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Postopek : 2021/2254(INI)
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Potek postopka za dokument : A9-0269/2022

Predložena besedila :

A9-0269/2022

Razprave :

PV 12/12/2022 - 15
CRE 12/12/2022 - 15

Glasovanja :

PV 13/12/2022 - 8.11
CRE 13/12/2022 - 8.11
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P9_TA(2022)0436

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Ponedeljek, 12. december 2022 - Strasbourg Pregledana izdaja

15. Dolgoročna vizija za podeželska območja EU (razprava)
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  Puhemies. – Esityslistalla on seuraavana Isabel Carvalhaisin maatalouden ja maaseudun kehittämisen valiokunnan puolesta laatima mietintö EU:n pitkän aikavälin maaseutuvisiosta (2021/2254(INI)) (A9-0269/2022).

 
  
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  Isabel Carvalhais, Rapporteur. – Senhora Presidente, Caros Colegas, eu entendo as zonas rurais como decisivas na resposta aos grandes desafios societais que enfrentamos, em particular, nestes tempos difíceis, com uma guerra em curso na Ucrânia infligida pela Rússia e ainda com as consequências da pandemia. O futuro das zonas rurais, que se estendem por 80% do território da União Europeia, é, mais do que nunca, da maior relevância para a segurança alimentar da Europa e para o sucesso do Pacto Ecológico Europeu.

Mas, mais do que isto, é sobretudo o imperativo ético e político que os homens, as mulheres, as crianças, os jovens, os idosos, enfim, todas as pessoas que vivem no mundo rural, tenham condições iguais às de qualquer outro cidadão da União Europeia para poder fazer pleno uso da sua cidadania.

Por isso, Caros Colegas, há que fazer muito mais e melhor, porque aquilo que temos visto é mais do que insuficiente. Já disse aqui noutros momentos que a comunicação da Comissão Europeia sobre a visão a longo prazo para as zonas rurais da União Europeia é muito bem-vinda, mas que não posso deixar de lamentar que a sua apresentação tenha sido tão tardia, precisamente numa fase já avançada da programação dos principais instrumentos do Quadro Financeiro Plurianual, em particular os ligados à política de coesão e à política agrícola de desenvolvimento rural. Lamento também a falta de explicitação de metas concretas a atingir.

O pacto rural, o mecanismo rural proofing, o observatório rural e o plano de ação são iniciativas muito positivas, mas que precisam agora de ser materializadas, contando com metas claras de concretização. São também precisas já ações mais imediatas, porque as áreas rurais, Caros Colegas, não podem esperar.

A Comissão deve assegurar, desde logo, que a dimensão territorial rural seja devidamente contemplada no desenho da ação legislativa e deve avaliar anualmente a sua aplicação e impacto nos planos estratégicos da PAC, nos programas da Política de Coesão e nos Planos de Recuperação e Resiliência. Em paralelo, todas as políticas e fundos da União Europeia, tanto em regime de gestão partilhada como em regime de gestão direta, devem ser chamados a contribuir para o desenvolvimento das zonas rurais. A Comissão deve ainda adotar medidas legislativas e não legislativas, de forma a melhorar a eficácia das políticas atuais, trabalhando, por exemplo, na remoção dos obstáculos que persistem na abordagem aos multifundos e ajudando a desenvolver abordagens mais integrativas nas áreas rurais, assim como na melhoria das sinergias e da coordenação entre os instrumentos de financiamento da União Europeia e entre estes e os instrumentos nacionais.

Pedimos também que sejam adotadas rapidamente medidas legislativas que permitam, por exemplo, o alargamento da abordagem do fundo principal às intervenções cofinanciadas por mais do que um fundo de gestão partilhada e a simplificação da sua aplicação, assim como a possibilidade de transferência de recursos financeiros entre todos os fundos de gestão partilhada quando, e apenas quando, vise a concretização de estratégias territoriais rurais concretas, algo que neste momento não é possível. Simultaneamente, os Estados-Membros devem também atender aos desafios específicos das suas zonas rurais durante a execução dos atuais programas do Quadro Financeiro Plurianual. Devem, muito em particular, disponibilizar os investimentos necessários para a inclusão social, para a criação de emprego, para a promoção da competitividade da economia rural e para estimular uma transição digital e ecológica que seja realmente justa. Devem também fomentar o princípio de parceria, ultrapassando as resistências que ainda existem a este nível, assim como o envolvimento mais forte dos agentes locais na construção de soluções adaptadas às suas comunidades.

Esta é também a hora de começar a refletir sobre o próximo período de programação e sobre a criação de um contexto que garanta a prosperidade e o bem-estar para as nossas comunidades rurais. A visão de longo prazo para as zonas rurais deve evoluir no sentido de se tornar uma verdadeira estratégia rural a nível da União Europeia, que inclua todas as diferentes políticas que relevam para a sua concretização, de modo a ser totalmente integrada em futuros períodos de programação.

Senhora Presidente, Caros Colegas, é este o momento de enviar uma mensagem clara e consequente às zonas rurais de toda a Europa de que queremos ser parte ativa na defesa das suas comunidades e na revitalização dos seus territórios, de que estamos genuinamente empenhados não apenas em proclamá-lo, mas efetivamente em fazê-lo.

 
  
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  Krzysztof Hetman, autor projektu opinii Komisji Rozwoju Regionalnego. – Pani Przewodnicząca! Pani Komisarz! Szanowni Państwo! Obszary wiejskie to aż 30% mieszkańców Wspólnoty, którzy niestety w dalszym ciągu borykają się z wieloma problemami. Brak dostępu do podstawowych usług, połączeń drogowych i odpowiedniej komunikacji, wykluczenie cyfrowe czy utrudniony dostęp do edukacji to tylko niektóre z nich. Prowadzą one też zresztą do kolejnego bardzo niebezpiecznego zjawiska, jakim jest depopulacja obszarów wiejskich. Aby zaradzić tym problemom, potrzebujemy jasnej strategii i spójnych działań na poziomie Unii Europejskiej.

Natomiast namawiałbym wszystkich do tego, aby zmienić paradygmat myślenia o wsparciu obszarów wiejskich, bo my przez ostatnie lata, wiele lat, ciągle podejmujemy działania i zastanawiamy się, w jaki sposób zatrzymać ludzi na tych obszarach wiejskich. A ja uważam, że trzeba zmienić całkowicie sposób myślenia i zastanowić się, jak namówić choć jedną osobę do tego, żeby wróciła na te obszary wiejskie, bądź namówić nowe osoby, aby chciały zamieszkać na tych obszarach wiejskich. Ponieważ jedna taka namówiona osoba, która powróci na obszary wiejskie, będzie warta dziesięciu osób, które będą chciały tam zostać. I to będzie najlepszy dowód na to, że nasze polityki przynoszą efekt i sukces. Tak że odwagi w myśleniu.

 
  
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  Dubravka Šuica, Vice-President of the Commission. – Madam President, I want to thank honourable Member, Isabel Carvalhais. Your work, and that of the co-rapporteurs and Members of this House demonstrates the importance of the long-term vision and the added value of the Rural Pact. Your report welcomes the Rural Vision as a valuable opportunity for coordinated and reinforced actions on rural areas. The Commission is committed to ensuring that rural areas remain high on the European Union’s political agenda. Both Commission and Parliament are aligned on the challenges and opportunities that rural areas face in the green and digital transitions.

Without forgetting that there is another crucial transition underway, the demographic transition, that perhaps is more gradual but no less significant in the long run. The purpose of this vision is to make rural areas more prosperous, better connected, more dynamic, more attractive places for people to live and work in, while preserving their essential character.

Food security is a key concern right now. Linked to this is the issue of food waste. It is the first topic for deliberation in the new generation of European citizens panels inspired by the Conference on the Future of Europe. The climate and biodiversity crisis and our food security objectives all remind us how vital rural areas and farmers are to our food security. Essentially, they help guarantee an economically, ecologically and socially sustainable production.

I welcome your clear messages on the need to improve the basic services and to address the growing discontent among rural populations. This is key to our economy, our society and our democracy. We must continue the dialogue within the Rural Pact framework on how to improve the representation of rural people at all levels of governance. I understand your concerns when it comes to ensuring European Union funds and policies complement one another in their bid to support rural areas in the years to come.

I welcome the points on Article 174 of the Treaty on the Functioning of the European Union. We will thoroughly study the rapporteur’s proposal on the synergies and multi-fund approach. There is a common understanding on the need for improvement. We will also carefully analyse your proposal for the future beyond 2027. Around EUR 100 billion from the European Agricultural Fund for the rural development budget were made available to fund the rural development programmes in the 2014-2020 period. In cohesion policy, EUR 33 billion for plans for investments in rural areas.

The Commission works to ensure positive outcomes for rural areas in both the cohesion policy operational programmes and the common agricultural policy strategic plans in the programming exercise for 2021-2027. By mid-2023 we will take stock of how they have been programmed for this new period, and in early 2024 we will issue a report on enhanced support to rural areas in the future based on the implementation of the European Union Rural Action Plan. Over the last year and a half we have made significant progress on the 30 actions in the plan. These cover many aspects highlighted in your report. We will propose a set of indicators to follow up the plan and envision implementation by mid-2023. Then we will also take stock of what actions have been carried out and programmed, as I already mentioned.

On rural proofing, we started to pilot our rural proofing mechanism with some promising results. I give you the example of the European Care Strategy and the new urban mobility framework. We are also on track to deliver the first products of the toolkit for European Union funds for rural areas. This tool will inspire local authorities and stakeholders to make use of the European Union funding and capacity building opportunities. We also welcome your support for the EU Rural Observatory, which went live on 8 December. This is a major milestone. I want to mention the rural package because European Parliament is a key partner in this process.

Indeed, our shared goals of the vision can only be achieved together. You call on the Commission to maintain a direct and structured dialogue with the various levels of governance. This is the very objective of the Rural Pact and it has the ambition to gather all actors playing a role for the rural areas. Since last year, 1200 people have joined the rural pact community and close to 80 have submitted commitments to act.

To conclude, I look forward to the exchange this evening and to the plenary vote on the report that Member of Parliament Isabel Carvalhais has championed and to continuing the fruitful collaboration with the honourable Members of this House on making the rural vision a reality, leaving no one and nowhere behind.

 
  
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  Franc Bogovič, v imenu skupine PPE. – Gospa predsedujoča, spoštovana komisarka, cenjena poročevalka, veseli me, da lahko obravnavamo dolgoročno vizijo razvoja podeželja.

Vizijo, s katero pravzaprav zaokrožujemo cilje, ki smo jih vse od leta 2016 že zapisali tudi v koncept pametnih vasi, se pravi rešiti problem depopulacije, na eni strani odhajanja mladih s podeželja, po drugi strani staranja ljudi.

Prav tako pa zagotoviti vso potrebno infrastrukturo, vključno s širokopasovnimi povezavami, ki so se pokazale predvsem v covidu kot neobhodne tudi na podeželju, da bo podeželje omogočilo možnosti za nova delovna mesta, hkrati pa tudi za kvalitetno življenje.

Kmetijstvo je osnovna dejavnost. Tudi tu so potrebni novi prijemi v okviru preciznega kmetijstva. Kmetijstvo je pokazalo, da je odporno tudi v času covida.

Po drugi strani pa kmetijstvu je treba dodati tudi turizem, energetski sektor, skrb za starejše, e-zdravje na podeželju in na takšen način bomo storili to, kar želimo – okrepiti podeželje.

Zato moramo zagotoviti financiranje iz različnih virov. Skrbeti morajo za to vse ravni, od lokalne do evropske. Vsekakor pa mora to v bodoče postati skupna politika, kajti brez politike razvoja podeželja bo podeželje trpelo podobne težave, kot je v preteklosti. Razvoj podeželja mora postati javna politika.

 
  
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  Clara Aguilera, en nombre del Grupo S&D. – Señora presidenta, quiero, en primer lugar, felicitar a mi colega Isabel Carvalhais y a todos los ponentes alternativos por el magnífico trabajo que han realizado. La prueba es que no hay ni una sola enmienda, porque se ha realizado un gran esfuerzo y trabajo. Felicidades, Isabel.

Ahora necesitamos compromisos. Están los acuerdos, está este informe brillante y, ahora, necesitamos compromisos. Necesitamos un compromiso firme por parte de la Unión Europea para frenar la brecha generacional, la brecha digital y la brecha de género que se dan en las zonas rurales europeas.

Señorías, el 83 % del territorio solo está ocupado por el 30 % de la población. A pesar de que llevamos más de tres décadas haciendo políticas de desarrollo de las zonas rurales, estas no han tenido el resultado esperado. Por tanto, a pesar de esos más de treinta años, hay que tomar nuevas medidas y hay que adoptar un enfoque global sobre las políticas a nivel de la Unión Europea.

También han disminuido las explotaciones agrarias en un 35 % en las últimas dos décadas, y eso ha tenido también su incidencia. Hay un creciente descontento en la población de las zonas rurales por la política. Porque no se toma en serio esta política. Se hace, a veces, con una visión demasiado sectorial, desde la agricultura. Las zonas rurales necesitan una visión integral y horizontal, no sectorial.

Y, por tanto, mientras esto no lo tengamos claro, no abordaremos lo que necesitan estas zonas rurales: igualdad de acceso a servicios y garantía de las condiciones de vida. La gente quiere elegir donde vive, pero con las mismas condiciones en las zonas urbanas o en las zonas rurales.

También quiero felicitar a los grupos que han participado en la iniciativa LEADER, que han hecho un magnífico trabajo en estos treinta años. Señora comisaria, toca pasar a la acción. Sumemos todos y hagamos una política integral para evitar esta despoblación rural.

 
  
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  Jérémy Decerle, au nom du groupe Renew. – Madame la Présidente, Madame la Commissaire, loin des affaires qui secouent fortement notre Parlement, les zones rurales représentent plus de 80 % des territoires européens. Des territoires qui se sentent souvent, à tort ou à raison, un peu oubliés.

Avec ce rapport, je suis fier que le Parlement leur adresse un message sérieux, complet, éclairé et bien travaillé. J’espère surtout que la Commission nous entendra et qu’elle transformera l’essai de sa communication de juin 2021. J’espère que nous avancerons sur l’observatoire et la définition des zones rurales fonctionnelles, que nous appliquerons le principe du «réflexe ruralité» à l’ensemble des politiques européennes et que nous rendrons nos fonds et nos accompagnements financiers plus efficaces.

Nous avons besoin de redonner de la visibilité à nos campagnes, de les rendre plus attrayantes et d’enrayer la chute démographique – dans le domaine de l’agriculture, bien sûr, mais aussi au-delà. Il y a d’ailleurs des signaux encourageants dans certaines régions européennes, que nous pourrions multiplier en collaborant davantage avec les acteurs de terrain.

Bruxelles ne construira pas seule l’avenir des zones rurales. Nous devons soigner et accompagner de façon complète et adaptée ces zones qui jouent tant de rôles, à commencer par celui de fournir la quasi-totalité de notre alimentation.

J’espère que les États membres, mais aussi les régions, pourront continuer à agir, à se coordonner et à mettre en œuvre leurs programmes respectifs: c’est là un grand enjeu pour l’équilibre de notre Europe. Merci encore à notre rapporteure, Isabel Carvalhais. Je pense qu’il faut approuver ce texte dans son intégralité, y compris, donc, le paragraphe sur les prédateurs.

 
  
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  Thomas Waitz, on behalf of the Verts/ALE Group. – Madam President, Commissioner, indeed, we have to face reality. We have rural areas where families leave the rural areas because there’s a lack of public transport, there’s a lack of internet connectivity to work from home, there’s a lack of kindergartens, there’s a lack of schools, there’s a lack of retailers. And we see less and less public officers or police stations.

There are more and more farmers actually closing their businesses: hundreds every day. And it’s mainly small and medium-sized farmers – the ones that mainly produce ecological, viable food – who mainly drive a kind of agriculture that fits with biodiversity and climate. These farmers are leaving rural areas in big numbers and they are the ones providing us with the daily food that we need.

So clearly we don’t need just a vision or a plan or a long-term vision. We need concrete action so as not to treat citizens in rural areas as second-class citizens in our European Union.

But I call on my conservative colleagues again: we stand together in this report and we stand together in these claims. But once again you have inserted your shoot-the-wolf paragraph, or reduce the, yes, protection status. And with this once again, like last time when we had the six-party agreement, you are doing your best to split the majority here in Parliament. And you know that an INI report will only be powerful if it’s shared by a big majority here. So please withdraw that article so we can all stand together, because the wolf clearly is not responsible for the failures of many of your colleagues in the last decades when it comes to rural areas. So let’s fix that and let’s have a big majority in favour of this wonderful report, thanks to Madam Carvalhais.

 
  
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  Elena Lizzi, a nome del gruppo ID. –Signora Presidente, signora Commissaria, onorevoli colleghi, ringrazio la relatrice Carvalhais e tutti i colleghi per i compromessi raggiunti, nonostante le nostre proposte non siano state incluse.

Le aree rurali rappresentano sicuramente una grande opportunità, sia per i nostri giovani, che vogliono riscoprire il valore della terra, sia per coloro che devono inventarsi o reinventarsi, giocoforza, una nuova vita, e di conseguenza un nuovo lavoro, a causa degli eventi che in questi ultimi anni ci hanno investito.

La ricerca di lavoro e l'opportunità di creare un substrato economico nelle aree limitrofe dei nostri paesi devono essere ai primi posti degli obiettivi politici. Le zone rurali nell'Unione europea ospitano circa il 30 % della popolazione, eppure coprono circa l'80 % della superficie complessiva dell'Unione europea.

Data la grandezza in termini di superficie, esse devono essere valorizzate e si devono implementare politiche che attraggano le persone, garantendo ad esse gli stessi servizi e le stesse occasioni delle aree urbane che sono al momento, dal punto di vista professionale, più attrattive.

Per questo bisogna puntare anche su innovazione e ricerca per rendere queste aree più accoglienti, anche con l'aiuto prezioso delle università e degli enti locali che più di tutti hanno il polso della vita reale in queste zone.

Come Lega e come gruppo ID sosteniamo tutti gli sforzi messi in atto per difendere le regioni rurali italiane ed europee, ma dobbiamo garantire che queste popolazioni, e soprattutto i nostri agricoltori, siano protetti anche dalle nuove insidie, come i grandi carnivori ad esempio.

Chi vuole creare un'impresa deve aver garantito il diritto di salvaguardarla. Per questo motivo riteniamo che ci voglia una maggiore presa di posizione, poiché i grandi carnivori hanno un impatto sulla redditività dell'agricoltura, in particolare in terreni agricoli a gestione estensiva, e crediamo che sia necessario garantire una coesistenza equilibrata tra gli esseri umani e questi predatori delle zone rurali.

Nel complesso riteniamo che il testo sia abbastanza equilibrato, ma avremmo voluto ottenere di più, non ci avete ascoltato. Avete sbagliato e non solo in questa occasione.

 
  
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  Zbigniew Kuźmiuk, w imieniu grupy ECR. – Pani Przewodnicząca! Pani Komisarz! Na początku chciałbym podziękować pani sprawozdawczyni i kolegom kontrsprawozdawcom za znakomitą współpracę w duchu kompromisu i podobnie rozumianych interesów wsi i obszarów wiejskich. To dlatego to sprawozdanie nie ma poprawek i w całości zostanie dużą większością pewnie przyjęte na tej sali. Dla mnie jako reprezentanta grupy ECR priorytetem było podkreślenie w strategii, że podstawową rolą obszarów wiejskich jest gospodarka rolna ukierunkowana na produkcję żywności oraz że produkcja ta musi być opłacalna dla rolników i zapewniać godny byt im i ich rodzinom. Na nic zdadzą się jakiekolwiek strategie, jeżeli praca na roli nie będzie atrakcyjna pod względem ekonomicznym, szczególnie dla młodego pokolenia, które dzisiaj ucieka ze wsi do miasta, szukając tam dla siebie lepszego życia.

Nasze sprawozdanie zresztą dobrze diagnozuje tę sytuację, podkreślając, że w ciągu dziesięciu ostatnich lat w Europie zniknęło 3 miliony gospodarstw. Ten proces niestety trwa, choć teraz już z mniejszą intensywnością. Na uwagę zasługuje również fakt, że rozwój terenów wiejskich, a szczególnie budowa infrastruktury społecznej i technicznej, powinna być finansowana z Funduszu Spójności. Do tej pory tak nie było. Rzeczywiście te z trudem wyrwane, można powiedzieć, pieniądze na Wspólną Politykę Rolną, szczególnie z drugiego filaru, były przeznaczane bardzo często na infrastrukturę, a powinny być przeznaczane na wsparcie gospodarstw, na ich modernizację, na zwiększanie produkcji rolnej. Ponieważ zarówno komunikat Komisji, jak i prace nad sprawozdaniem w dużej mierze były prowadzone jeszcze przed wybuchem wojny, to dopiero ta wojna w Ukrainie i prowadzenie przez Rosję wojny hybrydowej pokazało, jak bardzo ważne jest bezpieczeństwo żywnościowe.

W związku z tym chciałbym podziękować panu komisarzowi Wojciechowskiemu za pilne działania, które rzeczywiście to bezpieczeństwo żywnościowe wzmacniają, między innymi za zawieszenie odłogowania gruntów czy też sprzeciw wobec propozycji redukcji zużycia pestycydów o 50% dla wszystkich państw członkowskich, co jest przecież rozwiązaniem pozbawionym sensu.

 
  
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  Eugenia Rodríguez Palop, en nombre del Grupo The Left. – Señora presidenta, señora comisaria, en Europa hay 137 millones de personas viviendo en zonas rurales, el 30 % de nuestra población. Gracias a esa gente comemos, bebemos y respiramos. Todos nosotros nos sostenemos sobre sus hombros. Sin ellos no hay soberanía alimentaria, ni autonomía energética, ni lucha contra el cambio climático. Sin ellos no hay nada. Da igual lo que programemos aquí.

Sin embargo, la brecha territorial que sufren es tremenda: carencia de servicios públicos, desde saneamiento hasta colegios o centros de salud; brecha digital; brecha de género; falta de movilidad; malas condiciones de trabajo y falta de ingresos. Todo lo que ellos producen lo pagan finalmente más caro. A eso hay que sumar los retos que vienen afrontando ya desde hace décadas: desertificación, despoblación y megaproyectos que acaparan tierras, chupan recursos y generan residuos.

Yo soy de Llerena, un pueblo al sur de Badajoz, en España. Un lugar pequeño en el que se pelea a diario por mantener abierto un hospital comarcal. Hay otros pueblos similares que se levantan contra gigantes vertederos, minas a cielo abierto, megaparques solares en tierras fértiles o desecación de sus pantanos. A eso le llaman inversión. Soportamos en pie los continuos delirios de grandeza que se gestan en grandes urbes y en despachos como estos.

Delirios ecocidas, homicidas y suicidas. Porque es irracional, además de injusto, despreciar a quienes pisan la tierra, cultivan lo que comemos, mantienen nuestros acuíferos y cuidan nuestras raíces. Ya es hora de reconocer al campo lo que hace por nosotros, de ponerlo en valor y pagarlo. Deberíamos darle las gracias sólo por existir, por ser, por estar y, sobre todo, por resistir. De su supervivencia depende la nuestra. Hoy hemos dado un paso.

 
  
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  Dino Giarrusso (NI). – Signora Presidente, onorevoli colleghi, le aree rurali costituiscono un aspetto essenziale dello stile di vita europeo e sono fondamentali per il funzionamento economico, sociale e ambientale della nostra società. Ospitano ben 137 milioni di persone.

Nonostante i loro punti di forza le zone rurali, in particolare quelle remote e meno sviluppate e ve ne sono tante in Sicilia e in Sardegna, si trovano ad affrontare sfide significative e difficili da vincere se non verranno adeguatamente supportate.

Per questo il Green Deal europeo deve aprire nuove opportunità, in particolare per quel che riguarda la transizione verso un'economia a basse emissioni di carbonio.

Valorizziamo queste aree così importanti nell'assicurare la nostra produzione e la nostra autonomia alimentare, salvaguardando le nostre risorse naturali, i nostri paesaggi e la nostra biodiversità, nonché il nostro patrimonio culturale.

Bene dunque che vi sia un piano d'azione rurale, ma attenzione a non lasciarlo isolato come un totem. Al contrario, lo sviluppo delle aree rurali va armonizzato a quello delle aree urbane, per le quali è indispensabile.

 
  
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  Herbert Dorfmann (PPE). – Frau Präsidentin, Frau Kommissarin, Kolleginnen und Kollegen! Ländliche Räume sind Lebensräume für Menschen. Und diese Menschen, die dort leben, haben jedes Recht auf Lebensqualität, die zwar anders sein mag als in den Städten, aber eben nicht schlechter sein darf. Menschen in ländlichen Räumen haben Recht auf Gesundheitsversorgung, sie haben Recht auf sichere Straßen, auf öffentlichen Verkehr, auf schnelles Internet, auf Kinderhorte, Schulen, auf Altersheime und vieles mehr.

Menschen in ländlichen Räumen haben auch das Recht und wahrscheinlich auch die Pflicht, Wirtschaft zu betreiben. Nur wenn Bäuerinnen und Bauern und KMU im ländlichen Raum da sind, dann gibt es dort auch Arbeitsplätze. Und ohne Arbeitsplätze gibt es keine Familien im ländlichen Raum. Deshalb muss es aufhören, dass Menschen aus Städten tagtäglich den Menschen im ländlichen Raum sagen, was sie tun und was sie eben nicht tun dürfen. Ländliche Räume brauchen keine von anderen beschlossene Käseglocken, unter denen oft jede unternehmerische Idee erstickt.

Gut auch, dass wir in Zusammenhang mit diesem Bericht die Situation mit den großen Beutegreifern ansprechen. Viele huldigen einer vollkommen falsch verstandenen Idee von Biodiversität und akzeptieren oder begrüßen sogar, dass Wölfe und Bären durch unsere Dörfer spazieren und dort Nutztiere reißen. Wir brauchen auch hier Antworten. Wenn der Text morgen so verabschiedet wird, wie wir ihn im Ausschuss vorbereitet haben, dann ist das eine Antwort. Ländliche Räume bleiben mit vital, wenn Menschen bereit sind und die Chance haben, sie zu gestalten. Hoffentlich ist dieser Bericht ein guter Schritt dorthin.

 
  
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  Paolo De Castro (S&D). – Signora Presidente, signor Commissario, onorevoli colleghi, le nostre aree rurali sono custodi di tradizioni, sono custodi di cultura e capacità e rappresentano uno dei nuclei fondanti della società europea.

Per questo, come ha ben sottolineato la relatrice Carvalhais, che voglio ringraziare per l'ottimo lavoro svolto, accogliamo con favore gli impegni assunti dalla Commissione nella visione a lungo termine delle aree rurali.

Tuttavia, perché questi impegni si traducano in azioni concrete, serve un cambio di passo nelle politiche dell'Unione per lo sviluppo dei territori interni, accompagnato da un maggior supporto per un'agricoltura sempre più sostenibile sul piano sociale, ambientale ed economico.

In questo senso stiamo lavorando per potenziare tutti gli strumenti, quali le indicazioni geografiche, fondamentali per lo sviluppo e la tenuta sociale del nostro territorio rurale.

Al contempo ci opporremo a quelle misure, come la direttiva sulle emissioni, che mettono a repentaglio la zootecnia, nonostante questa coinvolga pascoli di elevato valore ambientale e razze a rischio di estinzione, garantendo reddito e vitalità proprio nelle zone remote e montuose.

Serve, caro Commissario, un maggior coordinamento tra politiche di coesione, politica agricola comune, NextGenerationEU e tutti gli strumenti necessari a trasformare la strategia per le nostre aree rurali in un successo per lo sviluppo rurale, con territori più prosperi, resilienti e integrati.

 
  
  

PRESIDENZA DELL'ON. PINA PICIERNO
Vicepresidente

 
  
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  Mauri Pekkarinen (Renew). – Arvoisa puhemies, menestyäkseen EU:n maaseudun on kyettävä tarjoamaan työtä, palveluja ja toimiva infrastruktuuri. Esittelijä on käsitellyt ansiokkaasti näitä asioita. Modernin maaseudun ehto on, että se on kytketty kiinteillä laajakaistayhteyksillä digitaalisiin palveluverkkoihin. EU:n tilintarkastustuomioistuimen kertomus muutaman vuoden takaa osoittaa, että tämä ehto ei täyty läheskään koko EU:n alueella. Tämä pitää paikkansa myös omassa kotimaassani Suomessa. Alueilla, joilla laajakaistayhteydet eivät toimi kunnolla, ei EU:n yhteiselle koheesiopolitiikalle ole todellisia edellytyksiä. EU:n tulisikin edellyttää, että koheesiorahoituksen myöntämisen ehto alueelle on se, että jäsenvaltiot huolehtivat toimivat laajakaistayhteydet maaseudulle. Ilman niitä ei koheesiopolitiikalta voida odottaa kunnollisia tuloksia.

Maaseudun kehittämisen rahoitus saadaan yhteisen maatalouspolitiikan kakkospilarista, toisin sanoen Euroopan maaseudun kehittämisen maatalousrahastosta. Rahoituksen siirtäminen koheesiovarojen tai aluekehityksen säännösten puolelle ei olisi järkevää eikä kustannustehokasta. Pelkona on myös, että raha ohjautuisi muihin kuin maaseudun kehittämisen hankkeisiin koheesiopuolelle.

 
  
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  Gilles Lebreton (ID). – Madame la Présidente, chers collègues, le rapport qui nous est présenté aujourd’hui dresse un juste constat: les zones rurales connaissent un déclin préoccupant; elles sont désertées par les services publics et délaissées par les jeunes générations. Symptôme de cette désaffection, la disparition attendue de 62 % des exploitations agricoles d’ici 2040 est dramatique, car elle est une menace directe pour notre autonomie alimentaire. Les solutions qui nous sont proposées témoignent d’une vision malheureusement idéologique du problème.

Le rapport souhaite développer de nouvelles sources de revenus pour les zones rurales, parmi lesquelles la production d’énergies renouvelables. J’estime qu’il nous appartient de protéger la richesse inégalable que constitue notre patrimoine agricole avant de nous disperser dans des politiques énergétiques hasardeuses.

Il cherche ensuite à faire plier les campagnes sous les assauts du pacte vert pour l’Europe et de sa stratégie «De la ferme à la fourchette». Je conteste cet objectif de décroissance agricole, car il nous conduit dans une impasse économique et environnementale.

Il répond enfin à la désertification démographique par la protection des droits des migrants dans les campagnes. J’estime qu’il est impératif de protéger d’abord les droits des agriculteurs européens, victimes de la politique commerciale néfaste de Bruxelles.

Comble du cynisme: voici que la Commission nous annonce le doublement des importations de poulets du Chili, lesquelles s’ajouteront aux concessions en cours de négociation avec le Mexique et le Mercosur. L’agriculture n’est plus une variable d’ajustement des politiques européennes; elle en est carrément devenue le martyr.

La redynamisation des zones rurales ne passera pas par un énième organe européen de contrôle, qui décidera à la place des États membres, et encore moins par une intensification de la politique libre-échangiste de Bruxelles. La solution est avant tout agricole. Ne perdons pas de vue le vrai sujet: faire confiance à nos agriculteurs pour relever les défis qui nous attendent et leur assurer enfin un revenu décent.

 
  
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  Bert-Jan Ruissen (ECR). – Voorzitter, commissaris, collega’s, we spreken vandaag over het belang van een sterk en veerkrachtig landelijk gebied. Een langetermijnperspectief voor de boeren is broodnodig. Het verslag legt daarbij de vinger bij een zorgwekkende ontwikkeling, namelijk de groeiende kloof tussen stad en platteland.

Ik zie echter nog een andere kloof, namelijk de kloof tussen beleidsmakers en boeren. Overheidsbeleid dat soms mijlenver afstaat van de realiteit. Een duidelijke uiting daarvan zagen we in mijn eigen land, in Nederland, met massale boerendemonstraties en omgekeerde vlaggen. Het beleid van de Nederlandse overheid zet de toekomst van duizenden boerenbedrijven op losse schroeven, met alle gevolgen van dien, ook voor de leefbaarheid op het platteland.

Hoe lossen we dit op? Richting de toekomst zie ik veel in het voorstel van de rapporteur om nieuwe regels te onderwerpen aan een plattelandstoets. Dat kan nieuwe crisissituaties als gevolg van ondoordacht beleid voorkomen. Rond de stikstofcrisis in Nederland zie ik maar één oplossing: terugkomen op verkeerde beleidskeuzes uit het verleden en samen met boeren zoeken naar oplossingen.

Wat nodig is, is een langetermijnperspectief en zekerheid. Zekerheid dat het boerenbedrijf, dat vaak van generatie op generatie is doorgegeven, kan blijven bestaan. Zekerheid om investeringen te kunnen doen die nodig zijn voor een duurzame toekomst. Want één ding is zeker: zolang er boeren zijn, is er voedsel en is er ook leven op het platteland. Laten we er tijdig de waarde van inzien.

 
  
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  Norbert Lins (PPE). – Frau Präsidentin, Frau Kommissarin, Kolleginnen und Kollegen! Stronger, connected, resilient, prosperous: Das sind die Schlagworte der Kommission auf ihrer am Freitag veröffentlichten neuen Internetseite zum Thema „Ländliche Räume“.

Es freut mich, dass die Kommission diese Herausforderungen erkannt hat. Für mich ist entscheidend bei dieser Diskussion, welchen Platz in der Gesellschaft und welche Akzeptanz die ländlichen Räume haben. Es darf hier keine Klassengesellschaften geben. Die ländlichen Räume müssen unterstützt werden, sie müssen Schritt halten können vor dem Hintergrund des Klimawandels, der sozialen und wirtschaftlichen Herausforderungen. Die wichtigsten Themen müssen angesprochen werden. Es geht um Verkehrsplanung, Mobilität, Schule, Bildung, Demografie, Daseinsvorsorge, Breitbandausbau, gesellschaftlichen Zusammenhalt und bürgerliches Engagement.

Und deswegen danke ich der Kollegin Carvalhais für den sehr guten Bericht – insbesondere auch dafür, dass das Thema Beutegreifer aufgegriffen worden ist. Auch das ist ein wichtiger Teil, dass die ländlichen Räume geschützt sind und dass im ländlichen Raum gewirtschaftet werden kann. Auch das gehört zur Akzeptanz und zum Leben in den ländlichen Räumen dazu.

 
  
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  Carmen Avram (S&D). – Doamna președintă, această dezbatere nu este despre sate izolate, probleme ale fermierilor și o viziune romantică privind viața la țară. Această dezbatere este despre 30 % din populația Uniunii Europene, peste 80 % din teritoriul său și o problemă urgentă de care depinde viitorul statelor membre.

De exemplu, în țara mea, 45 % din populație trăiește la sat, cea mai mare pondere din Uniunea Europeană. Dar situația, atât în România, cât și în restul Uniunii, e dramatică. Programele de finanțare actuale sunt bune pe hârtie, însă inutile pe teren. De aceea avem statistici recente care arată că peste jumătate din cetățenii europeni din rural se consideră ignorați de Bruxelles. De aceea avem un exod continuu de la sat la oraș. De aceea, cei care încă mai sunt acolo nu văd decât două soluții: fie părăsirea completă a satelor noastre, fie îndepărtarea de valorile europene.

În vremuri de crize multiple, de asalt asupra Europei și de schimbări geopolitice cu final impredictibil, pur și simplu nu ne putem permite să aruncăm în uitare aproape o treime din cetățenii europeni, și mai ales pe acei oameni care ne asigură hrana și ne păstrează tradițiile și mediul înconjurător.

Raportul colegei mele, Isabel Carvalhais, pe care o felicit, vine cu măsuri bune și concrete: fonduri suplimentare pentru infrastructura rutieră, spitale, școli și conexiune la internet de mare viteză, eliminarea birocrației și o mai mare implicare a autorităților locale, bani pentru atragerea tinerilor în zona rurală. Toate acestea, puse în practică și finanțate din viitorul buget multianual al Uniunii Europene. Asta trebuie să facem dacă mai vrem să avem o zonă rurală și după 2027.

 
  
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  Irène Tolleret (Renew). – Madame la Présidente, Madame la Commissaire, chers collègues, merci et tout d’abord, félicitations à Isabel Carvalhais et à l’ensemble des rapporteurs fictifs pour la qualité de ce rapport. J’ai la ruralité heureuse et j’ai la ruralité conquérante, car je crois que les zones rurales sont l’endroit où nous avons les solutions pour le pacte vert pour l’Europe, entre autres grâce à la transition numérique et à la vision à long terme pour les zones rurales, qui nous permet d’avoir la feuille de route pour construire une Europe rurale plus forte, mieux connectée et plus résiliente.

L’Europe rurale est aussi le milieu où des initiatives vertueuses comme le programme Leader se développent. C’est grâce à ce programme que nous réalisons l’Europe de la proximité et l’Europe des citoyens engagée. La ruralité y est le milieu de l’innovation sociale: les différents acteurs se rassemblent, les nouvelles idées sont stimulées et les nouveaux partenariats sont créés, avec une méthode participative qui engage la population locale. La nature participative de Leader et ses résultats brillants ont été à la base de ce nouvel élan pour la ruralité.

Il est donc indispensable de renforcer le programme Leader, d’assurer que les zones rurales reçoivent un pourcentage adéquat de fonds européens, étant donné qu’elles représentent 80 % du territoire de l’Union, et de développer un réflexe rural qui amène les décideurs politiques comme nous à intégrer la dimension rurale de manière transversale dans toutes les politiques publiques européennes et nationales.

 
  
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  Mathilde Androuët (ID). – Madame la Présidente, depuis des décennies, l’Union européenne s’efforce d’instaurer et de promouvoir le libre-échange et la mondialisation. Pour cela, elle a multiplié les traités de libre-échange, qui n’ont eu de cesse d’appauvrir notre agriculture et de dépecer notre industrie. L’appauvrissement de nos campagnes, qui ont été délaissées au profit de la «start-up nation», selon les mots de notre président français, en est la conséquence directe. Sur le marché mondial, les produits agricoles et industriels français ou européens ne sont plus compétitifs.

C’est pourquoi nos campagnes ont été délaissées au profit de grandes métropoles. Les constats sont là: désertification des zones rurales, démographie catastrophique, fermeture des services publics et persistance de zones blanches. Or, ce sont des réalités largement imputables à la politique de l’Union européenne. Et que propose-t-elle pour y remédier? Un pacte rural, un test rural et un observatoire européen de la ruralité. Mais quels sont ces termes? Les ruraux européens ne sont pas des rats de laboratoire devant subir des tests et autres observations. Par ailleurs, la PAC et le Feader existent pour cela. J’en déduis donc qu’ils ne fonctionnent pas, puisque la Commission propose un nouveau pacte.

De plus, à l’heure où M. Macron envisage d’installer des populations entières de migrants dans nos campagnes si délaissées, la Commission pense sérieusement à faire reposer sa politique sur, je cite, «des communautés inclusives de solidarité intergénérationnelle, d’équité et de renouveau, ouvertes aux nouveaux arrivants et favorisant l’égalité des chances pour tous». Ce sont des chimères.

Pour développer une saine vision des zones rurales, l’Union européenne devrait questionner l’ultralibéralisme et le mondialisme qui la caractérisent, au profit du protectionnisme intelligent et de la relocalisation des activités en ruralité.

 
  
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  Ladislav Ilčić (ECR). – Poštovana predsjedavajuća, poštovane dame i gospodo, podržavam ovo izvješće jer ide u dobrom smjeru. Naime, u Europskoj uniji na jednog poljoprivrednika mlađeg od 40 godina imamo tri starija od šezdeset i pet godina. Dakle, selo izumire. Između 2003. i 2016. broj poljoprivrednih gospodarstava smanjio se za 32%.

No, kad je selo dobro prometno povezano i infrastrukturalno opremljeno i kad ljudi mogu dobro živjeti od poljoprivrede ili drugog rada, tada je život na selu vrlo lijep, a stambeni prostor je značajno jeftiniji, što je izrazito važno za obitelji i demografiju. Zato moramo biti odlučniji i učinkovitiji u donošenju politika koje jačaju ruralni razvoj i domaću poljoprivrednu proizvodnju, a ne poticati uvoz lošije hrane upitnog podrijetla i punjenje džepova prekupaca i velikih korporacija. Bez prosperitetnog sela nema ni uspješnog grada. Nema zdrave, domaće hrane, nema uspješne države.

 
  
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  Daniel Buda (PPE). – Doamna președintă, aș dori în primul rând să felicit raportoarea pentru munca depusă și stimați colegi, cu toții suntem conștienți de importanța zonelor rurale, indiferent dacă vorbim de securitatea alimentară, de combaterea schimbărilor climatice ori de turism.

Cu toate acestea, politicile europene nu au reușit să dezvolte aceste zone, astfel încât astăzi doar 11 % din exploatațiile agricole din Uniunea Europeană sunt conduse de fermieri sub 40 de ani.

Investițiile în internetul cu bandă largă, în serviciile de alimentare cu apă, conectivitate rutieră, asistență medicală și educație sunt indispensabile. Doamna comisară, trebuie să fim conștienți de faptul că doar atunci când decalajul dintre urban și rural va fi eliminat, vom putea vorbi cu adevărat despre inversarea tendințelor demografice.

Sinergia fondurilor și consolidarea programului LEADER trebuie să fie dublate de reducerea birocrației în procesul de accesare a fondurilor europene.

Războiul din Ucraina ne-a demonstrat încă o dată importanța de a păstra capacitatea zonelor rurale de a furniza alimente de calitate și la prețuri accesibile.

Tocmai de aceea vreau să subliniez necesitatea ca politicile Comisiei Europene să fie ancorate în noile realități geopolitice.

 
  
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  Marcos Ros Sempere (S&D). – Señora presidenta, ¿cuál es el valor de una cultura? Las zonas rurales de la Unión Europea abarcan más del 80 % del territorio, pero acogen apenas a un tercio de sus habitantes. Miles de pueblos con diversas tradiciones y diversas formas de vida están en riesgo de desaparecer por despoblación.

Las instituciones europeas debemos garantizar su supervivencia. La política de cohesión de la Unión Europea debe impulsar el desarrollo de estas zonas. Los nuevos planes de movilidad tienen que acabar con el aislamiento de nuestros pueblos, aislamiento que, en ocasiones, está provocado por la falta de infraestructuras. Debemos garantizar una conectividad que posibilite el teletrabajo y debemos trabajar para implementar el Pacto Rural.

Pero también podemos utilizar el potencial de la política de cohesión para fijar población al territorio. Podemos ofrecer incentivos a las personas que decidan vivir en el mundo rural; impulsar un turismo sostenible que dé a conocer sus formas de vida; poner en valor un modo de vida sostenible que es respetuoso con nuestro planeta. No podemos permitir que tradiciones centenarias de nuestros pueblos rurales en toda Europa, que están en riesgo de despoblación, se pierdan por la inacción de las instituciones.

Tenemos que implicarnos. Necesitamos implicación a todos los niveles. Y la Unión Europea debe liderar esta implicación, porque el valor de una cultura es incalculable.

 
  
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  Martin Hojsík (Renew). – Vážená pani predsedajúca, strašenie vlkmi či medveďmi patrí do rozprávok, ako je tá o červenej čiapočke, alebo do krajín, kde sa piesok lial a voda sypala. Nie do 21. storočia. Zabíjanie zvierat dostalo mnohé druhy v Európe na pokraj vyhynutia. Medvede, vlky, rysy, zubry, bobry a mnohé ďalšie. Náš prístup k prírode bol dobyvateľský. Zotročiť, zoťať, zabiť. Tento prístup nás priviedol na pokraj masového vymierania druhov. Budeme medzi nimi aj my? Vidiek potrebuje progres, kvalitné školstvo, zdravotníctvo, dostupné dopravné spojenia, vysokorýchlostný internet, ale nie podrobovanie si prírody. Verím, že v treťom miléniu nepotrebujeme znova zabíjať dravce. Nemusíme si dokazovať prevahu a pokorovať iné formy života. Ak chceme prežiť, musíme sa naučiť spolu žiť, ako medzi ľuďmi, tak s inými formami života, napríklad s vlkmi a medveďmi. Aby naše deti nepoznali prírodu iba z rozprávok.

 
  
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  Denis Nesci (ECR). – Signora Presidente, onorevoli colleghi, ritengo sia fondamentale che l'Unione europea e gli Stati membri mettano al centro delle loro politiche interventi mirati, attraverso il coinvolgimento degli enti locali, a valorizzare i territori delle aree rurali.

Crisi demografica, spopolamento, mancanza di infrastrutture e servizi digitali sono alcune delle criticità che si trovano ad affrontare, ma al tempo stesso questi territori sono un potenziale per tutta l'Unione. Penso alle sfide attuali, quali la crisi energetica e la sicurezza alimentare, ma anche rispetto ai settori strategici che incidono sul loro sviluppo economico.

Le comunicazioni della Commissione del 2021 rappresentano due importanti iniziative, alle quali però occorre dar seguito. A partire dall'implementazione delle politiche già esistenti, con la necessità di progetti integrati e complementari basati sui programmi della politica di coesione del Fondo europeo agricolo per lo sviluppo rurale e sui piani strategici nazionali nell'ambito della PAC e degli investimenti previsti dai piani nazionali per la ripresa e la resilienza.

Così come è utile che le strategie a livello europeo lanciate nell'ambito del Green Deal abbiano un approccio realistico e non ideologico, che coniughi sostenibilità economica e sostenibilità ambientale.

 
  
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  Anne Sander (PPE). – Madame la Présidente, Madame la Commissaire, les zones rurales sont le cœur battant du territoire européen. Dans ma région, elles représentent 40 % de la population. Pourtant, ces territoires sont confrontés à des défis et à des difficultés majeurs, par exemple l’accès à des services, le développement des infrastructures, le renouvellement des générations ou encore l’accès à l’enseignement. Aujourd’hui encore, l’inflation, la précarité énergétique, le coût des carburants et le risque de délestage électrique pèsent plus fort encore sur nos zones rurales.

Ce sont pourtant elles qui pourront nous apporter une réponse aux défis majeurs auxquels nous devons faire face, que ce soit la sécurité alimentaire, l’indépendance énergétique ou, bien sûr, les enjeux environnementaux. Larges pourvoyeurs de richesses et d’emplois, les secteurs agricole et sylvicole doivent demeurer au centre de ces territoires.

Je voudrais saluer le mécanisme de test pour les zones rurales qui doit être mis en place, parce qu’en évaluant les nouvelles politiques et leurs effets sur ces zones rurales, nous éviterons, je l’espère, que ces dernières soient lésées par des politiques mises en place de manière négative. C’est un vrai enjeu pour l’ensemble de l’Europe.

 
  
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  Dacian Cioloş (Renew). – Doamna președintă, zonele rurale și-au dovedit reziliența atât în timpul pandemiei de COVID-19, cât și acum, de când Ucraina este atacată de Rusia, au dovedit că pot asigura aprovizionarea cu alimente, mai ales prin lanțuri scurte.

Cu toate acestea, zonele rurale continuă să aibă probleme structurale mari. E nevoie în continuare de investiții atât în infrastructura de bază, dar și în servicii publice, mai ales pentru educație și sănătate, pentru că e o problemă în continuare de coeziune, de diferență, de dezvoltare, chiar dacă nu atât de mult între Est și Vest cât era pe vremuri, dar din ce în ce mai mult între zonele urbane și zonele rurale, chiar în interiorul aceleiași regiuni.

De aceea e nevoie de investiții, mai ales pentru a atrage și a fixa tineri în mediul rural, atât în activitatea agricolă, dar și pentru dezvoltarea economică și socială în general. Și e important să investim în zonele rurale, pentru că pentru Uniunea Europeană sunt un element de identitate, aici sunt ancorate tradiții.

Dar sunt convins că zonele rurale pot fi și la originea modernizării societății europene, dacă investim suficient în aceste zone și fixăm tinerii în mediul rural.

 
  
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  Beata Mazurek (ECR). – Pani Przewodnicząca! Szanowni Państwo! Bardzo się cieszę, że nareszcie dyskutujemy w Parlamencie nad tematem systemowego podejścia do długoterminowej wizji rozwoju obszarów wiejskich. Tym bardziej mnie to cieszy, że jest ona zbieżna ze strategią zrównoważonego rozwoju wsi, rolnictwa i rybactwa, którą wdrażamy w moim kraju, w Polsce. Myślę, że wszyscy zgodzimy się ze stwierdzeniem, że rolnictwo stanowi sektor kluczowy, który zapewnia nam bezpieczeństwo żywnościowe. Pandemia oraz wojna postawiły przed europejskimi rolnikami wyzwania bez precedensu, lawinowy wzrost cen energii i nawozów, galopującą inflację i zablokowane szlaki eksportowe z Morza Czarnego.

Jak dotychczas nasi rolnicy wykazali się niezwykłą siłą i zaradnością. Jednak konieczne są dalsze działania instytucjonalne w celu niwelowania wciąż utrzymujących się różnic poziomu życia między wsią i miastem, działań wyrównujących szanse, zwłaszcza w obszarze edukacji i dostępu do usług publicznych, dzięki którym obszary wiejskie będą mogły w pełni wykorzystać swój potencjał. A o to, tak naprawdę, wszystkim nam powinno chodzić.

 
  
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  Simone Schmiedtbauer (PPE). – Frau Präsidentin, geschätzte Kommissarin, werte Kolleginnen und Kollegen! Wir brauchen eine starke Zukunftsvision für Europas ländliche Regionen, denn sie sind ein Schlüssel zur Lösung zahlreicher aktueller Herausforderungen und ein Gradmesser auf dem Weg zu einer nachhaltigeren europäischen Wirtschaft.

Außerdem sind die unzähligen ländlichen Gemeinden das Rückgrat unserer Gesellschaft – das vergessen leider sehr viele. Deshalb ist es mir ein Herzensanliegen, dass die Menschen in den Regionen stärker mit in die EU-Politik eingebunden werden. Europa kann doch nicht ohne sie gestaltet werden. Die Zukunft kann ganz einfach nicht ohne sie gestaltet werden. Mit der langfristigen Vision für den ländlichen Raum schaffen wir eine zukunftsweisende Basis dafür, dass auch die nächsten Generationen gut und vor allem gerne im ländlichen Raum leben können.

Europa braucht die Menschen in den Regionen ebenso wie unsere Land-, Forst- und Energiewirte. Denn sie sind es, die die EU-Gesetzesvorhaben auf dem Weg zu einem unabhängigeren und grüneren Europa auf ihrem Grund und Boden umsetzen und erst mit Leben erfüllen.

Europa braucht gestärkte Regionen mit guter Infrastruktur, attraktiven Bildungs- und wirtschaftlichen Entfaltungsmöglichkeiten. Die EU-Kommission muss künftig auf widersprüchliche Gesetzesinitiativen verzichten und stattdessen den ländlichen Raum wirtschaftlich, ökologisch und sozial stärken.

 
  
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  Атидже Алиева-Вели (Renew). – Г-жо Председател, г-жо Комисар, Европа несъмнено има нужда от тази визия. Погледнете тези снимки от България. Резултатът от дългосрочните инвестиции е видим, както и от липсата на такива. С гордост ще отбележа, че добрите примери са от селски общини с кметове от Движението за права и свободи. Селските райони продължават да имат много проблеми и предизвикателства. Те трябва да стават привлекателни за младите хора, трябва да бъдат успешни в зеления и дигитален преход. Нужно е и за в бъдеще адекватно европейско финансиране за инвестиции в инфраструктура, широколентов интернет, в качествени административни, образователни и социални и здравни услуги.

Безспорно в голяма степен жизнеността на селските райони се дължи на земеделието. Но за огромно съжаление земеделците в някои държави получават по-ниски плащания, включително и в България. Затова, приветствайки визията за развитие на селските райони до 2040 г., се надявам неравенствата да бъдат премахнати.

 
  
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  Presidente. – Ricordo all'onorevole Alieva-Veli che è contrario al regolamento del Parlamento mostrate immagini o oggetti in Aula.

Per la prossima volta, evitiamo di farlo.

 
  
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  Eugen Jurzyca (ECR). – Vážená pani predsedajúca, správa o vízii pre vidiecke oblasti Únie do roku 2040 ma nepotešila. Nenavrhuje ani vhodné riešenia a hlavne nemá správne identifikované príčiny, prečo vidiecke oblasti zaostávajú. Snaha umiestniť mladých ľudí do neproduktívnych zamestnaní na vidieku nemôže byť predsa súčasťou stratégie. Prečo ich chceme obetovať? Štúdia OECD nám dáva jasné odporúčania. Nestačí chudobným regiónom prerozdeľovať peniaze, potrebné sú štrukturálne zmeny. Neefektívne granty brzdia inovácie a rast produktivity. Pritom rozdiely v produktivite sú hlavným dôvodom zaostávania. Regiónom by sme mali dať autonómiu pri lokálnych daniach a podporovať fiškálnu decentralizáciu. Tieto riešenia v správe chýbajú a myslím si, že bez nich pokrok nedosiahneme.

 
  
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  Colm Markey (PPE). – Madam President, Commissioner, ladies and gentlemen, for too long rural areas have been left behind, with our best talent moving away for education and employment opportunities. For the first time we have a chance to turn this around. We can embrace a new generation of opportunities, whether it’s remote working that can bring highly skilled people back into rural areas and let them rear a family and breathe life into rural communities, or tourism that can bring much—needed revenue into rural areas.

But most importantly, renewable energies can bring industry and employment and rebalance the economic driver back into our rural areas. But we must ensure that the revenue from these new opportunities remains in rural economies and drives the rural economies and is not exported out to other areas. We need to create the right environment. We need broadband. We need to reinvigorate our town centres to make them vibrant places for people to live. We need to create the educational opportunities for people in rural areas, the very same as there are available in urban areas.

We also have to acknowledge that agriculture has always been and remains a cornerstone of rural communities. It’s the biggest multiplier in the rural economies. It’s the heart of our food production system and is central to protecting our biodiversity and building a sustainable environment into the future.

 
  
 

Procedura "catch the eye"

 
  
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  Stanislav Polčák (PPE). – Paní předsedající, rozhodně nesmíme na venkov zapomenout dlouhodobě. V Evropském parlamentu se věnujeme regionům, městům a venkov jako by byl pomyslná Popelka. Ne, že bychom se mu nevěnovali, ale jako by kohezní politika a její výsledky nedosáhly na venkov. A to je velká škoda. Kohezní politika má samozřejmě snižovat rozdíly mezi regiony a musí primárně pomáhat zachovat venkov živý, venkov, který je skutečně plným místem pro zemědělce, pro získání také práce, plný mladých lidí.

A zatím to spíš vypadá, že města fungují jako magnet, který stahuje dovnitř k sobě práci, lidi, technologie, služby. Tudíž na co se musíme zaměřit, je na dostupnost infrastruktury a služeb na venkově. To je jednoznačné. Zadruhé oslabování kohezní obálky peněz, které jsou určené na podporu regionů, musí přestat. Musíme se zaměřit na podporu venkova i tím, že jim zachováme ten příděl, který má mít zajištěn.

 
  
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  Isabel García Muñoz (S&D). – Señora presidenta, felicidades a la ponente por su trabajo. Esta visión a largo plazo para las zonas rurales era tan esperada como necesaria y supone una oportunidad única para poner a las zonas rurales en el centro de la agenda europea.

El Pacto Verde y la pandemia han revelado el potencial que la Europa rural tiene para conseguir un nuevo modelo económico más sostenible, con producción de energía renovable, haciendo uso de la economía circular y la innovación, y desempeñando, por tanto, un papel activo en las transiciones ecológica y digital a las que aspira la Unión Europea.

Pero, para poder exprimir todo este potencial, hay que hacer frente a los desafíos que presentan, de modo que sirvan para retener y atraer población que quiera disfrutar de la calidad de vida en las zonas rurales. Hablamos de infraestructuras, de conectividad, de servicios de calidad y, por supuesto, de oportunidades de empleo. Oportunidades que van más allá de la agricultura. Nuevas formas de trabajo, nuevas tecnologías, que, además, deben involucrar a las mujeres y a los jóvenes y, así, frenar la despoblación.

Para ello es indispensable un pacto rural con el compromiso de todos e instrumentos como el mecanismo de verificación rural, para evaluar el impacto de las políticas europeas en las zonas rurales.

 
  
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  Billy Kelleher (Renew). – Madam President, I welcome the report. At the outset I think we have to look at rural Europe from a very different perspective. For far too long we have been looking at as a theme park for people to visit and to look at from time to time. They are real communities with real people and we now have to accept that we have to do an awful lot more to ensure that the vibrancy of these communities is maintained into the future.

Obviously, agriculture is a critical cornerstone in ensuring rural development and rural communities are sustained, but we have to look beyond that. We have to embrace the digital technologies that are out there now. We have to put in place the infrastructure to ensure that there are quality jobs in rural communities across Europe.

One issue that never ceases to amaze me is that we consistently talk about ensuring that young people stay in rural Ireland or in rural Europe, but at the same time, they simply can’t provide houses in rural communities. They can’t get planning permissions. They can’t build sustainable environments. So we do need to look at the whole of rural communities across Europe to ensure that we have young people, quality jobs, but at the same time that they can actually build a home in those communities and reside there into the future. Otherwise, we will continue to lose young people to our cities, and rural communities will continue to degrade.

 
  
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  Michal Wiezik (Renew). – Vážená pani predsedajúca, žiaľ, máme to tu zas. Do plánov pre rozvoj vidieka sa dostala zmienka o potrebe zníženia ochrany vlka. Vraj máme byť konzistentní s predchádzajúcim pomerne nešťastným stanoviskom Parlamentu. Na stálom výbore pre Bernský dohovor 2. decembra 2022 všetkých 27 členských štátov jednohlasne odmietlo požiadavku Švajčiarska na zníženie ochrany vlka, čím jasne deklarovali potrebu jeho ďalšej prísnej ochrany v európskom priestore. Ak teda máme byť konzistentní, začnime tým, že budeme v zhode s pozíciou našich vlastných krajín. Démonizovanie vlka a žiadanie nesystémových a zjavne nefunkčných krokov jeho lovu vidieku nepomôže. Príroda nie je nepriateľom vidieka, naopak, je jeho spojencom v boji proti klimatickej zmene a poklese druhového bohatstva. Začnime preto s ňou, prosím, spolupracovať. Je zároveň nástrojom s najväčším potenciálom pre rozvoj slabo rozvinutých a upadajúcich vidieckych oblastí.

 
  
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  Sandra Pereira (The Left). – Senhora Presidente, consideramos que este relatório faz um diagnóstico certeiro sobre a realidade do mundo rural em alguns Estados-Membros e que tem um foco forte na agricultura como atividade primordial nas áreas rurais. Acompanhamos muitas das preocupações expressas. Defendemos a valorização dos rendimentos dos pequenos e médios agricultores para a manutenção da atividade e valorização das áreas rurais, aspetos que a Política Agrícola Comum e as suas sucessivas reformas têm descurado com uma injusta distribuição das ajudas e com o favorecimento do agronegócio.

O relatório podia ter ido mais longe na defesa das funções sociais do Estado e dos serviços públicos de saúde, educação e de cuidados a crianças, idosos e pessoas com deficiência, com infraestruturas que cubram a totalidade dos territórios, dando respostas de alta qualidade e de proximidade. Se se repetirem as políticas de sempre, que se desviam do caminho da coesão, e se se insistir em vergar os povos aos sabores do grande capital, podemos até ter zonas rurais mais fortes, conectadas e prósperas, mas não será para benefício dos povos, mas sim dos bolsos de alguns.

 
  
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  Mick Wallace (The Left). – Madam President, the Commission’s long—term vision for rural areas is welcome. Along with the cohesion policy, CAP will be the main driver of the vision. But the vision contains a central weakness: there is no binding requirement for Member States to integrate the objectives of the vision into their CAP strategic plans. Now, CAP, of course, is fundamentally flawed in the first place. It’s a very unequal distribution system and it’s biased in favour of big agri and intensive farms and feedlots at the expense of small farms and family farms. Europe has lost a third of its family farms between 2003 and 2013. It’s a frightening statistic.

To help rural areas, we must stop industrial farm expansion by rebalancing the value chain for the benefit of farmers and by banning below—cost selling of food. Building a new vision for rural areas should start with a radical change in agricultural and trade policy, and that should start with the abandoning of the Mercosur agreement.

 
  
 

(Fine della procedura "catch the eye")

 
  
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  Dubravka Šuica, Vice-President of the Commission. – Madam President, many thanks, dear Members, for this enriching discussion. I will use this opportunity of the closing remarks to refer to some of the key points that you mentioned and that I heard from your exchange.

First, in relation to the budget, one of the EU financing instruments helping the development of rural areas from an agricultural perspective is the European Agricultural Fund for Rural Development. I see your proposals for earmarking part of the other dedicated instrument, the European Regional Development Fund, for rural areas. We will analyse it attentively, including from a coordination, synergy and complementarity point of view.

This also brings me to the toolkit on access to EU funds. Our ambition is that this tool will also capitalise on the experience and good examples of rural peers and reproduce successful stories.

We also share the emphasis you put on seizing the opportunity of a rural proofing mechanism to use fully and coherently all relevant policies, as well as your call to implement rural proofing at national, regional and local levels as well.

For the European Union Rural Observatory, which went live, as I already said, on 8 December, it is a major milestone to improve the visualisation and accessibility of the data we already have, and improve collection of more detailed territorial data and analysis that are still missing on the needs and challenges of rural areas.

I take this opportunity to let you know that last week the new rural vision website went live. It provides informative pages grouping in one place all the rural vision-related actions and also includes the Rural Observatory.

I want to thank you once again for your support for the creation of the Rural Pact, because our shared goals of the vision can only be achieved if we work together. So our ambition is to gather all the actors playing a role in rural areas. I am confident that the rural vision, with its strategic objectives, including the demographic ones, together with the Rural Pact process and EU operational funding support, is on the right track to deliver on its goals. Next year we will assess our progress and reflect on ways forward.

Since many of you mentioned predation and carnivores, I want to tell you that while predation by large carnivores may not be considered to be a key driver of abandonment of livestock farming in European mountain areas, or cannot be blamed for the demographic challenges of rural areas, it is a particular challenge for livestock grazing in areas where these species have long been absent.

Believe me – as I have repeated several times in this House – we established a new portfolio on demography. A new portfolio on demography is not established by coincidence. We are aware of demographic change and we are aware of territorial disparities. We are aware that, geographically, 80% of European territory is covered by rural areas and we know that only one third of the European population lives there. And we know that this is a huge potential and this is the reason why we adopted and we offer this long-term vision for rural areas.

We will do our utmost to make these areas attractive, prosperous and also efficient again. And we want them to attract newcomers also. This is our goal, too, and this is the reason why we are talking about this under the portfolio of demography. So we want to make these areas vibrant again.

We understand what you are saying on services, on infrastructure. But of course, we are not talking only about farming. We are talking about beyond farming, beyond agriculture, because we know that digital and green priorities, which are priorities of this Commission, should also be implemented in rural areas. And this should be a very important issue in order to have new jobs, new jobs that are not only in farming, but of course we know that farming is very important as we know that we have problems with food nowadays.

So I praise very much the work of the rapporteur and the co-rapporteurs on this resolution. I strongly support your calls on the Council to express its opinion about the future of rural areas in formal Council conclusions. In that regard, we are already in contact with the Spanish authorities, with the Spanish presidency of the Council for the second half of next year, and your call definitely gives further impetus for some genuinely strong conclusions.

There is only one more comment from my side. Yes, we want to do this rural tax and all this together, but a lot depends on local, regional and national authorities. Funding is here, but they have to use it in the best possible way and use it consistently. Thank you very much once again and I am looking forward to making this long-term vision a reality together.

 
  
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  Isabel Carvalhais, Rapporteur. – Senhora Presidente, Senhora Comissária, há pouco não me dirigi a si, porque ainda não a tinha visto enquanto estava a falar. Foi um prazer escutá-la.

Gostava de dizer muito brevemente que, de facto, agradeço de forma muito sublinhada a todos os colegas e relatores-sombra que colaboraram neste relatório. Devo dizer que foi um trabalho muito empenhado e muito intenso no sentido de alcançarmos um texto que espelhasse aquilo que são as nossas diferentes visões sobre o mundo rural, mas que se tocam em tantos pontos. Volto a dizer, vejam só a quantidade de colegas que aqui está. Isto é a prova de que o mundo rural não move multidões. São tão poucas as oportunidades que nós temos de falar sobre o mundo rural. Por isso, aquilo que eu peço aos colegas é que se lembrem do seguinte:

Os 80 parágrafos deste relatório são sobre e são para estes 137 milhões de pessoas que vivem nos 80% de zonas rurais do nosso território, da União Europeia. É para elas este relatório, é sobre elas, é sobre os seus problemas, não é contra os carnívoros, não é contra os lobos. Que isto fique muito claro. Quem, com honestidade e seriedade, ler o parágrafo 36 deste relatório e o comparar com a redação da resolução sobre os carnívoros da passada sessão plenária, percebe perfeitamente o esforço negocial que exigiu. Ou era isto, ou era simplesmente não ter nada e ignorar algo que é profundamente impactante nas populações. São as populações rurais que nos dão conta desta sua preocupação e nós temos que as auxiliar. Ninguém me convence de que abrir pontualmente e eventualmente a Diretiva Habitat signifique matar os lobos, a não ser que haja lóbis que o queiram, porque não tem que ser essa a solução. No meu país, por exemplo, nós fizemos a realocação, o realojamento, o displacement destas populações que estavam praticamente dizimadas. Haverá, com certeza, outras possibilidades que não impliquem a morte destes seres, mas este relatório não é sobre os lobos, não é sobre os javalis, não é sobre os ursos, é sobre as pessoas. Tenhamos a coragem, a decência política de alguma vez reconhecermos a importância destes 137 milhões de pessoas que esperam que sejamos consequentes nas nossas mensagens. Agradeço muito profundamente as palavras da Senhora Comissária e o esforço, enfim, o empenho demonstrado por parte da Comissão em atender a estas demandas para que tenhamos, de facto, um futuro brilhante e resiliente para o nosso mundo rural, que passe do papel e da retórica.

 
  
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  Presidente. – La discussione è chiusa.

La votazione si svolgerà nella giornata di domani.

Dichiarazioni scritte (articolo 171)

 
  
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  Sara Cerdas (S&D), por escrito. – As áreas rurais representam 83 % do total do território europeu e albergam cerca de 137 milhões de pessoas, sendo uma expressão significativa da população europeia. Estas áreas enfrentam diversos desafios, como o isolamento, idadismo e excessivo êxodo rural, o que depois se verifica na falta de oportunidades, desigualdades, e falta de acesso a serviços e bens, muitas vezes exacerbados quando conectados a outros fatores, como a ultraperiferia ou orografia difícil.

Justifica-se assim o interesse e a importância de chamar atenção para uma resposta que tente fazer face a estas dificuldades, inclusive através do reconhecimento do seu enorme potencial em áreas de suma importância: produção alimentar e agrícola, produção de energias renováveis, proteção da biodiversidade, entre outras. Investimento nestas áreas irá promover a atratividade das áreas, para emprego e turismo, com repercussões sociais muito positivas. Para tal, é necessário envolvimento das autoridades regionais e locais, que melhor saberão as características específicas das regiões, assim como aumento do financiamento, nomeadamente através dos fundos de coesão.

Encaminhar o desenvolvimento destas zonas neste caminho responde a desafios presentes e futuros que garantem coesão social e territorial, combatem o despovoamento e alinham—se dentro dos objetivos de proteção do planeta que prosseguimos.

 
  
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  Karol Karski (ECR), na piśmie. – Sprawozdanie pani Carvalhais jest ważnym głosem w debacie nad przyszłością rolnictwa UE. Podstawową rolą obszarów wiejskich powinna być gospodarka rolna ukierunkowana na produkcję żywności, a produkcja ta musi być opłacalna dla rolników, zapewniając im godny byt. Dobrze, że to sprawozdanie silnie akcentuje ten aspekt. Pragmatyczne młode pokolenie masowo ucieka ze wsi do miast w poszukiwaniu dla siebie lepszych szans, dlatego praca na roli musi być atrakcyjna pod względem ekonomicznym i społecznym. Ponadto zwracam uwagę na konieczność zapewnienia odpowiedniego finansowania celów WPR. W nową perspektywę finansową wkraczamy z budżetem zmniejszonym o 8% w stosunku do lat poprzednich, a przed sektorem stanęły wyzwania bez precedensu: reforma WPR i nowa warunkowość płatności, skutki pandemii, galopujące ceny kosztów produkcji, głównie energii i nawozów sztucznych. Dlatego obszary wiejskie powinny być wspierane nie tylko ze środków WPR, ale również pozostałych polityk UE, w tym w szczególności polityki spójności, Instrumentu na rzecz Odbudowy i Zwiększania Odporności, programu InvestEU oraz innych unijnych programów. Wreszcie apeluję do KE, aby wdrażając poszczególne etapy strategii szanowała zasadę pomocniczości, szanowała różnice i tradycje regionalne i ukierunkowała swoje działania na zwiększanie synergii między obszarami wiejskimi na szczeblu krajowym.

 
  
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  Alin Mituța (Renew), in writing. – Countless villages in Europe are facing depopulation due to a lack of opportunities and access to jobs, education, health or basic infrastructure. This report on the long-term vision for rural area recognises all these problems and makes a series of very good proposals in this regard.

The Union and Member States have at their disposal many tools to help rural areas make the most of the potential that many villages still have, so that young people in particular want to return to the countryside, develop businesses and set up families.

What we need to do is to better coordinate all of these in an effective manner, to ensure that these resources go where they are needed the most and make an impact in the local community. All national strategic plans have been adopted by now, and I hope that the Commission and Member States ensure that there are sufficient measures being financed in each and every one of them, to ensure that villages all over Europe receive the much needed support to become attractive, especially for young people.

 
  
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  Dan-Ştefan Motreanu (PPE), în scris. – Zonele rurale reprezintă o parte importantă din patrimoniul nostru natural, identitar și cultural, sunt cele care ne oferă materiile prime vitale, au un rol important în producția de energie și protecția mediului și un rol vital în asigurarea securității alimentare, fiind decisive în efectuarea tranziției sociale, verzi și digitale. Cu toate acestea, mai ales în ultimii ani, decalajul și disparitățile între mediul rural și urban au crescut. Astfel, zonele rurale se confruntă cu îmbătrânirea populației, declinul demografic, accesul redus la servicii publice esențiale, infrastructura precară, riscul crescut de sărăcie și cu potențialul redus de a combate efectele multiplelor crize. Din aceste motive, solicit Comisiei Europene și statelor membre să accelereze evaluarea tuturor mecanismelor de dezvoltarea rurală, să prezinte strategii și alocări financiare integrate și adaptate caracteristicilor fiecărei zone rurale. Nu în ultimul rând, solicit Comisiei Europene să prezinte o abordare integrată a finanțării destinată dezvoltării zonelor rurale bazată pe o sinergie consolidată între Pilonul 2 PAC și fondurile de coeziune în vederea asigurării finanțării necesare pentru o dezvoltare sustenabilă a zonelor rurale care să garanteze locuitorilor acestora un nivel ridicat al calității vieții.

 
  
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  Andżelika Anna Możdżanowska (ECR), na piśmie. – To sprawozdanie jest ważnym głosem w debacie nad przyszłością unijnego rolnictwa, ale to przede wszystkim zapewnienie bezpieczeństwa żywnościowego dla blisko 500 mln Europejczyków. Reforma Wspólnej Polityki Rolnej, nowa warunkowość płatności, skutki pandemii, galopujące ceny kosztów produkcji (gazu i nawozów) czy skutki zmian demograficznych to wyzwania, przed którymi obecnie stoimy. Musimy zapewnić odpowiednie finansowanie obszarów wiejskich nie tylko ze środków WPR, ale również pozostałych polityk Unii Europejskiej: polityki spójności, Instrumentu na rzecz Odbudowy i Zwiększania Odporności, programu InvestEU czy innych unijnych programów.

Bardzo się cieszę, że w sprawozdaniu wprowadziliśmy zapis dotyczący zwiększenia ochrony rolników przed atakami drapieżników, np. wilków (ustęp 36). Nie oznaczałoby to oczywiście odstąpienia od ochrony wilków. Mówimy tu o możliwości prowadzenia działań na wybranych obszarach UE, np. pasterskich dla zapewnienia rentowności rolnictwa i zrównoważonego współistnienia ludzi i zwierząt. Jednocześnie uważam, że to bardzo dobry krok w kierunku zacieśniania współpracy między łowiectwem a rolnictwem. Jako wiceprzewodnicząca intergrupy „Bioróżnorodność, Łowiectwo, Wieś” zawsze zabiegałam o wykorzystanie, z odpowiednim wsparciem, lokalnego potencjału. Współpraca rolników, leśników, rybaków, kół gospodyń wiejskich wpłynie na rozwój obszarów wiejskich, ale także jest szansą na zróżnicowanie działalności gospodarczej, jak turystyka, rekreacja, kultura.

 
  
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  Tom Vandenkendelaere (PPE), schriftelijk. – Het platteland staat in de volgende decennia voor cruciale uitdagingen: bevolkingsafname, vergrijzing, minder hoogwaardige jobs, minder digitale connectiviteit, klimaatverandering en in vergelijking met andere gebieden vaak minder toegang tot diensten van algemeen belang. De kloof tussen de politiek van de stad en die van het platteland wordt zo steeds groter. Nochtans is het van groot belang dat inwoners gelijke toegang hebben tot gezondheidszorg, kinderopvang, ouderenzorg, maar eveneens tot vlotte mobiliteit, digitale connectiviteit of post- en bankdiensten. Ook de landbouw – die via jobs en de productie van kwaliteitsvol voedsel nochtans een cruciale rol speelt op het platteland – staat voor enorme uitdagingen. Helaas zijn er steeds minder (jonge) landbouwers. Uit nieuwe cijfers blijkt dat in 2020 slechts 11,9 % van de landbouwers onder de 40 jaar was, met een gemiddelde leeftijd van 57. Tegelijk is het aantal landbouwbedrijven tussen 2005 en 2020 verminderd met maar liefst 5,3 miljoen. Gezien het voornoemde, is het absoluut noodzakelijk dat we hier vandaag van de Europese Commissie een langetermijnvisie voor het platteland vragen die inzet op een sterk, verbonden, veerkrachtig en welvarend platteland. Met een duidelijk plan van aanpak, voldoende budget en oog voor de uitdagingen die ik zonet genoemd heb, zullen we al heel wat stappen vooruit zetten.

 
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