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Lídia PEREIRA Lídia PEREIRA
Lídia PEREIRA

Grupo do Partido Popular Europeu (Democratas-Cristãos)

Membro

Portugal - Partido Social Democrata (Portugal)

Data de nascimento : , Se Nova

Página inicial Lídia PEREIRA

Membro

ECON
Comissão dos Assuntos Económicos e Monetários
FISC
Subcomissão dos Assuntos Fiscais
D-CN
Delegação para as Relações com a República Popular da China

Membro suplente

ENVI
Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar
BECA
Comissão Especial sobre a Luta contra o Cancro
D-US
Delegação para as Relações com os Estados Unidos

Últimas atividades

Regime geral para a titularização e que cria um regime específico para a titularização simples, transparente e padronizada, a fim de apoiar a recuperação da pandemia de COVID-19 (A9-0215/2020 - Paul Tang)

25-03-2021
Declarações de voto escritas

. – A União Económica e Monetária é uma das principais conquistas da integração europeia, mas ainda é uma realidade incompleta. Do lado da União Bancária ainda nos falta instituir o Sistema Europeu de Seguro de Depósitos. Do lado da União de Mercados de Capitais falta-nos ainda mais, em campos que vão da fiscalidade à supervisão, passando pela insolvência.
Os mercados de capitais podem e devem ter um papel importante na recuperação económica da Europa. Precisamos de investimento privado para criar valor, gerar empregos, inovar no mercado, aumentar a competitividade das nossas empresas e aumentar o rendimento das famílias.
No quadro da União de Mercados de Capitais, temos de aumentar o acesso de pequenas e médias empresas aos mercados de capitais, proteger os investidores individuais, melhorar a literacia financeira dos cidadãos, combater a fraude com melhor supervisão e proteger a concorrência com uma fiscalidade mais inteligente.
Saúdo o acordo alcançado para estas alterações específicas e, no caso concreto, a previsão relativa a jurisdições identificadas na “lista negra” da União sobre paraísos fiscais. Espero que estas alterações ajudem os bancos a aumentar a sua capacidade de financiamento das empresas.

Alteração do Regulamento (UE) n.º 575/2013 no respeitante aos ajustamentos ao quadro de titularização para apoiar a recuperação económica em resposta à pandemia de COVID-19 (A9-0213/2020 - Othmar Karas)

25-03-2021
Declarações de voto escritas

. – A União Económica e Monetária é uma das principais conquistas da integração europeia, mas ainda é uma realidade incompleta. Do lado da União Bancária ainda nos falta instituir o Sistema Europeu de Seguro de Depósitos. Do lado da União de Mercados de Capitais falta-nos ainda mais, em campos que vão da fiscalidade à supervisão, passando pela insolvência.
Os mercados de capitais podem e devem ter um papel importante na recuperação económica da Europa. Precisamos de investimento privado para criar valor, gerar empregos, inovar no mercado, aumentar a competitividade das nossas empresas e aumentar o rendimento das famílias.
No quadro da União de Mercados de Capitais temos de aumentar o acesso de pequenas e médias empresas aos mercados de capitais, proteger os investidores individuais, melhorar a literacia financeira dos cidadãos, combater a fraude com melhor supervisão e proteger a concorrência com uma fiscalidade mais inteligente.
Saúdo o acordo alcançado para estas alterações específicas e, no caso concreto, as provisões relativas aos critérios de avaliação de risco e o espaço mais amplo de liberdade de ação dos bancos para apoiarem os mercados de capitais. Espero que estas alterações ajudem os bancos a aumentar a sua capacidade de financiamento das empresas.

Recursos próprios baseados nos resíduos de embalagens de plástico não reciclados e em determinados aspetos do recurso próprio baseado no RNB (A9-0048/2021 - José Manuel Fernandes, Valérie Hayer)

25-03-2021
Declarações de voto escritas

. – A reforma do sistema de recursos próprios da União é uma prioridade no contexto das necessidades de financiamento em larga escala do plano de recuperação da economia europeia, mas também olhando para o futuro dos quadros financeiros pluriannuais que, tendencialmente, têm de assentar mais em recursos próprios que tornem a União Europeia sustentável e independente de recursos baseados no rendimento nacional bruto dos Estados Membros.
A Decisão de Recursos Próprios tem de ser ratificada rapidamente por todos os Estados-Membros. Entre a matéria coletável comum consolidada do imposto sobre as sociedades, os recursos próprios baseados no regime europeu de comércio de licenças de emissão e nos resíduos de embalagens de plástico, apenas esta última faz parte da nova Decisão Recursos Próprios. Assim, este é o objeto do atual projeto de regulamento MAR2.
Destaco as provisões relativas à conservação de documentos, à cooperação administrativa, ao lançamento nas contas e a comunicação de informações, ao método de cálculo, ao tesouro e a contabilidade, aos ajustamentos de exercícios anteriores, à antecipação de duodécimos, aos juros de mora e aos procedimentos de comitologia, tal como destacado pelos relatores.
Espero que as novas disposições permitam uma execução rápida e eficaz da Decisão, assim que ratificada.

Lídia PEREIRA
Lídia PEREIRA

No NEWSHUB do PE

"o indivíduo tende cada vez mais a ser absorvido por conjuntos gregários aos quais cabe agora o protagonismo da vida pública, um fenómeno em que ele vê um retorno do primitivismo (o «apelo da tribo») e de certas formas de barbárie disfarçadas sob as vestes de modernidade."

A minha sugestão para o #WorldBookDay de um grande autor, Mario Vargas Llosa. O Apelo da Tribo é um ensaio sobre 7 grandes pensadores e filósofos liberais: Adam Smith, José Ortega y Gasset, Friedrich Hayek, Karl Popper, Raymond Aron, Isaiah Berlin e Jean-François Revel. https://t.co/xkNDM6w1A3 

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