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Debates
Segunda-feira, 12 de Junho de 2017 - Estrasburgo Edição revista

Estado das unidades populacionais de peixes e situação socioeconómica do setor da pesca no Mediterrâneo (debate)
MPphoto
 

  Ricardo Serrão Santos (S&D). – Senhor Presidente, quero também felicitar o relator, Marco Affronte. Inerente à definição de desenvolvimento sustentável está a necessidade de não hierarquizar os três pilares que a sustentam. Portanto, ambiente, economia e sociedade têm que ser equacionados em sincronia. Nas pescas do Mediterrâneo, o pilar ambiental foi ignorado durante tempo demais Sem qualquer sucesso durante anos, testaram-se medidas técnicas, como sejam os tempos de operação ou os tamanhos das malhas das redes.

Agora é tempo de agir e proteger o pilar ambiental que acho que é o mais débil desta tríade. É absolutamente necessário respeitar um conjunto de áreas de reserva restritas e áreas de recuperação de mananciais e impor um sistema de quotas para as espécies piscícolas mais importantes do Mediterrâneo. Neste momento, o rabilo é o único recurso marinho em bom estado no Mediterrâneo, também o único com quotas aplicadas. Não aplicar com urgência um sistema de quotas será uma enorme responsabilidade que garantirá a falência dos pescadores.

 
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