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Διαδικασία : 2019/2804(RSP)
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Κείμενα που κατατέθηκαν :

O-000042/2019 (B9-0062/2019)

Συζήτηση :

PV 17/12/2019 - 17
CRE 17/12/2019 - 17

Ψηφοφορία :

Κείμενα που εγκρίθηκαν :


Συζητήσεις
Τρίτη 17 Δεκεμβρίου 2019 - Στρασβούργο Αναθεωρημένη έκδοση

17. Διευκόλυνση του ψηφιακού μετασχηματισμού του τομέα της υγείας και της περίθαλψης (συζήτηση)
Βίντεο των παρεμβάσεων
PV
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  President. – The next item is the debate on the oral question to the Commission on Enabling the digital transformation of health and care, by Bartosz Arłukowicz, Sara Cerdas, Frédérique Ries, Margrete Auken, Luisa Regimenti, Joanna Kopcińska, Kateřina Konečná, on behalf of the Committee on the Environment, Public Health and Food Safety (O-000042/2019 – B9-0062/2019) (2019/2804(RSP)).

 
  
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  Sara Cerdas, Autora. – Senhora Presidente, Senhora Comissária, a digitalização na saúde é um processo em constante transformação. Queremos uma Europa mais digital e é determinante que a digitalização passe também pela área da saúde. Precisamos de incentivar o uso e o desenvolvimento de meios digitais nas diferentes abordagens aos cuidados de saúde e de ter uma visão integrada para a melhoria dos cuidados e resultados em saúde nos diferentes Estados-Membros e em toda a União Europeia.

Tendo isto em conta, a comissão ENVI levanta algumas questões, devido à sua pertinência e importância, que deverão ser analisadas pela Comissão, nomeadamente, o que prevê a Comissão fazer para assegurar que os profissionais de saúde possuam as qualificações e competências digitais adequadas? E como tenciona a Comissão ajudar os Estados—Membros e as respetivas regiões na disseminação de conhecimento e de aptidões necessárias por parte dos cidadãos e doentes que utilizam recursos digitais no âmbito da saúde? De que forma tenciona a Comissão garantir a confidencialidade dos doentes em cada fase do processo, e como garantirá a segurança e a independência dos softwares eHealth e mHealth?

Concorda a Comissão com o facto de que as pessoas “devem estar no centro do sistema de saúde” no decurso das mudanças geradas pela revolução digital? E que medidas tenciona a Comissão adotar para garantir que os cidadãos dispõem de um acesso seguro aos seus dados no processo de tomada decisão dos profissionais de saúde em matéria de escolhas terapêuticas e cuidados?

A garantia da qualidade dos cuidados de saúde e o acesso dos cidadãos europeus à saúde reveste-se de extrema importância para o Parlamento Europeu e, em particular, para a comissão ENVI. Os sistemas de saúde enfrentam atualmente grandes desafios, como o envelhecimento da população, o aumento da necessidade de prestação de cuidados de saúde e a diminuição dos recursos disponíveis. A digitalização é, assim, um aliado para dar resposta a estes desafios.

Na proposta de resolução sobre a transformação digital dos serviços de saúde e de prestação de cuidados, 23 compromissos foram acordados entre os diferentes grupos políticos, em trabalho estreito de cooperação. Sendo assim, alertamos para a garantia da interoperabilidade, os sistemas têm de comunicar entre si para uma melhoria da informação, do tempo e garantia de adesão dos profissionais de saúde e dos próprios cidadãos. Atualmente temos soluções que não comunicam entre si e que reduzem a eficiência do sistema de saúde.

A cibersegurança é um pilar essencial. Com o potencial da digitalização são levantadas importantes questões de segurança, privacidade e proteção de dados. Os dados de saúde são dados sensíveis e, neste sentido, consideramos essencial uma forte aposta na proteção, na segurança e na privacidade dos dados e na confidencialidade dos mesmos, onde se garanta o consentimento informado dos cidadãos.

Neste sentido, consideramos que a anonimização e a pseudoanonimização são cruciais para o uso de dados de saúde. Temos a oportunidade de otimizar a investigação científica, o que nos permitirá a elaboração de políticas baseadas em evidência científica e uma melhor resposta dos cuidados de saúde prestados. Contribuirá ainda para a deteção precoce de ameaças à saúde pública, traduzindo-se em respostas mais atempadas e eficientes.

Mas nada disto se faz sem investimento. Precisamos de investimento em melhores equipamentos, melhores redes, melhores infraestruturas, que vão ao encontro das necessidades digitais. É importante apoiar os Estados-Membros no processo de transformação e de modernização digital. Precisamos de uma aposta efetiva nas soluções digitais, soluções essas que deverão dar resposta às reais necessidades dos cidadãos e profissionais de saúde, contribuindo para a acessibilidade e a qualidade dos cuidados de saúde em zonas urbanas e rurais. Adicionalmente, deverá ser garantida a formação aos diferentes elos do sistema de saúde, desde os cidadãos, aos doentes, cuidadores e profissionais de saúde, disponibilizando informação de fácil compreensão sem deixar ninguém para trás.

Finalizo, Senhora Presidente e Senhora Comissária, recordando que, para o sucesso da digitalização da saúde, é necessário um compromisso político a todos os níveis, local, regional, nacional e europeu.

Caras e caros Colegas, amanhã conto com o vosso apoio através do voto favorável a esta resolução.

 
  
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  Stella Kyriakides, Member of the Commission. – Madam President, first of all, I would like to thank everyone for the opportunity to have this very important discussion.

We need to have the right means to keep our citizens healthy. Digitalisation can be a game changer in this respect, because it can bring concrete benefits to patients and to healthcare professionals. It has the potential to provide cost—effective, high—quality healthcare and to reduce inequalities. All of us here are committed to fostering the digital transformation of health and care in a way that is inclusive and places the patient at its centre.

Health data and how it can be securely shared, in full respect of EU protection standards, is critically important to achieve this transformation. For the patients, we need to ensure that Europe has a framework that supports them and their health providers directly, ensures that citizens have control over their personal data, facilitates research and supports the development of digital medical services, diagnostics and services. You can all rest assured that the creation of a European health data space to promote data exchange and support research will be an important part of my health agenda. To this extent, I will be working closely with the Commissioner for the Internal Market, Thierry Breton, as well as Executive Vice—President Margrethe Vestager and Vice—President Schinas to move forward in this endeavour.

The Commission’s vision was first set out in the 2018 communication ‘Enabling the digital transformation of health and care in the Digital Single Market’. The aim is to encourage Member State action on e—health, while ensuring that citizens have secure access to their comprehensive electronic health data everywhere in the EU. Since then, important progress has been made. Earlier this year, for the first time, five Member States began exchanging e—prescriptions and patient summaries through the eHealth Digital Service Infrastructure, supported by the Connecting Europe Facility. Over 5000 e—prescriptions have been dispensed so far, and this clearly shows that we can have continuity of care across boundaries.

The Commission also adopted the Recommendation on a European Electronic Health Record exchange format to improve the ability to share data between systems and enable citizens access to their own electronic health records. These actions will continue as we move ahead with the creation of the EU health data space, supported by the proposed digital Europe programme.

Whilst data is a key enabler for digital systems’ transformation, we also need to be aware that it does present a number of challenges. It is essential that data protection and cybersecurity considerations are built in from the design phase, in order to protect patient confidentiality, enable them access to their data safely, and protect the integrity of systems. The Commission has taken a number of important steps on this.

Firstly, patient data is protected and secured through the requirements of the General Data Protection Regulation. Secondly, health is one of the key sectors covered in the EU’s first cybersecurity legislation: the Directive on security of network and information systems. Earlier this year, we recommended that Member States develop national digital health networks to bring cybersecurity and the relevant expertise into their digital health systems. Thirdly, we encourage Member States to put in place secure electronic identification or authentication approaches for the health sector. Collectively, these measures will help build trust—based systems. The Commission proposes to underpin them with major investments, and EUR 2 million is foreseen for developing cybersecurity in the EU – including the health sector – as part of the Digital Europe.

Another major challenge that you have mentioned is skills development. Digitisation must reduce inequalities and not create a digital divide. Under the next Multiannual Financial Framework, the Commission is proposing EUR 700 million under Digital Europe for developing advanced digital skills. This will support training for healthcare professionals and help citizens develop digital literacy. The European Social Fund and research programmes will include important projects and programmes to support this. So empowering citizens to manage our own health is a key priority of the digital transformation agenda, and over the next five years, I hope to be working with Member States to ensure that Europe makes real progress on digital health.

Finally, our progress on digital health and data exchange and research under the European Health Data Space will be important for the successful delivery of our other health priorities, such as our Europe’s Beating Cancer Plan. I hope that you will be here with us, because we will be launching this plan together on 4 February 2020 with you in the European Parliament. We are therefore fully committed to supporting this transition and making the most of the potential of e-health. I really look forward to working closely with you on this important issue.

 
  
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  Stanislav Polčák, za skupinu PPE. – Paní předsedající, paní komisařko, děkuji Vám za Váš poměrně obsáhlý projev, byl velmi podnětný. Já s Vámi souhlasím, pokud umožníme digitální transformaci zdraví a péče na jednotném digitálním trhu, pak posuneme kvalitu zdravotní péče a také dostupnost zdravotních služeb v Evropské unii na vyšší úroveň.

Samozřejmě je třeba pamatovat na řadu souvisejících otázek, pokud jde právě o ochranu soukromí, bezpečnosti a ochranu dat. Za velmi přínosnou považuji myšlenku vytvoření evropského prostoru zdravotních dat, který by usnadnil předávání zdravotních údajů a podpořil výzkum prevence, léčebných postupů, léčiv a sdílených výsledků. Chceme účinněji podpořit pacienty, poskytnout jim lepší informace a pomoci jim lépe se orientovat ve zdravotnickém systému, jejich právech a také v poskytovaných zdravotních službách. V tomto ohledu je třeba nalézt vhodný způsob zajištění přístupu k osobním údajům o zdraví a jejich sdílení, usnadnit komunikaci mezi poskytovateli zdravotních služeb a dalšími organizacemi v jednotlivých členských státech.

Paní komisařko, je důležité, aby se Komise ve spolupráci s členskými státy a příslušnými regionálními orgány také zaměřila na vzdělávání občanů v oblasti využívání digitální zdravotní péče. Za tímto účelem bude nutné zlepšit interoperabilitu systému zdravotní péče a za pomoci evropských nástrojů financování, jako jsou samozřejmě evropské strukturální a investiční fondy, Evropský fond pro strategické investice, toto téma dále rozvíjet.

 
  
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  Biljana Borzan, u ime kluba S&D. – Poštovana predsjedavajuća, postoji konsenzus oko toga da digitalne tehnologije imaju potencijal značajno unaprijediti europsko zdravstvo. Unatoč tome, zdravstvene ustanove se teško odlučuju na promjene u procedurama i poslovanju. Nadalje, mnogi zdravstveni radnici sa sumnjom gledaju na digitalne tehnologije, bojeći se kako će im one povećati radno opterećenje ili ih navesti na krive dijagnoze.

S druge strane, pacijenti pokazuju daleko više entuzijazma za nove tehnologije, no to ne vrijedi za sve demografske skupine. Informatička pismenost nesavladiva je prepreka za velik dio starije populacije. Statistike pokazuju da 14% odraslih Europljana nije koristilo internet u 2016. godini, dok je trećina odraslih kazala kako ne zna pristupiti internetu putem mobitela.

Unatoč napretku i bogatstvu Europske unije, značajan dio populacije nije informatički pismen, što svakako doprinosi skepticizmu prema digitalnim rješenjima u zdravstvu. Nadalje, to otvara mogućnost i ka zloupotrebi podataka te drugim neželjenim posljedicama. Kao liječnica sam imala slučaj da je pacijentica pala u nesvijest od šoka i straha jer joj je krivo postavljen digitalni tlakomjer pokazao da joj je tlak 0.

Zaključno, smatram kako je podizanje informatičke pismenosti među zdravstvenim radnicima i korisnicima ključno za uspješnu digitalizaciju europskog zdravstva.

 
  
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  Véronique Trillet-Lenoir, au nom du groupe Renew. – Madame la Présidente, Madame la Commissaire, vous avez raison de souligner qu’il est crucial pour l’Union européenne de se doter d’une stratégie d’accompagnement de la transformation numérique dans le domaine de la santé.

La digitalisation des systèmes de santé permet des avancées considérables dans de très nombreux domaines: le domaine de la prévention, avec les objets connectés; le domaine des soins, avec la télémédecine; le domaine de la santé publique, je pense par exemple à la gestion des pénuries, et le problème de la recherche, en particulier dans le domaine du cancer.

Notre groupe souhaite insister, dans le domaine de la digitalisation, sur trois points essentiels: la confidentialité des données, le partage des données et leur interopérabilité entre les différents États membres et, bien sûr, la dimension éthique. Or, ces trois ambitions ne sont pas forcément très faciles à combiner. Par exemple, il faut trouver l’équilibre entre l’anonymisation des données, d’une part, et leur partage par les différents acteurs de santé, d’autre part. Il faut trouver l’équilibre entre la protection des données et la nécessité absolue pour la recherche scientifique de disposer des big data. Une illustration très triste en a été donnée par la vente des données médicales aux GAFAM à partir de sites mal sécurisés.

Madame la Commissaire, nous attendons beaucoup de l’espace européen des données de santé pour nous aider à résoudre ce problème. Il faut trouver l’équilibre entre les algorithmes d’aide à la décision et la nécessité de préserver la dimension humaine de la médecine. Il faut trouver l’équilibre entre une certaine autonomisation des patients, vous en avez parlé, mais aussi la fragilisation des patients vis-à-vis des infox. Enfin, et surtout – l’oratrice précédente l’a rappelé –, il convient de faire en sorte que ce qui est un progrès technologique pour certains ne devienne pas pour d’autres un écueil, parce qu’ils sont trop âgés, trop isolés ou qu’ils ont un trop mauvais niveau d’éducation. Nous comptons sur vous pour être vigilants sur ces points.

 
  
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  Petra De Sutter, on behalf of the Verts/ALE Group. – Madam President, we all agree, I think; I will not repeat what has been said about the added value of digitalising our healthcare in the domain of rare diseases and in the domain of research, to increase the efficiency of healthcare and health promotion and prevention. But – there is a but – data is the new gold, and we have just heard that there are some things we need to be careful about. Selling data is not acceptable if we talk about health data, and we know that some patients are really worried about that. If we talk about data sharing – and you have said that you will do everything possible to make sure that these data are protected; we have the General Data Protection Regulation (GDPR), which has implementation problems – we know that informed consent is important, and let’s not just go for opt-out systems. Let’s anonymise data for research. But whatever system you put in place to have your European health data space, please build trust into the systems by design.

 
  
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  Nathalie Colin-Oesterlé (PPE). – Madame la Présidente, Madame la Commissaire, chers collègues, avec la numérisation des systèmes de santé et de soins, l’enjeu est de taille. Il s’agit de promouvoir la santé au niveau européen, de prévenir les maladies et de les combattre, de contribuer à répondre aux besoins non satisfaits des patients et de faciliter l’accès égal des citoyens à des soins de grande qualité, grâce à une utilisation judicieuse des innovations numériques.

Les questions de santé relèvent de la politique nationale de chaque État membre, certes, mais si nous voulons que les systèmes soient interopérables entre États membres, il est nécessaire qu’un format européen unique d’échange de données informatiques voie le jour. Cela concerne notamment les dossiers des patients, les ordonnances électroniques, les résultats de laboratoire, l’imagerie médicale, les rapports de sortie de l’hôpital.

Pour faire cette Europe de la santé, nous devons tout d’abord aider financièrement les États membres qui n’ont pas encore un développement numérique suffisant, fixer un calendrier et des objectifs concrets, améliorer l’information du patient européen quant au prix des médicaments au sein de l’Union européenne. Ceci est d’autant plus important pour les patients atteints de maladies rares qui doivent se faire soigner dans un autre État membre que le leur. Enfin, garantir – et cela a été dit – la protection des informations privées afin qu’elles soient utilisées dans l’intérêt exclusif des patients.

La numérisation des services de santé et de soins est une réelle opportunité pour les citoyens européens et pour l’Europe de la santé, qui doit devenir réalité.

 
  
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  Carlos Zorrinho (S&D). – Senhora Presidente, Senhora Comissária, no mandato anterior trabalhei nesta pergunta, nesta resolução, que definiu as prioridades do Parlamento Europeu sobre o tema central da transformação digital e do seu impacto nos cuidados de saúde. E saúdo agora a minha colega Sara Cerdas, que assume esta tarefa e com quem apresentei alterações conjuntas à resolução em debate.

A transformação digital é uma enorme oportunidade para melhorar a qualidade dos serviços prestados, para centrar os sistemas de resposta nas necessidades dos utentes e para proporcionar um acesso mais universal aos serviços de saúde e, em particular, às respostas tecnológicas e cientificamente mais avançadas. É prioritário desenvolver redes de inclusão que formem e dotem os utentes dos conhecimentos e das ferramentas necessárias para uma participação universal e informada.

Os sistemas de acesso devem, por isso, ser de fácil uso, interoperáveis e protegidos através de mecanismos e ferramentas fornecidos ou regulados por entidades públicas. Uma outra prioridade é o fomento da partilha de dados de forma segura no contexto transfronteiriço. Mais dados permitem melhores respostas para mais pessoas.

A digitalização progressiva de muitos dos processos e sistemas de resposta em saúde constitui também uma oportunidade para melhorar a eficácia das parcerias entre os vários atores do sistema, designadamente entre os atores privados e os atores públicos.

A União Europeia deve lançar o ambicioso programa de capacitação generalizada, cruzando a acessibilidade às redes de alta definição com competências para a sua utilização. É prioritário assegurar um modelo de captura e de disponibilização de dados de forma segura para a investigação, garantindo uma justa repartição dos ganhos obtidos com esse processo.

A promoção da saúde vai interagir cada vez mais com o desenvolvimento do mercado único digital. A regulação deve ser feita com prioridades claras na defesa dos cidadãos e da qualidade dos serviços que lhe são prestados, valorizando ao mesmo tempo todos os profissionais envolvidos.

Esta resolução dá um contributo importante no caminho que acabei de assinalar.

 
  
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  Nicolae Ştefănuță (Renew). – Doamnă președintă, doamnă comisară Kyriakides, transformarea digitală a asistenței medicale trebuie să pornească de la pacient. Avem datoria să ne asigurăm că pacientul rămâne cărămida centrală a sănătății digitale, că acesta are acces discreționar la propriile date. Pentru România, tratamentul medical transfrontalier a devenit o realitate frecventă datorită unei considerabile părți a populației care trăiește, studiază sau lucrează în Comunitatea Europeană.

Dosarul medical electronic al pacientului, care să conțină întregul istoric medical, de la schema de vaccinare din copilărie, până la ultima răceală, ar reprezenta un mare pas în față. Istoricul digital ar putea preveni diagnosticarea greșită sau întârziată a unor boli, a unor boli reale care uneori nici măcar nu sunt detectate, așa cum sunt imunodeficiențele primare. Așa că vreau să vă încurajez cu proiectele electronice digitale pe care le duceți și mai ales pe partea de infrastructură electronică a sănătății.

 
  
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  Liudas Mažylis (PPE). – Ačiū ponia Pirmininke, siekiai sudaryti sąlygas skaitmeninei sveikatos priežiūrai bendroje skaitmeninėje rinkoje siūlo galimybes, atliepia pacientų lūkesčius, bet kartu kelia ir iššūkius, tokius, pavyzdžiui, kaip standartizacija ir unifikavimas. Skaitmeninės sveikatos priežiūros sistema suteikia galimybės plėtoti dirbtinio intelekto bei kompiuterinio mokymosi panaudojimą. Naujos technologijos pritaikytos sveikatos priežiūros sistemai gali padėti geriau suprasti sunkiai pagydomas ligas bei kitus sveikatos sutrikimus. Ta duodama nauda yra neatsiejama nuo kylančių iššūkių. Svarbi problema yra asmens duomenų saugumas, teisėtas disponavimas jais. Konfidencialiai naudojami duomenys, gauti iš sveikatos sistemos galėtų padėti vykdyti sveikatos apsaugos politiką. Sukūrus bendrą sistemą, kuri padėtų derinti sveikatos duomenų rinkimą bei išsaugojimą ir jų naudojimą Europos Sąjungoje, būtų gerinama teikiamų paslaugų kokybė, plėtojami moksliniai tyrimai, gerinamas duomenų prieinamumas. Juolab būtų atsigręžta į vis didėjančius pacientų lūkesčius stebėti savo sveikatą. Tam būtina suderinti, unifikuoti sveikatos priežiūros paslaugų sistemas valstybėse narėse, gerinti tarpinstitucinį bendradarbiavimą bei viešosiose e. sveikatos skaitmeninę infrastruktūrą. Be to, būtina atkreipti dėmesį ir į rezoliucijoje paminėtus teritorinės atskirties problemos sprendimus, kuriuos, manau, privalu išplėtoti.

Ačiū, gerų švenčių ir geros sveikatos.

 
  
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  Susana Solís Pérez (Renew). – Señora presidenta, señora comisaria, necesitamos mejorar la eficacia y la eficiencia de nuestros sistemas sanitarios, y la digitalización es fundamental. Tecnologías como la inteligencia artificial son claves para acelerar la investigación, para avanzar en la prevención precoz de enfermedades como el alzhéimer o, por ejemplo, el diagnóstico del cáncer de mama.

Pero para eso necesitamos una gran cantidad de datos y que los Estados miembros cooperemos en la implantación de un sistema de información interoperable entre los distintos centros sanitarios de Europa. Y, además, debemos garantizar la confidencialidad y la seguridad de los pacientes.

Porque esto es lo más importante: hay que poner al paciente en el centro y que, en ningún caso, la digitalización suponga una atención deshumanizada, sino todo lo contrario. Nos tiene que facilitar la prestación de nuevos servicios asistenciales que mejoren nuestra calidad de vida y nos den acceso a tratamientos personalizados. Y para eso necesitamos capacitar digitalmente a pacientes, cuidadores y profesionales sanitarios.

 
  
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  Cindy Franssen (PPE). – Voorzitter, Commissaris, de digitalisering van de gezondheidszorg zal ongetwijfeld bijdragen tot meer patiëntgerichte en gepersonaliseerde gezondheidszorg. Vorige week had ik een Vlaamse start-up op bezoek die zich specifiek toelegt op de digitalisering van de gezondheidszorg. Zo kan door de hersenactiviteit efficiënter te meten, sneller tot de diagnose van epilepsie worden gekomen en gerichter de juiste medicatie worden geven. Dit zijn voorbeelden die mij overtuigen van de meerwaarde van de digitalisering van de gezondheidszorg. De mogelijkheden zijn legio: kunstmatige intelligentie in de medische beeldvorming, robotchirurgie, telegeneeskunde, precisiegeneeskunde. We kunnen als Europese Unie aan het roer staan als we onze krachten bundelen, ook op het vlak van gegevensbescherming. We zullen echter pas echt bakens kunnen verzetten als elke nieuwe ontwikkeling gericht is op de verbetering van de kwaliteit van de zorgverlening en de betaalbaarheid en toegankelijkheid van de gezondheidszorg, ook voor kwetsbare groepen.

 
  
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  Lídia Pereira (PPE). – Senhora Presidente, Senhora Comissária, a digitalização do setor da saúde possibilita o acesso, o tratamento e a análise de dados de centenas de milhões de europeus.

Através de uma cuidada monitorização dos indicadores de saúde dos pacientes podemos agir preventivamente e prolongar a vida dos cidadãos com qualidade e bem—estar. Uma medicina personalizada e a utilização maciça de dados com recurso a data mining permitirá melhores diagnósticos e procedimentos médicos e abrirá portas a uma maior eficiência, beneficiando o cidadão, o Estado e as organizações do setor. Mas é importante garantir que a criação do Espaço Europeu de Dados de Saúde não é hipotecada por falta de investimento público dos governos ou que se esquece a privacidade dos cidadãos.

A promoção da saúde pública dos europeus não pode comprometer os seus direitos fundamentais. A tecnologia, também neste campo, avança mais depressa do que as políticas públicas. A aprovação desta estratégia de partilha de dados e a correspondente regulamentação merecem figurar entre as prioridades para 2020 porque permitirá ganhos significativos na qualidade de vida de cada um de nós.

 
  
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  Cristian-Silviu Buşoi (PPE). – Doamnă președintă, este foarte clar că sustenabilitatea sistemelor de sănătate din Uniunea Europeană, sustenabilitatea financiară reprezintă o provocare din ce în ce mai importantă. Ca medie, 9,6 % din PIB-ul întregii Uniuni Europene se investește în sistemele de sănătate, cu o discrepanță majoră între diverse țări ale Uniunii Europene. Este un semnal din ce în ce mai clar că sistemele de sănătate au nevoie de o transformare care să garanteze accesul pacienților la servicii de sănătate, cât și optimizarea serviciilor de sănătate.

Cred că, pentru a pune cu adevărat pacientul în centrul sistemelor de sănătate, pentru a eficientiza sistemele, avem nevoie de folosirea cât mai largă a noilor tehnologii, fie ele dosarul electronic de sănătate, prescripția electronică, sistemele de telemedicină. Trebuie să integrăm și să utilizăm din ce în ce mai mult inteligența artificială în sistemele de sănătate și să susținem inovarea în sectorul medical.

 
  
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  Tomislav Sokol (PPE). – Poštovana predsjedavajuća, danas su promjene u zdravstvu očite. Radi se o velikim, tektonskim promjenama, koje su uzrokovane, s jedne strane, promijenjenom demografskom strukturom stanovništva u Europi, te razvojem novih tehnologija, što čini zdravstvene sustave država članica sve teže i teže održivim. Naravno da tu nove tehnologije i digitalna tehnologija mogu odigrati itekakvu ulogu, kako kroz korištenje umjetne inteligencije za predviđanje zdravstvenih stanja, dakle prevenciju, kroz dijagnostiku, koristeći i europske referentne mreže koje su temeljene na Direktivi 2011/24, tako i korištenjem novih tehnologija za samoliječenje pacijenata.

Naravno, puno je izazova, tu je pitanje istraživanja i određenih etičkih problema vezanih uz to, tu je problem zaštite privatnosti, odnosno zaštite informacije, ali isto tako ulaganja u temeljnu infrastrukturu koja je, nažalost, vrlo zaostala u nekim državama koje su slabije razvijene od prosjeka Europske unije.

Drugim riječima, Europska unija ima instrumente kojima to može riješiti, ima regulatorne instrumente, ima financijske kroz kohezijsku politiku, kroz program Obzor, i vjerujem da uz političku atmosferu koju danas imamo doista možemo napraviti iskorak u tom smislu.

 
  
 

Catch-the-eye procedure

 
  
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  Michaela Šojdrová (PPE). – Paní předsedající, digitalizace ve zdravotnictví samozřejmě může přispět ke zlepšení zdravotní péče a my s tím počítáme. Ale je to konfrontováno s množstvím rizik. Některá z nich tu již byla vyjmenována. Velkým krokem kupředu je nařízení o ochraně osobních údajů, které mimo jiné chrání zdravotní údaje pacientů a reguluje jejich sdílení. Pokud chceme vytvořit jednotný přeshraniční systém digitálního zdravotnictví, musíme podporovat interoperabilitu systému, jakou je zdravotní záznam pacienta nebo sdílení zdravotních údajů mezi členskými státy.

Digitální zdravotnictví tedy může částečně vyřešit nedostatek zdravotnického personálu, ale je třeba počítat s tím, že ne každý má stejnou digitální gramotnost a ne každý je schopen digitální technologie využívat. Proto je potřeba myslet na přeškolení zdravotního personálu, který musí být schopen tyto technologie využívat. I přes značnou pokročilost digitálních technologií je potřeba, aby zůstal zachován vztah pacienta s lékařem.

 
  
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  Julie Ward (S&D). – Madam President, Cybermoor is a social enterprise located in Alston, a remote rural community in my North West Region. Initially established in 2002 to provide broadband and computers to improve access to services and overcome isolation, Cybermoor initiated the Alston Health Care project in 2007 focusing on telehealth and telemedicine services for the local community.

They’ve delivered the successful implementation of a heart failure telehealth project and provide video links between hospitals to provide remote assessment of patients. They work closely with the local NHS Partnership Trust and with Cumbria County Council social services and they’ve got links with NGOs across Cumbria such as Age UK.

Always innovating, they work with other NGOs to recruit test users for new projects such as home monitoring by informal carers. The cyber more team have been involved in several EU projects including E10 which supports the deployment of trans-European e—services in the public interest. Demonstrating the value of partnership working.

I know that remote and peripheral communities such as Alston will be hard hit by Brexit as they’ve benefited enormously from the EU’s close attention to the outermost regions.

 
  
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  Patrick Breyer (Verts/ALE). – Madam President, information on our health is about as sensitive as it can be. It includes data on our mental disorders, on our sexual health, including HIV, on reproductive disorders, etc., so certainly using this information for other purposes such as research and care can have benefits, but the Commission’s communication and the proposed resolution we are to vote on tomorrow do not acknowledge that the patient should be in control of this information on their health and should not be forced to give up control by feeding this information into centralised and interconnected databases. We fully know well that a decentralised storage on unconnected devices is much safer and also, Madam Commissioner, 62% of respondents to your consultation said they want to share their health data for research purposes only if it cannot be tracked back to them. That means anonymised data, not just pseudonymised data. Information on our physical and mental health must never be regarded as a commodity for industry to exploit but is a confidential and integral part of our personality.

 
  
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  Antonius Manders (PPE). – Madam President, I’m representing the Dutch Party 50PLUS. Half of the population is 50+, and it’s nice to know that the other half is eager to become it. But, for my voters, health and care is very, very important, as you may be aware.

I want to add some following points. Preventive healthcare is key to lowering the cost of healthcare systems. I want to know if the European Commission is prepared, with regard to the free movement of services, to oblige Member States to allow all forms of preventive healthcare.

Secondly, the right food is your best pharmacist. Is the European Commission willing to make it easier to get medical health claims on fresh foods? With the digital revolution, we can give better and more information to help people to live more healthily, and that makes life easier.

 
  
 

(End of catch-the-eye procedure)

 
  
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  Stella Kyriakides, Member of the Commission. – Madam President, I’ll be very brief – I took longer in my opening remarks, so I’ll be brief now.

We all know that the digital transformation of healthcare can be a game changer, and I’m just going to repeat that the Commission is committed to this. We are also aware that we need to leave no—one behind: we need to provide skills training and we need to protect data, and I think this is very important. We need to build trust-based systems. The digital transformation of health and care and the development of the European health data space are ambitious goals, and by the end of 2020 the Commission will come up with a data strategy which will include health data. So we’re very much at the beginning of this journey, and it is important that we all build this digital health future together.

In ending, may I also extend my best wishes for the coming festive season.

 
  
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  President. – And thank you, Commissioner, we wish you a very good Christmas and indeed New Year.

I have received one motion for a resolution tabled in accordance with Rule136(1) of the Rules of Procedure.

The debate is closed.

The vote will take place on Wednesday, 18 December 2019.

 
Τελευταία ενημέρωση: 20 Φεβρουαρίου 2020Ανακοίνωση νομικού περιεχομένου - Πολιτική απορρήτου