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 Texto integral 
Processo : 2008/0231(CNS)
Ciclo de vida em sessão
Ciclo relativo ao documento : A6-0236/2009

Textos apresentados :

A6-0236/2009

Debates :

PV 21/04/2009 - 20
CRE 21/04/2009 - 20

Votação :

PV 22/04/2009 - 6.38
Declarações de voto
Declarações de voto

Textos aprovados :


Debates
Terça-feira, 21 de Abril de 2009 - Estrasburgo Edição JO

20. Quadro comunitário para a segurança nuclear (debate)
Vídeo das intervenções
PV
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  Vladimir Urutchev (PPE-DE ), por escrito.(BG) Após uma demora de quase seis anos, a UE está hoje próxima de adoptar a directiva para a segurança nuclear, um documento político relevante para a energia nuclear na Europa, que é utilizada para produzir quase um terço da electricidade da UE.

Compete exclusivamente aos Estados-Membros decidir se querem depender de energia nuclear. Tanto para os países que a aceitam como para os que a rejeitam, é igualmente importante que sejam aplicadas as mais elevadas normas de segurança em matéria de energia nuclear.

Congratulo-me com a inclusão dos princípios fundamentais de segurança da AIEA em aditamento à directiva. Este aspecto irá assegurar que os desenvolvimentos mais positivos ao nível das normas de segurança nuclear se tornem parte integrante da legislação Europeia que os Estados-Membros terão, consequentemente, de cumprir.

A falta de requisitos de segurança nuclear geralmente aceites na UE permitiu, num passado não muito distante, a imposição de soluções políticas a alguns dos países candidatos à UE, relativamente à sua energia nuclear, soluções essas que actualmente não estão em linha com os objectivos da UE para a limitação das alterações climáticas e para a segurança no fornecimento de energia.

Numa época em está a ser construído ou prevista a construção de um conjunto de centrais nucleares na UE, a adopção em tempo útil da directiva para a segurança nuclear não só se justifica, como se torna mesmo obrigatória, tendo em conta as garantias de segurança e de tranquilidade que oferece aos cidadãos.

 
Última actualização: 18 de Agosto de 2009Advertência jurídica