EU måste göra vad man kan för att få Ryssland att dra sig tillbaka. Demokratin och freden gagnas inte på något vis av Rysslands agerade, och Europas länder måste också markera det här tydligt. I mitt parti är vi mycket tydliga i vår kritik mot Putins agerande.

 
  
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  Harald Vilimsky (ENF). – Herr Präsident! Wieder einmal steht hier eine Ratsdebatte zur Diskussion, wieder einmal sind es dieselben Themen, die hier diskutiert werden, wieder einmal gibt es keine Lösungen. Massenarbeitslosigkeit, Sozialabbau quer durch Europa, das Problem der Migrationsströme im Zusammenhang mit Terrorismus, der auf den Kontinent zieht usw. usf..

Was das Haus aber tatsächlich beschäftigt, ist eine ganz andere Frage. Die Frage ist: Wer wird der künftige Präsident? Das Rennen findet statt zwischen dem Sozialdemokraten Schulz auf der einen Seite, der merkt, dass er nicht nach Deutschland in die Kandidatur fliehen kann, und diesen Posten behalten will, und auf der anderen Seite den Konservativen, die auch mitzittern um Macht, um Posten, um Geld und um Einfluss. Ich sage, es ist völlig unerheblich, wer von den beiden der künftige Präsident werden wird, weil beide demselben EU-Anbetungsverein angehören und sich in der Sache nichts ändert.

Und vor diesem Hintergrund ist es mehr als schlecht, wenn man etwa das Referendum in Ungarn schlechtmacht, wenn man in Großbritannien den Kopf in den Sand steckt, wenn man angesichts der Massenmigration und der Probleme hier keine Lösungen serviert. Ich fordere eine fundamentale Kehrtwendung dieser Politik, sonst fahren Sie mit dieser Politik die gesamte Europäische Union gegen die Wand. Und das will niemand hier.

 
  
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  Σωτήριος Ζαριανόπουλος ( NI). – Κύριε Πρόεδρε, πυκνές πραγματικά είναι οι εξελίξεις στην Ευρωπαϊκή Ένωση. Τι βλέπουμε; Μια αρένα οξύτατων ανταγωνισμών, Brexit, υπόγειες διαμάχες, ομαδοποιήσεις κρατών. Περαιτέρω ευρωπαϊκή ενοποίηση, αλλά και φυγόκεντρες τάσεις ταυτόχρονα. Παντού βέβαια φτώχεια και ανεργία. Ανταγωνισμοί με Κίνα, με Ηνωμένες Πολιτείες - όπου η διατλαντική συμφωνία συναντά δυσκολίες, με Ρωσία - όπου η επέμβαση της Ένωσης στην Ουκρανία έχει επιπτώσεις και οι κυρώσεις βαραίνουν τις πλάτες των λαών της Ένωσης. Στο προσφυγικό θέμα, η Ευρωπαϊκή Ένωση δεν είναι απλώς αδύναμη. Συνειδητά αρνείται να αντιμετωπίσει τα θύματα των επεμβάσεών της, τους πρόσφυγες.

Με το Κοινό Στρατιωτικό Αρχηγείο κλιμακώνει τις επεμβάσεις της υπέρ των μεγάλων συμφερόντων, πολλαπλασιάζοντας τους πρόσφυγες και εγκλωβίζοντάς τους στην Ελλάδα, ενισχύοντας τον εθνικισμό, το ρατσισμό και τους φασίστες. Η κατάσταση εμπεριέχει τον κίνδυνο γενικευμένης σύρραξης της οποίας θύματα δεν θα είναι εκείνοι που υποκινούν τους ανταγωνισμούς, αλλά οι λαοί. Συμπέρασμα: ήταν μεγάλη πλάνη να ελπίζει κανείς ότι με τη σημερινή, πιο ευέλικτη, πολιτική η κατάσταση θα αλλάξει. Κοινός παρονομαστής είναι πάντα η επίθεση στους λαούς, μέσα και έξω από την Ένωση, που θα κλιμακώνεται όσο θα βαθαίνει η καπιταλιστική κρίση. Η Ευρωπαϊκή Ένωση δεν βελτιώνεται, μόνο χειροτερεύει. Λύση: η λαϊκή αγανάκτηση να γίνει ταξικός αγώνας για ανατροπή.

 
  
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  Alain Lamassoure (PPE). – Monsieur le Président, en ce qui concerne la politique migratoire, l'essentiel reste à faire. L'accord passé avec la Turquie est efficace, mais il ne porte que sur les réfugiés syriens. Entre-temps, le flux venu d'Afrique par la Libye – vous le savez bien, Monsieur le Président – a repris de plus belle. Désormais, ces migrants viennent majoritairement d'Afrique de l'Ouest, qui est globalement en paix, et non plus de pays en guerre, comme la Somalie ou le Soudan, si bien que la maîtrise des flux migratoires exige que le problème soit traité d'amont en aval au niveau européen.

Cela commence par une politique étrangère commune: politique de partenariat avec les pays de départ et de transit, s'ils sont en paix, et politique de rétablissement de la paix, s'ils sont en guerre civile. Il faut ensuite un corps de gardes-frontières européens. Il commence à se mettre en place, mais ce doit être un corps permanent qui ne se limite pas à des renforts partiels dans les moments de crise aiguë.

Puis, le temps est venu d'imaginer un nouveau type de solidarité européenne pour venir en aide aux États membres géographiquement les plus exposés. La relocalisation autoritaire, décidément, cela ne marche pas! Mais il peut y avoir d'autres formes de solidarité – la solidarité vraie, comme dit le président de la Commission –, sous la forme, par exemple, d'une contribution en personnel, en matériel ou en argent à la mise en œuvre de la politique d'asile. On pourra alors commencer de concevoir une politique commune pour les migrants économiques, fondée sur des quotas par pays d'origine et par pays d'accueil.

Tous les outils juridiques sont désormais disponibles. Les Vingt-sept auront-ils la volonté politique de s'en servir?

(L'orateur accepte de répondre à une question "carton bleu" (article 162, paragraphe 8, du règlement))

 
  
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  Gilles Lebreton (ENF), question "carton bleu". – Monsieur Lamassoure, nous avons un point commun: comme vous, je suis attaché à ce que nous aidions l'Afrique pour persuader les Africains de rester chez eux et d'éviter ainsi de grossir la masse des migrants économiques. À cet égard, M. Juncker nous a annoncé des mesures. Qu'en pensez-vous? D'une part, le chiffre de 88 milliards d'euros vous semble-t-il raisonnable et, d'autre part, n'êtes-vous pas inquiet du fait que rien de concret n'a été fait pour accompagner cette annonce? On ne sait pas exactement dans quelles conditions ces 88 milliards seront versés.

Je vous remercie de votre réponse.

 
  
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  Alain Lamassoure (PPE), réponse "carton bleu". – Je vous remercie pour cette question qui est tout à fait pertinente.

Ma position personnelle sur le problème de l'aide au développement, c'est que nous faisons un gaspillage considérable de cette aide. Le budget européen consacre chaque année à peu près 9 milliards d'euros à la coopération au développement, et à cela s'ajoute un chiffre presque dix fois supérieur, qui est l'addition des aides nationales des 28 pays à la coopération au développement.

Je pense qu'il est temps de mieux nous coordonner et de concentrer cette aide sur les pays qui en ont le plus besoin, en l'assortissant de conditions politiques; nous n'osons pas en prévoir dans les traités, et quand, par hasard, nous les inscrivons, nous n'osons pas les appliquer.

 
  
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  Tanja Fajon (S&D). – Spoštovani plenum, vrh čez 14 dni nikakor ne sme postati še ena zgrešena priložnost.

Migracije – krasno, da imamo evropsko obmejno stražo, ampak razmislite, kaj nam bodo pomagale še tako nepropustne meje in ograje, če imamo znotraj meja države, kot je denimo Madžarska, ki za mastne zaslužke prodajajo dovoljenja za prebivališče. Nemoralno, precej diskriminatorno, in jezi me, da imamo take hipokratične prakse.

Kar se dogaja v Siriji, je prešlo meje razumevanja. Ban Ki Mun je označil stanje pri Alepu hujše od klavnice. Kje je Evropska unija, medtem ko Rusija s sirsko vlado kolje nedolžne ljudi in zavrača mir v Siriji? Čigavim interesom sledi mednarodna skupnost in čigavim interesom sledi Evropska unija, to, odgovor pričakujejo državljani.

V naši sredini se medtem dogajajo še mnoge druge stvari, ki zahtevajo takojšnje ukrepanje. Od referendumov, katerih vsebina članicam ne more biti v čast, do grobega in neposrednega zatiranja ženskih pravic, kar mnogi v Uniji tako radi očitajo muslimanskim prišlekom. Imamo velike gospodarske izzive, začenši s pripravo podjetij na novo poslovanje z Združenim kraljestvom, dokončati moramo izzive davčnih zakonodaj, zagotoviti moramo ljudem delo in plačilo.

In besed, kolegi, se žal ne da jesti.

 
  
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  Branislav Škripek (ECR). – Bratislavský samit chcel byť významnou udalosťou, ale už tu zaznelo, že ho lídri vidia ako premárnenú šancu alebo ako vlastný gól. Ja myslím, že stretnutie lídrov zatienil nešťastný výrok pána premiéra Roberta Fica, keď sa ako premiér Slovenska vyhrážal, že bude vetovať vystúpenie Británie z Únie. Dovoľte mi tu povedať, že taký výrok pokladám za neadekvátny. Nestaviam sa do pozície slovenskej vlády, to mi neprislúcha, ale ako obyčajný občan myslím, že je potrebné vysloviť ospravedlnenie za takýto výrok, a to z dvoch dôvodov. Pán premiér Fico tu v úvodnej reči pri zahájení slovenského predsedníctva povedal, že bude navrhovať riešenia, ktoré sú dobré pre členské štáty, aj pre EÚ ako celok, a napäté vzťahy s Britániou či rôzne hádky určite do takejto agendy nedobre zapadajú. Po druhé, čo spôsobuje dvojtvárnosť národných politikov, keď proúnijné vyjadrenia tu v Bruseli striedajú silnú protibruselskú rétoriku doma. Len hnev u ľudí, len nepochopenie a odcudzenie sa myšlienke spolupráce európskych národov a nakoniec bude narastať populizmus a extrémizmus. Ja preto vyzývam európskych lídrov, aby sa na najbližšom stretnutí vzdali takého populizmu a slovami Donalda Tuska vstúpili do brutálnej úprimnosti.

 
  
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  Maite Pagazaurtundúa Ruiz (ALDE). – Señor Presidente, el Consejo ha hablado poco, pero ha hablado muy claro. Utiliza las palabras «migración irregular» para decirnos que ha congelado el alma de Europa. Ya no existe crisis de refugiados.

El señor Juncker nos ha dicho que se instaura el pos-Dublín, que se instaura el tiempo de la solidaridad flexible. Lamentablemente, cuando se implora la solidaridad flexible, lo que se está diciendo es que se va a tolerar la insolidaridad flexible. Señor Timmermans, tienen ustedes la oportunidad de rebelarse frente a esto.

Para el Consejo no existe Alepo, no existen hospitales bombardeados, no existen niños sin escolarizar —¡seis años!— en Jordania, en Turquía, en el Líbano.

108 millones para las fronteras búlgaras, sí, y solo 191 millones para escolarizar niños sirios en el Líbano —250 000 sin escolarizar—. Esos niños de Moria, esos niños de Turquía, esos niños del Líbano y de Jordania nos lo harán pagar. Si no es por solidaridad, hagámoslo por interés. ¡Rebelémonos!

 
  
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  Barbara Spinelli (GUE/NGL). – Signor Presidente, onorevoli colleghi, riparlerete dei rifugiati, ma non so se davvero cercate soluzioni. Mi chiedo se andrete alle radici della crisi, parlando del primo nemico in Siria, l'ISIS, Al Qaeda, e immaginando un rapporto con Mosca alternativo al disordine che regna negli USA. Da una parte la rottura del dialogo, dall'altra la saggezza di Jimmy Carter. Cruciale è una co-leadership russo-americana, nonostante le gravissime violenze russe ad Aleppo. Non so nemmeno come discuterete il referendum ungherese. Se Orban vi convincerà che è un referendum invalido, lui lo renderà valido con più muri. Ma una cosa la so: se non cominciamo a organizzare la convivenza con i rifugiati l'exit ci mangerà i cervelli, perché l'exit è paura, rinuncia, nazionalismo, è pagare i dittatori perché si tengano i fuggitivi, Eritrea, Sudan e ora Afghanistan. È la fine dell'Unione, che le frontiere dovrebbe proteggerle ma per meglio poterle riaprire.

 
  
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  Kristina Winberg (EFDD). – Herr talman! Ledare i Europa, som Angela Merkel, Stefan Löfven och Jean-Claude Juncker, trodde att vi hade råd med över en miljon migranter. Alla som kom till Europa skulle snabbt komma in i arbete och rädda oss från påstådda demografiska utmaningar. Experter sa att migrationsströmmen kommer att leda till ett ekonomiskt mirakel, där de bara kunde hoppa in på arbetsplatser och börja arbeta utan någon längre utbildning. Hur gick det? Som exempel kan nämnas att tillsammans hade Tysklands 30 största börsnoterade bolag kunnat anställa endast 63 migranter, enligt siffror som publicerades i somras av nyhetsbyrån Reuters.

Det är hög tid att börja tala om prioriteringar av resurser. Den summa som bara Sverige lägger på migranter, de flesta ekonomiska migranter, hade kunnat finansiera hela UNHCR:s budget två gånger om.

Tyvärr fungerar inte det här längre. Ni som till stor del skapat denna kris kan inte få förtroendet att lösa den. Jag vill inte höra fler ursäkter om att krisen inte hade kunnat förutses.

(Talaren godtog att besvara en fråga (blått kort) i enlighet med artikel 162.8 i arbetsordningen.)

 
  
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  Gunnar Hökmark (PPE), fråga (“blått kort”). – Herr talman! Det är varken Stefan Löfven eller Angela Merkel som har skapat krisen. Den har skapats genom brutala bombningar, genom terrorism som slaktar människor, korsfäster och förslavar.

Det är viktigt att komma ihåg en sak: De länder som de senaste åren tagit emot flest flyktingar har också kunnat förena detta med den bästa ekonomiska utvecklingen i Europeiska unionen, så fru Winberg har fel på den punkten.

Jag skulle vilja ställa en fråga till henne. Människor flyr från bombningar, våldtäkter, slaveri, avrättningar. Vi har sett hur Assad har mördat en halv miljon människor. Du sa precis att en miljon flyktingar är för mycket. Hur många flyktingar tycker du att vi ska ta emot? Eller vill du låta människor dö där de är?

 
  
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  Kristina Winberg (EFDD), svar (“blått kort”). – Du kanske inte hörde att jag också nämnde att vi måste prioritera de resurser vi har. Jag tycker att det är betydligt viktigare att hjälpa riktiga flyktingar i läger där de lider brist på förnödenheter. Du hörde att jag sa här att den summa som vi lägger på migranter i Sverige kunde täcka UNHCR:s budget två gånger om. Det handlar om att prioritera rätt och att hjälpa så många som möjligt.

 
  
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  Marcus Pretzell (ENF). – Herr Präsident, meine Damen und Herren! Bei aller Begriffskosmetik, die wir zumindest aus den Reihen der Christdemokraten auch in diesem Hause inzwischen hören, kann ich feststellen: Inhaltlich gibt es nach wie vor große Differenzen zwischen dem, was die AfD vertritt, und dem, was Sozialdemokraten und Christdemokraten hier vertreten. Wir positionieren uns klar gegen das CETA und die TTIP, und zwar zum Schutz des deutschen Mittelstandes.

Bei der Frage der Migration hat heute Herr Reul gesagt, die Tatsache, dass dank des Türkeideals jetzt weniger Flüchtlinge nach Europa kommen, sei doch ein Fortschritt. Das sind völlig neue Töne aus der CDU. Wenn man bedenkt, dass alleine die Tatsache, dass weniger Flüchtlinge nach Deutschland kommen, jetzt ein Vorteil sein soll, dann ignoriert er damit vollkommen, auf welche Weise das in der Türkei passiert und zu welchem Preis in der Türkei das passiert. Die EU unterstützt an dieser Stelle einen totalitären Staat unter Herrn Erdoğan, und die Entwicklung, die insbesondere in den kommenden Jahren damit für Minderheiten in der Türkei entsteht, ist besorgniserregend.

Und dann ein Letztes: Russland und Syrien. Sie vergessen vollkommen, dass bei allem, was Assad tut, seine Gegner viel verbrecherischer sind. Und die unterstützen Sie, indem Sie gegen Syrien und Herrn Putin an dieser Stelle hetzen.

 
  
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  Esteban González Pons (PPE). – Señor Presidente, el brexit nos ha demostrado que el proyecto europeo no es irreversible.

Desde entonces, estamos desconcertados y no tenemos una respuesta común. Unos evitan responder alegando que todavía no se ha iniciado el procedimiento; otros intentan que todo se reduzca al Consejo Europeo y vuelva a las relaciones bilaterales; otros amenazan a la Unión, o chantajean a la Unión, con nuevos brexit.

Ustedes sabrán por qué, pero yo no nos veo a los políticos europeos defender la Unión con la misma pasión con que los populistas ingleses defienden el brexit. Creo que los populistas británicos llevan la iniciativa política.

La Unión Europea no es un hecho. Todavía es un proceso. Está en construcción. La verdad es que es un sueño que aún no se ha cumplido, y yo les pregunto en qué momento este proyecto dejó de ser emocionante. La antigua distinción entre Europa y no-Europa ha sido sustituida por otra entre Europa y la anti-Europa. Los partidarios de la no-Europa discutían nuestras soluciones. Los partidarios de la anti-Europa discuten nuestros valores; los partidarios de la anti-Europa combaten nuestros valores; los partidarios de la anti-Europa defienden los valores contrarios.

Ustedes sabrán, pero solo hay una salida a esta crisis, que es restaurar la solidaridad europea; solidaridad entre los países que padecen la crisis de los refugiados y los que no; solidaridad entre los que sufren la amenaza rusa y los que no; solidaridad entre los que sufren el desempleo y los que no; solidaridad entre los que están padeciendo las consecuencias de que el euro tenga un arquitectura no terminada y los que no.

El brexit es la propuesta más insolidaria de la historia contemporánea de Europa. Todo lo que se parezca al brexit es insolidaridad, aunque solo se parezca al brexit de lejos. Solo reconstruyendo la solidaridad construiremos Europa, porque la insolidaridad, la llamemos como la llamemos, es anti-Europa.

 
  
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  Knut Fleckenstein (S&D). – Herr Präsident, liebe Kolleginnen und Kollegen! Lassen Sie mich zwei Bemerkungen zu dem machen, was heute Morgen in erster Linie Herr Juncker gesagt hat. Wenn wir über Migration reden und wenn wir darüber reden, wie wir Migration zukünftig verhindern wollen, dann geht es natürlich darum in erster Linie, den Ländern, die davon betroffen sind, zu helfen, die Lebenssituation ihrer Bürger zu verbessern. Dazu gehören die vielen Fonds, die wir haben, und dazu gehört auch – vielleicht nehmen Sie die Gelegenheit wahr –, dass sich die Regierungschefs darüber unterhalten, dass sie diese Fonds auch füllen müssen und nicht nur die EU-Kasse und einige ganz wenige.

In Brüssel tagt zurzeit die Afghanistankonferenz. Das ist ein konkretes Beispiel dafür, wie man versucht, einem Land zu helfen, damit die Menschen nicht mehr weglaufen müssen. Und es ist auch richtig, dass die EU-Kommission mit dem Land vereinbart habt, dass es Flüchtlinge zurücknehmen muss. Aber die Kopplung beider Dinge geht meiner Meinung nach nicht. Man kann nicht sagen, wir geben euch Geld, damit es den Menschen besser geht, aber wenn ihr unsere Flüchtlinge nicht zurücknehmt, geben wir euch das Geld nicht, damit es ihnen noch schlechter geht und noch mehr kommen wollen. Da müssen wir sehr aufpassen, dass da keine Verknüpfung entsteht.

Zweiter Punkt und ganz kurz nur zu Russland: Sie haben eine strategische Diskussionen über unser Verhältnis zu Russland angeregt, und die brauchen wir wirklich ganz dringend! Das ist ungefähr das Gegenteil von dem, was Herr Weber heute Morgen hier gemacht hat. Ich gebe seiner Analyse recht: Selbstverständlich ist es unmöglich, und selbstverständlich bin ich auch wütend über das, was in Aleppo passiert und über andere Dinge auch – man könnte viel aufzählen. Aber es kann nicht allein darum gehen festzustellen, wer gut und wer böse ist. Dann beginnt die Diskussion doch erst, wie wir miteinander umgehen, und das halte ich für wichtig. Dazu muss man allerdings auch miteinander reden.

 
  
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  Evžen Tošenovský (ECR). – Pane předsedající, v rámci připraveného programu Rady bych se rád vyjádřil k jednomu bodu agendy, a to k obchodní politice EU.

V současné době mnoho témat jakoby mediálně zastínilo závažnost budoucích obchodních vztahů s Evropskou unií. Patřím k těm, kteří právě obchodní dohody s Amerikou a Kanadou považují do budoucna za velice zásadní. Proto se mi velice nelíbí zlehčování a šíření informací zpochybňujících možnosti uzavření těchto dohod. Myslím si, že právě v této době předvolební prezidentské kampaně v USA a vše překrývajících migračních problémů v Evropě je důležité jasně deklarovat zásadní zájem o rozumné dokončení společných dohod. Pokud vrcholová politická reprezentace Evropské unie a členských států nebude tento proces tlačit dopředu, mám obavy, že šance v budoucnu uzavřít tyto obchodní smlouvy bude násobně menší. Obchodní aktivity potom převezmou asijské společnosti, které budou využívat výhod již fungujících transpacifických smluv.

 
  
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  Charles Goerens (ALDE). – Monsieur le Président, dans une vingtaine d'années, avec le recul nécessaire, on dira sans doute que 2016 a été l'année de tous les dangers. On dira sans doute que les plus réactionnaires des chefs d'État ou de gouvernement ont empêché l'Europe de se comporter solidairem