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Pedro MARQUES Pedro MARQUES
Pedro MARQUES

Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu

Membro

Portugal - Partido Socialista (Portugal)

Data de nascimento : , Alcochete

Página inicial Pedro MARQUES

Membro

ECON
Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários
REGI
Comissão do Desenvolvimento Regional
FISC
Subcomissão dos Assuntos Fiscais
DMAG
Delegação para as Relações com os Países do Magrebe e a União do Magrebe Árabe, incluindo as Comissões Parlamentares Mistas UE-Marrocos, UE-Tunísia e UE-Argélia
D-IN
Delegação para as Relações com a Índia

Membro suplente

DMED
Delegação à Assembleia Parlamentar da União para o Mediterrâneo

Últimas atividades

Iniciativa de Cidadania Europeia: Minority SafePack (B9-0403/2020, B9-0405/2020)

17-12-2020
Declarações de voto escritas

Votei favoravelmente esta Resolução por considerar ser imprescindível para proteger e celebrar a diversidade cultural e linguística na UE.
A União Europeia é a junção de um conjunto de Estados que forjou um projeto de integração económica e política, baseado nos valores da paz, da liberdade, da democracia e da diversidade cultural. Com uma população de cerca de 500 milhões de pessoas, a diversidade linguística e cultural na União Europeia é enorme. É neste contexto que 1,2 milhões de pessoas assinaram esta iniciativa da cidadania europeia em defesa da diversidade cultural e linguística, apelando à elaboração de um quadro comum de normas mínimas da UE para a proteção dos direitos das pessoas pertencentes a minorias.
Defender e proteger as minorias dentro do espaço territorial da UE, perante uma tendência de assimilação e de perda linguística que se traduz num empobrecimento linguístico e cultural dos europeus, é fundamental para a preservação do património cultural e linguístico da nossa União.

Uma Europa social forte para transições justas (A9-0233/2020 - Dennis Radtke, Agnes Jongerius)

17-12-2020
Declarações de voto escritas

A Europa só pode fazer face às importantes transformações da sua economia com políticas de forte cariz social, que fortaleçam a justiça social e assegurem a qualidade de vida e o bem-estar das populações. A transição justa consiste, assim, na resposta inclusiva aos desafios da dupla transição económica, que não menospreza o papel do capital humano e da proteção laboral.
Na União Europeia, enfrentamos ainda os desafios do desemprego provocado pelas crises da década passada, com importantes consequências para o emprego jovem, o acesso à habitação, a desigualdade salarial de género, ou a inclusão de pessoas com deficiência. Este relatório contribui com as iniciativas-chave a desenvolver nestes e outros temas, de forma a implementar o Pilar Europeu dos Direitos Sociais e para as quais a agenda social do Porto 2030 será determinante.
O relatório destaca também os instrumentos financeiros que visam assegurar a transição justa, como o Fundo Social Europeu, a Garantia para a Juventude ou o Fundo de Transição Justa, que permitem o adequado financiamento da luta contra a pobreza e o apoio social na transição europeia.
Dada a importância deste relatório para os direitos sociais na UE, decidi votar favoravelmente este relatório.

Recomendação do Conselho sobre o ensino e a formação profissionais (EFP) em prol da competitividade sustentável, da justiça social e da resiliência (B9-0400/2020)

17-12-2020
Declarações de voto escritas

O ensino e formação profissional desempenha um papel essencial no mercado de trabalho, particularmente no contexto incerto das transições em curso. O EFP é, assim, vital para o bom funcionamento da economia, mas tem também uma importante função social de garantia da empregabilidade, ao desenvolver as competências profissionais dos cidadãos.
Não há dúvida que a dupla transição ecológica e digital é uma grande oportunidade para a Europa, mas esta apresenta também novos desafios. Neste sentido, o EFP pode mitigar os impactos sociais das mudanças no mercado de trabalho, preservando a empregabilidade dos cidadãos. Por outro lado, o EFP pode assegurar as elevadas competências técnicas em novas tecnologias, necessárias para atingir os nossos objetivos estratégicos.
De forma a contribuir para este esforço, o EFP deve estar bem integrado nos sistemas de educação nacionais, sendo garantia de uma educação de boa qualidade por toda a Europa. O incentivo à cooperação dos empregadores pode, por exemplo através da criação de estágios, tornar este percurso significativamente mais atrativo. Por último, a evolução do EFP pode ser valiosa para a conquista da igualdade de género, devendo os programas atrair também as jovens. Por estas razões, decidi votar favoravelmente esta recomendação.

Pedro MARQUES
Pedro MARQUES

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