Voltar ao portal Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (seleccionado)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
 Index 
 Texto integral 
Debates
Terça-feira, 11 de Setembro de 2018 - Estrasburgo Edição revista

A situação na Hungria (debate)
MPphoto
 
 

  Ana Gomes (S&D), por escrito. – Não estaríamos aqui se a Comissão já tivesse atuado em consonância com o relatório Tavares de 2013 e logo tivesse ativado o artigo 7º, assim mandando um sinal dissuasor a outros Governos com veleidades de pôr em causa valores e princípios europeus e a solidariedade que deve ser cimento desta União.

O governo de Orbán não protege a Hungria, desgraça-a, como detalha o relatório Sargentini: para além da corrupção, da discriminação contra os Roma, dos assaltos ao pluralismo nos media, à independência da justiça e da academia, ultrapassou um limiar de desumanidade, na campanha de ódio contra refugiados e migrantes, recusando-lhes comida.

O governo de Orbán mantém a Hungria refém e serve a estratégia de Putin e da extrema-direita nazi, racista, antissemita e xenófoba, para desafiar e destruir a União Europeia. O Parlamento Europeu tem de se unir. Este é momento de verdade para o PPE: os seus membros têm de assumir as suas responsabilidades, votar em consciência, deixando de respaldar Orbán e o Fidesz.

 
Última actualização: 6 de Dezembro de 2018Dados pessoais - Política de privacidade