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Cláudia MONTEIRO DE AGUIAR Cláudia MONTEIRO DE AGUIAR
Cláudia MONTEIRO DE AGUIAR

Gruppo del Partito popolare europeo (Democratici cristiani)

Membro

Portogallo - Partido Social Democrata (Portogallo)

Data di nascita : , Funchal

Home Cláudia MONTEIRO DE AGUIAR

Vicepresidente

PECH
Commissione per la pesca

Membro

TRAN
Commissione per i trasporti e il turismo
D-ZA
Delegazione per le relazioni con il Sudafrica

Membro sostituto

D-CA
Delegazione per le relazioni con il Canada

Ultime attività

Revisione della politica commerciale dell'UE (discussione) PT

24-11-2020 P9_CRE-PROV(2020)11-24(2-148-0000)
Contributi alle discussioni in Aula

Programma d'azione dell'Unione in materia di salute per il periodo 2021-2027 ("programma 'UE per la salute'") (EU4Health) (A9-0196/2020 - Cristian-Silviu Buşoi) PT

13-11-2020
Dichiarazioni di voto scritte

. – A Comissão apresentou, em 28 de maio de 2020, um novo Programa UE pela Saúde autónomo para o período 2021-2027, com o objetivo de criarem sistemas de saúde resilientes na UE, que combatam as ameaças sanitárias transfronteiriças, disponibilizem medicamentos a preços acessíveis e reforcem os sistemas de saúde. O objetivo do novo Programa consiste em garantir que a UE continue a ser a região mais saudável do mundo e disponha de todos os instrumentos possíveis para fazer face aos desafios em matéria de saúde a nível nacional e europeu e esteja mais bem preparada para qualquer nova ameaça para a saúde que possa pôr em perigo a sua população.
Este programa já prevê medidas que suprirão lacunas detetadas recentemente com a pandemia de COVID-19, relativamente ao desenvolvimento e fabrico de medicamentos, ao fornecimento adequado de medicamentos e equipamento hospitalar e à existência de pessoal médico suficiente, à utilização de ferramentas e serviços digitais que permitam a continuidade dos cuidados, bem como à necessidade de manter o acesso a bens e serviços essenciais em tempos de crise. O Programa possibilitará à UE dispor de mais instrumentos para tomar medidas rápidas, decisivas e coordenadas com os Estados-Membros, tanto na preparação como na gestão das crises.
Subscrevo a posição do relator ao reiterar que só um programa autónomo e sólido terá capacidade para dar resposta a futuras pandemias e ameaças para a saúde e, o que é muito importante, tornar os sistemas de saúde da UE mais resilientes, capazes de enfrentar as atuais fragilidades, como a escassez de medicamentos e as desigualdades no domínio da saúde, e apoiar o setor da saúde na transição digital. Pelo exposto, o presente relatório conta com o meu voto favorável.

Piano di investimenti per un'Europa sostenibile - Come finanziare il Green Deal (A9-0198/2020 -Siegfried Mureşan, Paul Tang) PT

13-11-2020
Dichiarazioni di voto scritte

. – A proposta da Comissão Europeia sobre o Plano de Investimento para uma Europa Sustentável, apresentado no passado mês de janeiro, vai ao encontro dos objetivos da União de alcançar a neutralidade climática em 2050. Para isso, são necessários investimentos tanto da União, como dos sectores público e privados nacionais. O Parlamento acredita que a mobilização de instrumentos financeiros da UE, como o InvestEU, e os fundos integrados no próximo quadro financeiro plurianual estão na sua génese atual orientados para os objetivos climáticos, mas não serão suficientes. Este relatório, toma nota ainda das diferenças no posicionamento dos Estados-Membros, regiões e sectores, sendo que o ponto de partida não será igual para todos, e que os planos de recuperação nacionais contribuam para este mesmo objetivo.
Para cumprir com os objetivos da União é necessário que os investimentos públicos e privado respeitem o princípio de ‘não prejudicar significativamente’, aplicável aos objetivos ambientais, de acordo com a taxonomia da União. Para isso, o Parlamento Europeu insiste na necessidade de disponibilização de indicadores de sustentabilidade e uma metodologia comuns. Outra medida apresentada neste relatório é a eliminação progressiva dos investimentos públicos e privados em atividades económicas altamente poluentes, sempre que existam alternativas económicas viáveis, respeitando a competência de cada Estado-Membro em escolher o seu cabaz energético.
Num cenário onde as perspetivas económicas são negativas, decorrentes da pandemia Covid19, a mobilização de investimento público e privado deve-se complementar, e aqui sublinho o papel do Banco Europeu de Investimento e a sua estratégia de dedicar 50% das suas operações à ação climática e à sustentabilidade ambiental. Para que estes objetivos se tornem permanentes precisamos de trabalhar com as empresas europeias, para alavancar um bilião de euros nos próximos dez anos.
Pelo exposto, voto favoravelmente este relatório.

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