Mais esforços em matéria de terrorismo, desemprego e ambiente, defendem europeus 

 
 

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Os resultados de um inquérito mostram que os europeus esperam que a UE faça mais numa variedade de áreas políticas, surgindo no topo da lista o terrorismo, o desemprego e o ambiente.

Aumento da satisfação face à ação da União em matérias como a luta contra o terrorismo, a migração e o desemprego.  

Apelos a uma maior ação da UE
Inquiridos sobre se a União Europeia (UE) devia agir mais em 15 áreas principais de ação política, desde a política económica à igualdade do género, passando pela imigração, uma maioria absoluta das respostas (mais de 50%) revelou sistematicamente que esperavam uma maior ação por parte da UE.

Pelo menos 75% gostariam de uma maior ação da UE em matéria de luta contra o terrorismo, o desemprego e a defesa do ambiente.

Mudança na perceção das ações da UE
Em questões essenciais como o terrorismo, a imigração e o desemprego, a maioria ainda considera a ação da UE insuficiente e não adequada, mas a satisfação está a aumentar.

  • Luta contra o terrorismo — 32% dos inquiridos consideram que a UE fez o suficiente, uma subida em relação aos 23% registados em abril de 2016;
  • Migração — 26% dos inquiridos consideram que a UE fez o suficiente, um aumento em relação aos 19% registados em abril de 2016;
  • Desemprego — 29% dos inquiridos consideram que a UE fez o suficiente, uma melhoria em relação aos 23% registados em abril de 2016;

Em matéria de igualdade do género, aprovisionamento energético, política industrial e agricultura, mais pessoas pensam que a UE está a fazer o suficiente.

Os resultados registam grandes variações. Por exemplo, 27% dos inquiridos checos consideram que a ação da UE é inadequada na luta contra o desemprego, em comparação com 92% dos gregos.

Os países da UE deviam seguir posições comuns em matéria de política externa
Uma maioria clara deseja que os Estados-Membros atuem de forma concertada a nível internacional. Cerca de 7 em cada 10 inquiridos consideram que um trabalho conjunto dos países da UE é a resposta adequada ao aumento do poder e da influência da Rússia (71%) e da China (71%), à instabilidade do mundo árabe muçulmano (71%) e à presidência de Donald Trump nos EUA (68%).

As conclusões, divulgadas em 18 de setembro, provêm de um inquérito realizado pelo Eurobarómetro em abril de 2018, a pedido do Parlamento Europeu, e seguem-se a um primeiro relatório publicado em maio.