Voltar ao portal Europarl

Choisissez la langue de votre document :

  • bg - български
  • es - español
  • cs - čeština
  • da - dansk
  • de - Deutsch
  • et - eesti keel
  • el - ελληνικά
  • en - English
  • fr - français
  • ga - Gaeilge
  • hr - hrvatski
  • it - italiano
  • lv - latviešu valoda
  • lt - lietuvių kalba
  • hu - magyar
  • mt - Malti
  • nl - Nederlands
  • pl - polski
  • pt - português (seleccionado)
  • ro - română
  • sk - slovenčina
  • sl - slovenščina
  • fi - suomi
  • sv - svenska
 Index 
 Texto integral 
Debates
Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2020 - Estrasburgo Edição provisória

Situação da luta da UE contra o branqueamento de capitais à luz do Luanda Leaks (debate)
MPphoto
 

  João Ferreira (GUE/NGL). – Senhor Presidente, escândalos fiscais como o Lux Leaks e outros revelaram ao mundo um sistema que promove a opacidade e o anonimato e que permite o branqueamento de capitais. Na reação a tais escândalos a União Europeia mostrou que continua fortemente condicionada pelos interesses das multinacionais e não só. Medidas tidas por elementares para lutar contra o branqueamento de capitais foram travadas e, se alguma coisa mudou, foi para que ficasse tudo na mesma.

Quanto a recentes alegações vindas a público, cabe às autoridades dos países envolvidos averiguar a existência de ilicitudes ou ilegalidades e agir em conformidade. Aquilo que estes acontecimentos não podem justificar, em nenhum caso, são atitudes hipócritas e de ingerência de quem aqui vê uma oportunidade para dar força às suas ambições de domínio neocolonial.

O combate ao branqueamento de capitais, assim como à evasão e elisão fiscais, continua limitado por um nó que a União Europeia não se mostra interessada em desatar: os paraísos fiscais com os quais a União Europeia convive e é conivente. Continua a ser necessário desatar este nó.

 
Última actualização: 5 de Março de 2020Dados pessoais - Política de privacidade