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Debates
Quarta-feira, 12 de Fevereiro de 2020 - Estrasburgo Edição provisória

Situação humanitária dos refugiados nas fronteiras externas da UE (debate)
MPphoto
 

  Nuno Melo (PPE). – Senhora Presidente, uma Europa de fronteiras abertas é um absoluto disparate que só a utopia de uma esquerda muito irresponsável defende neste Parlamento. Não há um único país do mundo onde as fronteiras sejam abertas. Onde quem queira possa entrar dependendo só da sua vontade.

A União Europeia não tem, obviamente, de ser diferente. Temos de respeitar quem queira melhorar as suas condições de vida e temos a obrigação de acolher as pessoas com humanismo, mas, para que isso seja possível com recursos tão escassos, tem de haver muito rigor no controlo da entrada das fronteiras externas da União Europeia. E tem de se distinguir o que tem que ser distinguido: uma coisa são refugiados, outra coisa, são migrantes. Aos refugiados aplicam-se tratados e leis diferentes das leis que se aplicam aos migrantes, são realidades diferentes. Quem seja considerado refugiado que foge para salvar a sua vida deve ser acolhido, de acordo com leis ou tratados, mas quem apenas procura trabalho, quem seja migrante, deverá entrar, ou não, dependendo das leis e da vontade de cada país, com respeito pelo princípio da subsidiariedade.

Cada país é que sabe dos migrantes que necessita. O acesso descontrolado de migrantes à Europa não é aceitável, põe em risco a segurança das pessoas, o nosso sistema laboral, social e democrático. E o acolhimento dos verdadeiros refugiados, esse sim, deve, obviamente, acontecer.

(O orador aceita responder a uma pergunta cartão azul em conformidade com o artigo 171.º, n.º 8, do Regimento)

 
Última actualização: 5 de Março de 2020Dados pessoais - Política de privacidade