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João FERREIRA João FERREIRA
João FERREIRA

Eiropas Apvienotā kreiso un Ziemeļvalstu Zaļo kreiso spēku grupa

Priekšsēdētāja vietnieks

Portugāle - Partido Comunista Português (Portugāle)

Dzimšanas gads : , Lisboa

Sākums João FERREIRA

Loceklis

TRAN
Transporta un tūrisma komiteja
PECH
Zivsaimniecības komiteja
DPAL
Delegācija attiecībām ar Palestīnu
DACP
Delegācija ĀKK un ES apvienotajā parlamentārajā asamblejā

Aizstājējs

ENVI
Vides, sabiedrības veselības un pārtikas nekaitīguma komiteja
AFCO
Konstitucionālo jautājumu komiteja
DCAS
Delegācija ES un Kazahstānas, ES un Kirgizstānas, ES un Uzbekistānas, ES un Tadžikistānas parlamentārās sadarbības komitejās, kā arī attiecībām ar Turkmenistānu un Mongoliju

Deputāta darbība pēdējā laikā

ATZINUMS par ieteikumiem sarunām par jaunu partnerību ar Lielbritānijas un Ziemeļīrijas Apvienoto Karalisti

26-05-2020 PECH_AD(2020)648399 PE648.399v03-00 PECH
Atzinumi, kas sagatavoti, pildot ēnu atzinuma sagatavotāja pienākumus
François-Xavier BELLAMY

Jaunā DFS, pašu resursi un atveseļošanas plāns PT

15-05-2020
Rakstiski balsojumu skaidrojumi

. – Esta resolução redunda num exercício de cinismo e de hipocrisia. Pede-se um reforço do orçamento, sem o quantificar. A tal obriga a procura de um denominador comum entre os grupos que a subscrevem. O resultado é o vazio, que a Comissão Europeia poderá preencher a seu bel prazer. Pela nossa parte, não caucionamos esta lógica. A resolução defende a “agenda política da Comissão Europeia” e as “ambições da UE”, leia-se as ambições das potências que mandam na UE. Uma lógica que menoriza a coesão em favor das “novas prioridades”, onde se inclui o militarismo. Defende também um plano de recuperação prevendo empréstimos e subvenções, numa só aparente lógica de compromisso que, na verdade, não é senão uma cedência às imposições das principais potências. Com as propostas de alteração que apresentámos, mostrámos que um outro caminho é necessário e possível. Um caminho que passa pela remoção de constrangimentos como o pacto de estabilidade e a “governação económica”; pela renegociação das dívidas soberanas (prazos, juros e montantes), libertando recursos para o investimento público; pelo substancial reforço do orçamento da UE, flexibilizando o uso das verbas, elevando o cofinanciamento da UE, reforçando a sua função redistributiva e promovendo uma efetiva convergência no progresso económico e social; e ainda pela recuperação da soberania monetária.

Makrofinansiālās palīdzības sniegšana paplašināšanās un kaimiņreģiona partneriem saistībā ar Covid-19 pandēmijas krīzi PT

15-05-2020
Rakstiski balsojumu skaidrojumi

A Comissão Europeia propõe o recurso a uma assistência macrofinanceira (AMF) para apoiar dez países no contexto da crise desencadeada pelo surto de COVID-19, num montante total de 3 mil milhões de euros. O montante da assistência macrofinanceira baseia-se numa estimativa preliminar das necessidades de financiamento e tem em conta a capacidade de autofinanciamento com recursos próprios dos países, designadamente as reservas de divisas de que dispõem, a par, entre outros aspetos, da mobilização de outros instrumentos de financiamento externo. Esta assistência assumirá a forma de empréstimos a médio prazo.
Tipicamente, a AMF exige o cumprimento de condições enunciadas em memorandos de entendimento. Esta condicionalidade, sendo específica por país, reflete frequentemente as imposições e orientações de cariz neoliberal da UE, em nome da “estabilidade macroeconómica”, do “reforço da governação económica” e da “criação de condições favoráveis ao relançamento de um crescimento sustentável”, opção que repudiamos.
Entre os destinatários da AMF encontra-se a Ucrânia - país onde ocorreu um golpe de Estado patrocinado pelos EUA e pela UE, envolvendo forças de cariz fascista, que tomaram o poder e iniciaram um caminho de ataque a direitos e liberdades, com a conivência da UE. Também o Kosovo, resultado da secessão da Jugoslávia e depois da Sérvia, patrocinadas pela Alemanha, violando o direito internacional.

João FERREIRA
João FERREIRA

Vietnē “EP Newshub”

Lisboa, que não entrou na 3a fase do desconfinamento, anteontem à noite. Os mesmos que durante semanas atacaram o PCP e a Festa do Avante, que, a realizar-se, será daqui a 3meses e ao ar livre, mostraram pedagogicamente como um grande empresário do espectáculo respeita as regras. https://t.co/oBV6CeQmfk 

RT @pcp_pt: Dia 7 de Junho, 17h, Comício no alto do parque Eduardo VII em Lisboa. Participa! #nemumdireitoamenos✊ https://t.co/gYn0gOYXUG 

Prós e contras, RTP. Que dizem, até ao final, alguém que seja capaz de lembrar que a linha de emergência de apoio à cultura foi 500 vezes mais pequenina do que a última injeção no Novo Banco, ou isto espremido, para não variar, não dá senão esta arrastada, apagada e vil tristeza?

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